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samedi 26 septembre 2026 · ECHO HARBOR NEWS · 26 sept., 09:43 UTC

lutar ou morrer — G1

Rinoceronte-negro ataca carro de turistas na Namíbia e sobrevivente descreve escolha sem saída.

O mesmo evento físico chegou ao leitor brasileiro com custos humanos nomeados em um veículo e sem eles em outro — enquanto a pesquisa Datafolha a dez dias do primeiro turno ficou na margem do mapa.

Na manhã de quinta-feira, em algum ponto da savana da Namíbia, um rinoceronte-negro carregou contra um veículo de turistas. O carro tombou. Quem estava dentro sobreviveu e, mais tarde, descreveu o que sentiu naquele momento como uma situação de "lutar ou morrer" (G1). O nome do sobrevivente não aparece em nenhum dos textos disponíveis.

Les histoires du jour

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  1. Itália limita alunos estrangeiros a 30% por turma

    O governo de Giorgia Meloni aprovou uma lei que restringe a 30% a proporção de alunos que não falam italiano em cada sala de aula das escolas públicas italianas. A medida também proíbe o uso de véus que cubram o rosto, como o niqab, no ambiente escolar. As famílias afetadas são, em sua maioria, imigrantes e muçulmanas. Críticos argumentam que a lei aprofunda a exclusão de crianças já em situação vulnerável.

    "Nas escolas, o número de estrangeiros que não falam italiano não poderá superar 30% em cada classe."

  2. Discursos na ONU revelam tensões e críticas globais

    Setenta discursos proferidos na Assembleia Geral da ONU expuseram um leque de críticas à organização, com líderes questionando sua utilidade e legitimidade. Entre as falas mais contundentes, a ONU foi descrita como uma estrutura que serve apenas a burocratas privilegiados. O debate repercutiu no Rio Grande do Sul, onde eleitores acompanham o cenário político com olhos voltados para 2026.

    "Ela se transformou em uma organização inútil que só serve para alimentar uma casta de parasitas arrogantes, disfarçados de burocratas bem-intencionados."

  3. Lula lidera com quatro pontos sobre Flávio Bolsonaro

    A dez dias do primeiro turno, pesquisa Datafolha mostra Lula com quatro pontos de vantagem sobre Flávio Bolsonaro na corrida presidencial de 2026. A margem é consideravelmente menor do que os 14 pontos que o petista tinha sobre o pai, Jair Bolsonaro, no mesmo período de 2022. O levantamento inclui recortes por estado, com dados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Alagoas e Pernambuco.

    "A vantagem de Lula caiu de 14 para quatro pontos em relação ao mesmo momento do ciclo eleitoral anterior."

  4. Trump restringe acesso de imprensa à Casa Branca

    O governo Trump passou a limitar o acesso de veículos de comunicação como CNN, MSNBC e Politico às dependências da Casa Branca, excluindo repórteres de briefings e eventos oficiais. A medida representa uma ruptura com décadas de convenção sobre a presença da imprensa credenciada no centro do poder executivo americano. As redações afetadas contestam a decisão, argumentando que ela compromete a cobertura independente do governo.

  5. Governo Lula mantém proibição de bets e não reembolsa outorgas

    O governo federal brasileiro confirmou que não devolverá os valores pagos por operadoras de apostas esportivas que obtiveram outorgas antes da proibição entrar em vigor. Clubes de futebol, que dependiam de patrocínios dessas empresas, contabilizam perdas significativas. O presidente do Fluminense estima prejuízo superior a R$ 100 milhões para o clube com a saída dos patrocinadores do setor.

    "Presidente do Fluminense calcula prejuízo sem bet: 'Mais de R$ 100 milhões'"

  6. STF identifica tentativa de fraude com inteligência artificial

    O Supremo Tribunal Federal detectou uma tentativa de fraude envolvendo o uso de inteligência artificial em processo sob relatoria do ministro Zanin. A corte não divulgou detalhes completos sobre os responsáveis, mas confirmou que o episódio está sendo investigado internamente. O caso levanta preocupações sobre a integridade dos sistemas digitais utilizados pelo tribunal.

    "Nenhuma das informações publicadas eram verdadeiras."

  7. Lula anuncia universalização do Pé-de-Meia até 2027

    O presidente Lula anunciou a intenção de universalizar o programa Pé-de-Meia até 2027, ampliando o benefício a cerca de 2,4 milhões de estudantes do ensino médio público que ainda não estão cadastrados no CadÚnico. O programa oferece incentivo financeiro para reduzir a evasão escolar entre jovens de baixa renda. A expansão dependeria de aprovação orçamentária e de ajustes nos critérios de elegibilidade.

  8. Delegações abandonam plenário durante discurso de Netanyahu na ONU

    Dezenas de delegações de países membros da ONU deixaram o plenário da Assembleia Geral em setembro de 2025 antes e durante o discurso do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu. O Brasil esteve entre os países que optaram pela saída como forma de protesto. A ação reflete o crescente isolamento diplomático de Israel em fóruns multilaterais em meio ao conflito em Gaza.

    "Brasil abandona plenário da ONU antes de discurso de Netanyahu na Assembleia Geral."

  9. Lula defende estabilidade fiscal e reforma do Judiciário a empresários

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, em evento da Esfera Brasil em São Paulo, que a estabilidade fiscal não é uma escolha do governo, mas uma obrigação. Diante de empresários, Lula também defendeu mudanças no Judiciário. O discurso busca aproximar o governo do setor privado em momento de tensão sobre as contas públicas.

    "Estabilidade fiscal é uma coisa obrigatória, não é nem competência do governo, é obrigatória dele."

  10. Congresso debate riscos de IA para crianças brasileiras

    O Congresso Nacional discute medidas para regular o uso de companheiros virtuais com inteligência artificial por crianças e adolescentes. A preocupação central é o acesso facilitado a conteúdos e interações potencialmente prejudiciais por meio dessas ferramentas. Especialistas apontam que a ausência de regulamentação clara deixa os jovens expostos a riscos que vão além do que pais e escolas conseguem monitorar.

    "Os companheiros de IA estão ao alcance de crianças e adolescentes, e os perigos que trazem ainda não têm resposta legislativa à altura."

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