15ª edição do Festival Gastronômico de Macaé reúne 25 chefs na orla em setembro

Vinte e cinco chefs transformam a orla em espaço de experiência compartilhada
O festival de Macaé funciona como vitrine da gastronomia local e motor econômico para a cidade.
Mark

Por que um festival gastronômico importa para uma cidade como Macaé?

Mimi

Porque não é só sobre comida. É sobre mostrar o que a gente faz bem, trazer gente para a orla, fazer dinheiro circular nos hotéis, nos táxis, nos bares ao redor.

Mark

Vinte e cinco chefs é um número grande. Como vocês conseguem reunir tanta gente?

Mimi

Muitos são donos de restaurantes que já existem aqui. Eles veem o festival como uma vitrine. Quinze anos de tradição ajuda — as pessoas já esperam por isso.

Mark

O que torna esse cardápio especial? Parece bastante variado.

Mimi

É justamente isso. Você tem desde comida oriental até churrascaria, frutos do mar, massas italianas. Cada chef traz sua coisa. O visitante não precisa escolher um tipo de cozinha — experimenta tudo em um lugar.

Mark

E o público realmente fica observando enquanto preparam?

Mimi

Sim. Acho que as pessoas gostam de ver a técnica, entender como é feito. Não é só consumir — é conhecer o trabalho.

Mark

Qual é o maior desafio de organizar algo assim?

Mimi

Coordenar vinte e cinco chefs diferentes, garantir que todos tenham espaço, que a qualidade seja mantida nos cinco dias. E o tempo — tem que ser rápido o suficiente para servir muita gente, mas sem perder a qualidade.

Mark

Vocês esperam crescer daqui para frente?

Mimi

A gente sempre quer. Mas o importante agora é consolidar o que a gente tem. Quinze anos é respeitável. Queremos que seja um evento que as pessoas já marcam no calendário.

  • Pela décima quinta edição consecutiva, Macaé mobiliza vinte e cinco chefs e dezenas de estabelecimentos para ocupar a orla da Praia dos Cavaleiros durante cinco dias intensos.
  • O cardápio desafia fronteiras culinárias: risoto com lagostinha, paella de picanha, polvo na brasa e cheesecake dividem espaço no mesmo festival à beira-mar.
  • A transparência entre cozinha e público é a aposta central — visitantes observam a preparação dos pratos, tornando o processo tão relevante quanto o resultado.
  • Horários escalonados ao longo da semana garantem acesso a trabalhadores, famílias e turistas, ampliando o alcance social do evento.
  • A Secretaria de Turismo enxerga no festival um motor econômico que aquece hotéis, comércio, transporte e serviços, consolidando Macaé como destino gastronômico regional.

A cada setembro, Macaé transforma sua orla em um lugar de encontro entre quem cozinha e quem come — e neste ano, pela décima quinta vez, vinte e cinco chefs levarão seus ofícios à Praia dos Cavaleiros entre os dias 9 e 13. O festival não é apenas uma celebração do sabor: é também um espelho da identidade culinária de uma cidade que aprendeu a usar a mesa como argumento de pertencimento e desenvolvimento. Quando a gastronomia se torna espaço público, ela deixa de ser privilégio e passa a ser narrativa coletiva.

Macaé chega à sua décima quinta edição do Festival Gastronômico com uma proposta que vai além do prato servido. Entre 9 e 13 de setembro, a orla da Praia dos Cavaleiros recebe vinte e cinco chefs dispostos a mostrar não apenas o que cozinham, mas como cozinham — numa dinâmica em que o visitante é convidado a observar o processo antes de sentar à mesa.

O cardápio anunciado percorre tradições diversas: há risoto com lagostinha grelhada, porco assado no rolete, paella de picanha, posta de salmão com purê de banana-da-terra, ravioli com camarões, polvo na brasa e pizza de camarão, além de sobremesas que incluem chocolate e diferentes versões de cheesecake. Nomes como Trattoria, San Lorenzo, Balli Sushi, Bom a Pampa Steak House e mais de quinze outros estabelecimentos formam o mapa da cena gastronômica local.

A programação foi desenhada para alcançar públicos distintos: nos dias úteis, o festival funciona a partir das dezoito horas; na sexta, vai até meia-noite; no fim de semana, abre já às treze horas, acolhendo famílias e turistas que dispõem de mais tempo. Essa arquitetura de horários revela uma intenção clara de inclusão.

Para a Secretaria de Turismo de Macaé, o evento é também um argumento econômico: ao atrair visitantes, o festival movimenta restaurantes, hotéis, comércio e transporte, reafirmando a gastronomia como eixo estratégico para o desenvolvimento da cidade.

Macaé prepara sua décima quinta celebração gastronômica para o mês de setembro, transformando a orla da Praia dos Cavaleiros em um espaço de cinco dias dedicado à culinária. Entre 9 e 13 de setembro, vinte e cinco chefs apresentarão seus trabalhos ao público, oferecendo desde entradas até sobremesas em um cardápio que atravessa múltiplas tradições culinárias.

O festival funciona como um espaço aberto onde os visitantes não apenas consomem, mas observam o processo de preparação dos pratos. Essa transparência entre cozinha e comensal é central à proposta do evento. O cardápio anunciado revela a amplitude das propostas: risoto com lagostinha grelhada, porco assado no rolete, paella de picanha, posta de salmão acompanhada de purê de banana-da-terra, ravioli com camarões, polvo na brasa, pizza de camarão, bolinho de bacalhau, e uma variedade de sobremesas que inclui preparações com chocolate e diferentes interpretações de cheesecake.

Os estabelecimentos participantes formam um retrato da cena gastronômica local. Trattoria, Feito Arte, Bom a Pampa Steak House, Cozinha Urbana, Mirabolando, San Lorenzo, Picanha do Zé, Nuvem de Mel, Yashi, Gêmeos Restaurante, Balli Sushi, Estação, Hopgarden, Forneria Giorgio, Ilhote Sul, Calebito, Macahé, Vicoli, Lagostão, Seu Clóvis Burger, São João e Durval compõem a lista de participantes. Cada um desses espaços traz sua própria linguagem culinária para o evento.

A programação segue um ritmo específico ao longo dos cinco dias. Quarta e quinta-feira funcionam das dezoito às vinte e três horas. Na sexta-feira, o horário se estende até a meia-noite. O fim de semana oferece maior flexibilidade: sábado abre desde as treze horas e vai até meia-noite, enquanto domingo funciona das treze às vinte e uma horas. Essa estrutura permite que diferentes públicos — trabalhadores que saem do expediente, famílias que aproveitam o fim de semana — encontrem um momento para participar.

Segundo a Secretaria de Turismo de Macaé, o festival representa mais do que um evento de gastronomia. Ele funciona como catalisador para a economia local, movimentando restaurantes, hotéis, comércio, transporte e serviços diversos. A valorização da gastronomia local, nessa perspectiva, é inseparável do impacto econômico que gera. O evento consolida Macaé como um destino onde a experiência culinária atrai visitantes e sustenta negócios que dependem dessa circulação de pessoas.

O festival contribui para a valorização da gastronomia local e para a movimentação de restaurantes, hotéis, comércio, transporte e outros serviços da cidade
— Secretaria de Turismo de Macaé
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