A vontade de abandonar o mundo repete-se na história de diferentes povos

Hoje vamos manter uma certa distância desse mundo chato em que vivemos, um mund…
Hoje vamos manter uma certa distância desse mundo chato em que vivemos, um mundo histérico, em que todos querem aparece…
Mark

What happened here?

Mimi

Vontade de abandonar o mundo se repete na história de diferentes povos.

Mark

Give me the shape of it.

Mimi

Hoje vamos manter uma certa distância desse mundo chato em que vivemos, um mundo histérico, em que todos querem aparecer como a pessoa mais legal de todas, com mais seguidores engajados para fazer me…

Mark

What should we watch for?

Mimi

Follow this story as developments unfold across multiple outlets.

  • Em um tempo de exibicionismo e barulho constante, a coluna propõe um recuo deliberado — um olhar para quem, antes de nós, escolheu o silêncio como caminho.
  • Santo Antão abandona posses e conforto no século III e parte para o deserto egípcio, inaugurando uma tradição que atravessaria séculos e continentes.
  • A renúncia ao mundo não é fenômeno cristão isolado: repete-se em diferentes povos e espiritualidades, revelando uma necessidade humana profunda e universal.
  • O contraste entre o desespero exterior de Santo Antão — enfrentado no deserto — e o desespero interior de Santo Agostinho aponta para dois modos distintos, mas complementares, de busca espiritual.
  • A narrativa ainda se desdobra, à espera de novos ângulos e aprofundamentos que outros relatos poderão trazer.

Ao longo da história humana, em culturas e tradições as mais diversas, surge periodicamente o impulso de abandonar o mundo — não por fraqueza, mas como ato de busca radical. Santo Antão, monge egípcio do século III, encarna esse gesto ao renunciar às posses e partir para o deserto, tornando-se figura fundadora da vida monástica cristã. Esse movimento de fuga não pertence a nenhuma fé exclusiva: é uma resposta recorrente da alma humana diante do ruído e da superficialidade da vida coletiva.

Em meio a um mundo cada vez mais ruidoso e voltado para a autopromoção, a coluna propõe um distanciamento reflexivo — um convite a olhar para aqueles que, em outros tempos, escolheram o caminho oposto ao da visibilidade.

Santo Antão, monge egípcio do século III, é a figura central dessa meditação. Ao renunciar às suas posses e partir em direção ao deserto, ele não fugia por desespero, mas buscava algo que o mundo ordinário não podia oferecer. Esse gesto fundou a tradição monástica cristã e ecoou por séculos na imaginação espiritual do Ocidente.

Mas a vontade de abandonar o mundo não nasce apenas no cristianismo. A coluna sublinha que esse impulso se repete em diferentes povos e tradições ao longo da história, como se a renúncia fosse uma resposta arquetípica da consciência humana diante do excesso e da superficialidade.

O texto ainda aponta um contraste iluminador: enquanto Santo Antão enfrentava seus demônios no plano exterior — nas provações físicas e visões do deserto —, Santo Agostinho travava sua batalha no interior da própria psique. Ambos, no entanto, partilham o perfil dos grandes heróis espirituais: homens que não fugiram do sofrimento, mas o atravessaram em busca de algo maior. A história continua a se desdobrar.

A story is developing around Vontade de abandonar o mundo se repete na história de diferentes povos. Hoje vamos manter uma certa distância desse mundo chato em que vivemos, um mundo histérico, em que todos querem aparecer como a pessoa mais legal de todas, com mais seguidores engajados para fazer melhores negócios ou, simplesmente, picare…

This account is still unfolding. More context will surface as other outlets pick up the thread and add their own reporting.

Möchten Sie die ganze Geschichte? Das Original lesen bei Folha de S.Paulo ↗
Kontakt FAQ