Na madrugada fria de Barretos, com 13 graus e uma multidão de botas e chapéus, Alok retornou ao Palco Estádio da Festa do Peão após três anos de ausência e transformou o céu do Parque do Peão em tela viva com drones e pirotecnia. Mais do que um show, foi um lembrete de que os grandes festivais regionais exigem não apenas música, mas experiências que se gravam na memória coletiva. A homenagem final a Marília Mendonça, desenhada em luz por drones, encerrou a noite como uma declaração silenciosa sobre o peso da arte que permanece.
Alok eletriza arena de Barretos com show de drones, pirotecnia e hits em sequência
Drones no céu, pirotecnia sem pausa, uma sequência que não respirava
Por que Alok escolheu começar com drones? Parecia uma aposta alta depois de Gusttavo Lima.
Porque ele sabia que precisava de um impacto visual imediato. Drones no céu não são apenas decoração — são uma linguagem. Dizem ao público que o que vem a seguir é diferente, é grande.
E a sequência sem pausa? Isso não cansa o público?
Ao contrário. Em uma festa como essa, o público quer ser levado. Quer sentir que está em um fluxo contínuo. Cada música é um passo, não uma parada.
O setlist mistura rock clássico com eletrônico. Como isso funciona em Barretos?
Barretos é interior, mas não é isolado. As pessoas ali cresceram ouvindo de tudo. Rock, eletrônico, sertanejo — tudo faz parte da memória delas. Alok apenas conectou esses pontos.
E a homenagem a Marília Mendonça com drones? Isso parecia planejado ou foi improviso?
Com certeza foi planejado. Você não sincroniza drones para uma homenagem por acaso. Isso mostra respeito — não é apenas uma menção, é um gesto visual que fica no ar, literalmente.
Três anos é muito tempo. O público ainda o reconhecia?
Reconhecia e esperava. Alok é um nome que marca presença. Quando você volta depois de tanto tempo, o público quer saber se você ainda tem o que tinha. Ele provou que tinha.
El Pulso
- Alok herdou um palco ainda aquecido por Gusttavo Lima e precisava sustentar o êxtase de uma multidão já em estado de euforia.
- A resposta foi uma sequência implacável — hits, remixes e mashups sem pausa, sustentados por pirotecnia e jogos de luz que cortavam o frio da madrugada.
- O setlist atravessou décadas e gêneros, do rock clássico à nostalgia eletrônica e aos sucessos globais, mantendo o público em movimento constante.
- Zeeba apareceu três vezes, ampliando o alcance emocional do show e reforçando a dimensão colaborativa da noite.
- O encerramento com drones em homenagem a Marília Mendonça elevou o espetáculo de apresentação musical a evento de memória coletiva.
Na madrugada fria de Barretos, com 13 graus e uma multidão de botas e chapéus, Alok retornou ao Palco Estádio da Festa do Peão após três anos de ausência e transformou o céu do Parque do Peão em tela viva com drones e pirotecnia. Mais do que um show, foi um lembrete de que os grandes festivais regionais exigem não apenas música, mas experiências que se gravam na memória coletiva. A homenagem final a Marília Mendonça, desenhada em luz por drones, encerrou a noite como uma declaração silenciosa sobre o peso da arte que permanece.
A madrugada de sábado em Barretos não estava fácil para Alok. Gusttavo Lima havia acabado de deixar o Palco Estádio com a multidão em êxtase, e os 13 graus de temperatura poderiam ter esfriado o ânimo. Mas o DJ tinha uma estratégia clara: não dar respiro.
O que se seguiu foi uma sequência implacável de música — hits curtos, remixes e mashups emendados sem pausa, sustentados por drones iluminando o céu, pirotecnia e jogos de luz. O público de bota e chapéu acompanhou cada batida, transformando o frio em combustível.
O setlist foi uma viagem por décadas e gêneros: rock clássico como 'Livin' on a Prayer' e 'We Will Rock You', a nostalgia eletrônica das coletâneas Summer Eletrohits, e sucessos globais como 'Sweet Dreams', 'Titanium' e 'Danza Kuduro'. Zeeba apareceu três vezes ao longo da noite, ampliando o alcance emocional do show.
O momento que ficou, porém, foi o final. Alok encerrou com uma homenagem a Marília Mendonça construída inteiramente com drones — luzes no céu em memória de uma artista que marcou gerações. Era mais do que um tributo: era uma declaração visual sobre o que a música carrega mesmo depois que o artista parte.
Três anos depois de sua última passagem por Barretos, Alok voltou não apenas para tocar, mas para confirmar que em um festival regional, o espetáculo visual importa tanto quanto a música — e que sua presença ali sempre foi aguardada.
A madrugada de sábado em Barretos ganhou um espetáculo que poucos esperavam. Alok subiu ao Palco Estádio da Festa do Peão com drones iluminando o céu do Parque do Peão, marcando seu retorno à festa depois de três anos longe. Era uma entrada difícil — Gusttavo Lima havia acabado de sair do palco, deixando a multidão em êxtase — mas o DJ tinha uma estratégia clara: não dar respiro.
O que se seguiu foi uma sequência implacável de música. Hits curtos, remixes, mashups, tudo emendado sem pausa, sustentado por pirotecnia, fogos de artifício e jogos de luz que cortavam a madrugada fria. Os 13 graus de temperatura não desanimaram ninguém. O público, de bota e chapéu, acompanhou cada batida.
O setlist era uma viagem. Começou com rock clássico — "Livin' on a Prayer", "We Will Rock You", "Otherside" — depois mergulhou na nostalgia eletrônica das coletâneas Summer Eletrohits com "Satisfaction" e "World, Hold On". De lá, pulou para sucessos globais que atravessaram décadas: "Sweet Dreams (Are Made of This)", "Titanium", "Set Fire to the Rain", "Danza Kuduro". Cada música era uma mudança de clima, uma nova razão para o público gritar.
Zeeba apareceu três vezes durante a noite, trazendo parcerias que ampliaram o alcance do show. Mas o momento que ficou foi o final. Alok fechou com uma homenagem a Marília Mendonça, feita inteiramente com drones. Não era apenas um tributo — era uma declaração visual, luzes no céu em memória de uma artista que marcou gerações.
O show reafirmou algo que Alok já conhece bem: em um festival regional, o espetáculo visual importa tanto quanto a música. Drones, pirotecnia, sincronização perfeita — tudo isso transforma uma apresentação em um evento que as pessoas lembram. Três anos depois, ele voltou não apenas para tocar, mas para lembrar por que sua presença em Barretos sempre foi aguardada.