No Paraná, onde dois assentos no Senado estarão em disputa em 2026, uma pesquisa recente revela que Álvaro Dias lidera com folga, enquanto três candidatos de espectros políticos distintos se encontram empatados na busca pela segunda vaga. O levantamento, realizado pela Genial/Quaest em julho, captura um eleitorado ainda em formação — quase um quinto dos paranaenses não havia decidido seu voto, lembrando que nas democracias maduras a indecisão não é ausência de opinião, mas abertura para o convencimento.
Álvaro Dias lidera corrida ao Senado no Paraná com 20%, diz Genial/Quaest
Quase um quinto do eleitorado ainda não decidiu seu voto
Então Álvaro Dias está claramente à frente, mas a disputa pela segunda vaga é realmente aberta?
Sim. Curi, Dallagnol e Hoffmann estão todos com 10%, o que significa que qualquer movimento pequeno pode mudar a ordem entre eles.
Mas espera — 19% ainda estão indecisos. Isso é quase um quinto do eleitorado. Esses números de 10% podem não significar muita coisa ainda.
Exatamente. Há muito voto flutuante. A pesquisa mostra a posição de hoje, mas não é previsão.
E por que a pesquisa apresentou dois cenários? O que muda quando Dallagnol sai?
Curi sobe de 10% para 11%, e os indecisos aumentam de 19% para 22%. Sugere que Dallagnol tem alguma base, mas não é consolidada.
Mas 1% de diferença está dentro da margem de erro. Não sabemos realmente para onde vai o voto de Dallagnol se ele sair.
Quantas pessoas foram entrevistadas?
1.104 pessoas, entre 21 e 25 de julho, em conversas presenciais.
Isso é um tamanho razoável, mas ainda assim — com 19% indecisos, qualquer coisa pode acontecer daqui até 2026.
Verdade. O que a pesquisa realmente diz é que Dias tem uma vantagem clara, mas o resto está aberto.
Il Polso
- Álvaro Dias (MDB) ocupa a liderança com 20%, mas a segunda vaga permanece um campo de batalha sem vencedor definido.
- Alexandre Curi, Deltan Dallagnol e Gleisi Hoffmann — representando PSD, Novo e PT — estão empatados em 10% cada, tornando a disputa ideologicamente fragmentada e imprevisível.
- Com 19% de indecisos e 14% propensos a votar em branco ou se abster, quase um terço do eleitorado ainda não está comprometido com nenhum candidato.
- Simulações sem Dallagnol mostram redistribuição de votos e aumento dos indecisos para 22%, sinalizando que entradas e saídas de candidatos podem reconfigurar o cenário radicalmente.
- A campanha ainda está em formação, e os próximos meses serão decisivos para consolidar bases e definir quem acompanhará Dias na bancada paranaense.
No Paraná, onde dois assentos no Senado estarão em disputa em 2026, uma pesquisa recente revela que Álvaro Dias lidera com folga, enquanto três candidatos de espectros políticos distintos se encontram empatados na busca pela segunda vaga. O levantamento, realizado pela Genial/Quaest em julho, captura um eleitorado ainda em formação — quase um quinto dos paranaenses não havia decidido seu voto, lembrando que nas democracias maduras a indecisão não é ausência de opinião, mas abertura para o convencimento.
Uma pesquisa da Genial/Quaest divulgada nesta segunda-feira mostra Álvaro Dias (MDB) na liderança da corrida ao Senado pelo Paraná, com 20% das intenções de voto. O levantamento, feito entre 21 e 25 de julho com 1.104 entrevistados em conversas presenciais, revela um cenário ainda amplamente aberto.
Atrás de Dias, três candidatos disputam a segunda vaga em empate técnico: Alexandre Curi (PSD), Deltan Dallagnol (Novo) e Gleisi Hoffmann (PT), todos com 10%. Filipe Barros (PL) aparece com 8%, enquanto Cristina Graeml e Dr. Rosinha registram 4% cada, e Luiz Carlos Hauly marca 1% — uma fragmentação que reflete a dificuldade de qualquer nome em consolidar uma base sólida.
O dado mais revelador pode ser o dos indecisos: 19% dos entrevistados ainda não escolheram seu candidato, e outros 14% indicaram que votarão em branco, nulo ou não comparecerão. Juntos, esses grupos representam um eleitorado fluido capaz de redesenhar o mapa da disputa.
Um segundo cenário simulado sem Dallagnol mostrou Dias mantendo os 20%, Curi subindo para 11% e os indecisos crescendo para 22% — evidência de que a composição final da lista de candidatos terá peso direto sobre o resultado. Com dois senadores a serem eleitos, a segunda vaga permanece o elemento mais dinâmico e incerto desta corrida.
Uma pesquisa divulgada na segunda-feira coloca Álvaro Dias, do MDB, à frente da corrida pelo Senado no Paraná com 20% de intenção de votos. Atrás dele, três nomes disputam a segunda vaga em situação de empate técnico: Alexandre Curi, do PSD; Deltan Dallagnol, do Novo; e Gleisi Hoffmann, do PT, todos com 10% cada.
O levantamento da Genial/Quaest, realizado entre 21 e 25 de julho, entrevistou 1.104 pessoas no estado por meio de conversas presenciais. O cenário que emerge é de uma disputa ainda em aberto. Quase um quinto dos entrevistados — 19% — não havia decidido seu voto no momento da pesquisa. Outros 14% indicaram que votarão em branco, nulo ou não comparecerão às urnas.
Filipe Barros, do PL, aparece com 8% das intenções. Cristina Graeml e Dr. Rosinha, ambos do PSD e PT respectivamente, registram 4% cada. Luiz Carlos Hauly, do Podemos, marca 1%. Esses números revelam uma fragmentação considerável do eleitorado, com vários candidatos ainda buscando consolidar suas bases.
Em 2026, o eleitor paranaense terá a oportunidade de escolher dois senadores, o que significa que a disputa pela segunda vaga pode determinar significativamente a composição da bancada estadual. A margem de indecisos — quase um quinto do total — deixa espaço substancial para movimentações nas próximas fases da campanha.
A pesquisa também apresentou um segundo cenário, desta vez desconsiderando Deltan Dallagnol. Nessa simulação, Dias mantém sua liderança com 20%, enquanto Curi sobe para 11%. Os indecisos aumentam para 22%, e aqueles que votarão em branco, nulo ou não comparecerão chegam a 17%. Essa variação sugere que a retirada de um candidato da disputa poderia redistribuir votos de forma significativa entre os demais concorrentes.
O cenário atual aponta para uma campanha ainda em formação, onde consolidações de voto e mudanças de posicionamento podem ocorrer nos meses que antecedem o pleito. A liderança de Dias é clara, mas a indefinição em torno da segunda vaga permanece como o elemento mais dinâmico da corrida.
Citazioni salienti
A pesquisa mostra a posição de hoje, mas não é previsão— Análise da dinâmica eleitoral