A cada geração, as instituições de ensino precisam reafirmar seu papel como espaços vivos de produção e troca de ideias. A Faesa, no Espírito Santo, faz isso com a 25ª edição de sua Jornada Científica e Cultural, que começa nesta quinta-feira e se estende por sete semanas, reunindo cerca de 800 pessoas em torno de mais de 400 trabalhos de pesquisa. O evento não é apenas uma vitrine acadêmica, mas um convite ao diálogo entre gerações e disciplinas — um lembrete de que o conhecimento cresce quando circula.
25ª Jornada Científica reúne 800 pessoas e 400 trabalhos no ES
Sete semanas de diálogo entre campos distintos do saber
Por que um evento desse tamanho importa para o Espírito Santo?
Porque concentra em um só lugar o que está sendo pensado e pesquisado nas universidades. Quando 800 pessoas se reúnem ao longo de sete semanas, você tem uma fotografia do que a academia capixaba está produzindo.
Mas a gente sabe quantos desses 400 trabalhos são realmente inovadores? Ou são apresentações de rotina?
O evento não faz essa distinção — abre espaço para todos. Desde trabalhos de iniciação científica até pesquisas mais avançadas.
E a escolha de Leonardo Carraretto para abrir? O que isso diz?
Que a Faesa quer conectar a pesquisa acadêmica com o mundo dos negócios e da inovação. Não é só ciência pura, é ciência com aplicação prática.
Ele é palestrante conhecido? Tem alguma ligação específica com o Espírito Santo ou com a Faesa?
A fonte não detalha isso. Sabemos que ele trabalha com estratégia, transformação e liderança, mas não há informação sobre por que foi escolhido especificamente.
Os 400 trabalhos — eles vêm só de alunos da Faesa ou de outras instituições também?
A fonte menciona que são produções de estudantes e professores, mas não especifica se há participação de outras universidades.
Isso é importante. Se é só da Faesa, é um evento institucional. Se é aberto, é algo maior para o estado.
Verdade. A fonte não deixa claro esse alcance.
O Pulso
- O maior evento acadêmico do Espírito Santo abre nesta quinta-feira com uma palestra sobre inovação e liderança, sinalizando que a ciência capixaba quer olhar para o futuro.
- Mais de 400 trabalhos aprovados e 800 participantes criam uma pressão produtiva rara: estudantes iniciantes dividem espaço com pesquisadores experientes, tornando a hierarquia do saber mais permeável.
- A programação de sete semanas — com palestras, mesas-redondas, oficinas e minicursos — tenta transformar um evento pontual em um ecossistema sustentado de troca interdisciplinar.
- O encontro funciona como termômetro da produção acadêmica estadual, revelando o que está sendo pesquisado nas universidades e laboratórios do Espírito Santo neste momento.
A cada geração, as instituições de ensino precisam reafirmar seu papel como espaços vivos de produção e troca de ideias. A Faesa, no Espírito Santo, faz isso com a 25ª edição de sua Jornada Científica e Cultural, que começa nesta quinta-feira e se estende por sete semanas, reunindo cerca de 800 pessoas em torno de mais de 400 trabalhos de pesquisa. O evento não é apenas uma vitrine acadêmica, mas um convite ao diálogo entre gerações e disciplinas — um lembrete de que o conhecimento cresce quando circula.
A 25ª Jornada Científica e Cultural da Faesa começa nesta quinta-feira, 17 de setembro, no Campus Vitória, e se estende até 5 de novembro — sete semanas de programação que reúnem mais de 800 pessoas e mais de 400 trabalhos aprovados para apresentação. O evento é considerado um dos maiores encontros científicos do Espírito Santo.
A abertura acontece às 18h30 no Auditório Central, com palestra do empreendedor e escritor Leonardo Carraretto, que abordará estratégia, inovação, liderança e o futuro dos negócios e da educação corporativa. A escolha do palestrante revela a intenção da instituição: ir além da apresentação de pesquisas e colocar o debate sobre ideias e transformação no centro do evento.
Ao longo das semanas seguintes, a Jornada funcionará como um grande espaço interdisciplinar, com palestras, mesas-redondas, oficinas e minicursos. Os trabalhos apresentados cobrem pesquisas, iniciação científica e projetos de extensão desenvolvidos por estudantes e professores da instituição.
Para quem apresenta, a oportunidade é de compartilhar resultados e estabelecer conexões. Para quem participa como ouvinte, é uma janela para o que está sendo produzido na academia capixaba. Ao aproximar estudantes em início de trajetória de profissionais e pesquisadores consolidados, a Jornada cria um ambiente onde ideias novas encontram espaço ao lado de trabalhos mais maduros — e onde o conhecimento, ao circular, se renova.
A 25ª Jornada Científica e Cultural abre as portas nesta quinta-feira, 17 de setembro, marcando o início de sete semanas de programação que promete movimentar o mundo acadêmico capixaba. O evento, organizado pela Faesa, é considerado um dos maiores encontros científicos do Espírito Santo, e os números refletem essa dimensão: mais de 400 trabalhos foram aprovados para apresentação, trazendo consigo cerca de 800 pessoas entre estudantes, professores, pesquisadores e profissionais.
A cerimônia de abertura acontece às 18h30 no Auditório Central da Faesa, no Campus Vitória, com palestra do empreendedor e escritor Leonardo Carraretto, que abordará temas como estratégia, transformação, negócios, educação corporativa, inovação, futuro e liderança. A escolha do palestrante sinaliza o tom que a instituição quer dar ao encontro: não apenas um espaço de apresentação de pesquisas, mas um lugar onde ideias sobre o futuro e a inovação ganham centralidade.
Até 5 de novembro, a Jornada funcionará como um grande encontro interdisciplinar. A programação inclui palestras, mesas-redondas, oficinas, minicursos e apresentações de trabalhos, todas voltadas para a troca de conhecimento e a discussão de temas que atravessam diferentes áreas profissionais. Não se trata apenas de um evento de apresentação, mas de um espaço pensado para estimular o diálogo entre campos distintos do saber.
Os mais de 400 trabalhos aprovados representam produções desenvolvidas por estudantes e professores da instituição. Eles cobrem um espectro amplo: pesquisas, projetos de iniciação científica, trabalhos de extensão e experiências acadêmicas diversas. Para quem apresenta, a oportunidade é de compartilhar resultados, ganhar feedback de pares e estabelecer conexões com outros pesquisadores. Para quem participa como ouvinte, é a chance de acompanhar o que está sendo produzido nas universidades e laboratórios do estado.
O tamanho do evento — 800 pessoas circulando por sete semanas — sugere que a Jornada funciona como um termômetro do que está acontecendo na pesquisa e na formação acadêmica capixaba. Ao reunir estudantes em estágios iniciais de pesquisa com professores e profissionais consolidados, o encontro cria um espaço onde a hierarquia do conhecimento se torna mais porosa, permitindo que ideias novas encontrem espaço ao lado de trabalhos mais maduros.
Citações Notáveis
A Jornada reunirá estudantes, professores, pesquisadores, profissionais e representantes da sociedade em uma ampla programação acadêmica, científica e cultural— Descrição do evento pela Faesa