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terça-feira, 29 de setembro de 2026 · ECHO HARBOR NEWS · 29 set, 09:42 UTC

verbas públicas para as campanhas de candidatos vinculados ao crime — Folha de S.Paulo

Nove partidos repassaram R$ 21,6 milhões a candidatos investigados por vínculos com o crime organizado na semana final do primeiro turno.

O dinheiro saiu dos cofres públicos. Os candidatos estão nas urnas.

Nove partidos políticos distribuíram, nestas eleições, ao menos R$ 21,6 milhões de verbas públicas para campanhas de candidatos apontados pelo Ministério Público Eleitoral ou pela Polícia Federal como vinculados ao crime organizado. O dinheiro saiu dos cofres públicos. Os candidatos estão nas urnas. A semana que antecede o primeiro turno começou.

Histórias de hoje

Mais da cobertura de hoje, contada com a mesma voz tranquila.

  1. Brasil proíbe bets e clubes perdem patrocínios milionários

    A decisão do governo Lula de retirar as autorizações de 85 empresas de apostas esportivas, que operam 185 plataformas, afeta diretamente os contratos de patrocínio dos principais clubes de futebol do país. O Flamengo, entre outros, pode perder até R$ 400 milhões em receitas. As empresas atingidas incluem conglomerados estrangeiros com ações em bolsa e companhias fundadas no Brasil.

    "A decisão jogou na ilegalidade empresas com acionistas formados por conglomerados estrangeiros de apostas com ações em bolsa."

  2. Nove partidos repassaram R$ 21,6 mi a candidatos suspeitos

    Nove partidos políticos brasileiros distribuíram ao menos R$ 21,6 milhões em verbas públicas para candidatos apontados pelo Ministério Público Eleitoral ou pelos Tribunais Regionais Eleitorais como vinculados ao crime organizado. O dinheiro veio de fundos eleitorais financiados pelo contribuinte. A distribuição ocorreu durante o ciclo eleitoral em curso, expondo o eleitorado a campanhas com financiamento público e suspeitas criminais simultâneas.

    "Recursos do fundo público chegaram a candidatos que o próprio sistema de Justiça já havia sinalizado como ligados ao crime organizado."

  3. Honestidade intelectual tem custo real no Brasil

    No Brasil atual, quem reconhece erros de todos os lados políticos sem distinção tende a ser marginalizado por ambos os campos. Contribuintes que cumprem obrigações fiscais e cidadãos que se recusam a adotar narrativas partidárias não recebem reconhecimento nem benefício concreto do Estado. O resultado é um ambiente em que a lealdade ideológica é recompensada e a honestidade, penalizada.

    "O preço de ser honesto, no Brasil de hoje, é pago por quem se recusa a escolher o lado da mentira."

  4. Candidatos menores focam redutos para conter voto útil

    Na reta final antes do primeiro turno de 2026, candidatos com menor intenção de voto concentram agenda em seus territórios eleitorais mais fiéis. A estratégia busca segurar eleitores que, diante das pesquisas, podem migrar para Lula ou Flávio Bolsonaro por considerarem seu candidato sem chances. O fenômeno do voto útil tende a se intensificar nas últimas semanas de campanha e pode definir quem chega ao segundo turno.

    "A estratégia tenta minguar a antecipação do voto útil — quando eleitores de candidatos menores migram seus votos a partir da percepção de derrota do nome de sua preferência."

  5. Leão XIV visita França e surpreende com adesão popular

    O papa Leão XIV visitou Paris em setembro de 2026 e reuniu cerca de 800 mil pessoas nas ruas da cidade. A adesão surpreendeu observadores num país onde os católicos praticantes são hoje minoria. A mensagem papal sobre reconciliação e diálogo encontrou eco mesmo entre cidadãos sem vínculo religioso declarado, sugerindo que o momento político europeu cria abertura para discursos que há pouco tempo pareceriam anacrônicos.

    "A mensagem, que há menos de 20 anos poderia soar óbvia ou banal, agora tem uma ressonância insuspeita mesmo para quem não faz parte da atual minoria católica da França."

  6. Ana Paula fala sobre desentendimento com Milena no BBB26

    A participante Ana Paula abriu o jogo sobre o conflito com Milena dentro do Big Brother Brasil 26, admitindo dificuldade em saber em quem confiar dentro da casa. O desentendimento entre as duas chamou atenção do público e gerou debate nas redes sociais. A declaração de Ana Paula sugere um ambiente de desconfiança generalizada entre os participantes.

    "A gente não sabe quem escutar."

  7. Brasil e Austrália enfrentam dependência estrutural da China

    Historiadores Kenneth Maxwell e John Laird analisam como Brasil e Austrália, ambos exportadores de commodities, construíram ao longo de décadas uma dependência econômica profunda da China. Cada decisão comercial, tomada isoladamente, pareceu razoável — mas o acúmulo dessas escolhas foi estreitando a margem de manobra dos dois países. O resultado é uma vulnerabilidade estrutural que limita a autonomia diplomática e econômica de potências médias diante de um parceiro dominante.

    "Decisões que fazem sentido isoladamente podem, acumuladas ao longo dos anos, estreitar a autonomia futura."

  8. Ciclone avança pelo Sul com granizo e desabrigados

    Temporais atingiram o Rio Grande do Sul nesta segunda-feira, com granizo danificando cerca de 3 mil residências em ao menos uma cidade do estado. Quatro pessoas ficaram feridas e mais de 39 mil foram afetadas, segundo a Defesa Civil do RS. Um ciclone deve intensificar as chuvas na terça-feira. Moradores relatam ter perdido o teto e aguardam abrigo.

    "'Estamos sem teto', diz moradora após granizo danificar 3 mil casas em cidade do RS."

  9. Debate sobre Escudo das Américas questiona soberania tecnológica brasileira

    O conceito de 'Escudo das Américas' voltou ao centro do debate político brasileiro, levantando questões sobre quem controla as cadeias produtivas que vão da mineração ao processamento tecnológico. A disputa não é apenas militar: envolve o domínio sobre recursos estratégicos e a dependência do Brasil em relação a fornecedores externos. Para o eleitorado brasileiro, as implicações vão desde a soberania energética até a vulnerabilidade a interferências estrangeiras.

    "Fontes diversificadas e confiáveis diz respeito à disputa pelo controle das cadeias que vão da extração do minério à tecnologia, passando pelo processamento."

  10. Deslizamentos e enchentes matam 25 no Nepal

    Entre quinta-feira e domingo, pelo menos 25 pessoas morreram em diferentes regiões do Nepal devido a deslizamentos de terra, enchentes e uma avalanche, segundo o governo nepalês. Quatro trabalhadores de um acampamento de montanha morreram na avalanche e 12 pessoas seguem desaparecidas. As autoridades emitiram alertas de desastre enquanto as buscas continuam em áreas de difícil acesso.

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