Vicens satisfeito com vitória, mas exige melhor futebol na segunda mão

Temos de ser melhores. Teremos mais uma semana de trabalho.
Vicens reconhece que o Braga precisa de melhorar significativamente para a segunda mão da pré-eliminatória.
Mark

Vicens parecia satisfeito, mas também preocupado. Porque é que uma vitória 1-0 fora de casa não o deixou completamente tranquilo?

Mimi

Porque sabe que o Braga tem mais para dar. Uma vitória é uma vitória, mas ele viu uma equipa que defendeu bem mas que não conseguiu controlar o jogo como gostaria. O Zeleznicar estava mais fresco, mais preparado fisicamente, e isso notou-se.

Mark

Ele disse que não foi surpreendido pelo Zeleznicar. Isso significa que o adversário era fraco?

Mimi

Não, significa que Vicens fez o trabalho de casa. Conhecia os pontos fortes do Zeleznicar — a pressão, a intensidade física, a saída de bola — e estava preparado. Mas estar preparado e conseguir dominar são duas coisas diferentes.

Mark

A segunda mão é em casa. Isso muda tudo?

Mimi

Muda muito. Braga terá o apoio dos seus adeptos, uma semana inteira de treino para integrar melhor os jogadores novos, e a vantagem de jogar em casa. Vicens acredita que pode fazer uma exibição muito melhor.

Mark

Mas e se o Zeleznicar vier com a mesma intensidade?

Mimi

Então o Braga terá de estar mais fresco, mais preparado, e com mais futebol. Vicens sabe que não pode contar apenas com a defesa. Precisa de criar, de controlar, de dominar.

  • O Braga venceu fora de casa, mas o treinador sabe que a equipa ficou aquém do seu potencial real.
  • O Zeleznicar, mais adiantado na pré-época, pressionou com intensidade e criou dificuldades reais na fase final do jogo.
  • A união defensiva foi o escudo que protegeu o resultado quando o cansaço e a frescura do adversário ameaçavam o 1-0.
  • Vicens promete uma semana de trabalho intenso para aprofundar conceitos, melhorar a condição física e integrar os novos jogadores.
  • A segunda mão a 30 de julho chega com o Braga em vantagem, mas com a exigência declarada de uma exibição muito superior.

Na Sérvia, o SC Braga conquistou uma vitória discreta mas valiosa — um golo de penálti de Ricardo Horta foi suficiente para vencer o Zeleznicar Pancevo por 1-0 na primeira mão da pré-eliminatória da Liga Conferência. O treinador Carlos Vicens reconhece que a equipa sobreviveu mais do que brilhou, encontrando no coletivo defensivo a sua maior virtude da noite. A vitória existe, mas serve sobretudo como ponto de partida para o que Vicens acredita que o Braga é verdadeiramente capaz de mostrar.

Carlos Vicens deixou a Sérvia com os três pontos que procurava, mas com a consciência de que o seu SC Braga tinha ficado longe do melhor futebol que é capaz de produzir. O golo de penálti de Ricardo Horta aos 67 minutos resolveu a primeira mão da segunda pré-eliminatória da Liga Conferência, mas o treinador espanhol sabia que havia muito mais por mostrar.

Vicens não foi apanhado de surpresa pelo adversário. Tinha estudado o Zeleznicar com cuidado e reconheceu em campo tudo o que esperava — organização defensiva, pressão agressiva e intensidade física. O que o satisfez foi a resposta coletiva da equipa depois de abrir o marcador, especialmente quando o adversário, mais avançado na preparação pré-época, começou a criar dificuldades. Nessa fase, o Braga defendeu sempre junto, como um bloco, e foi esse carácter que preservou o resultado.

Com a segunda mão agendada para 30 de julho, Vicens tem uma semana para trabalhar. Prometeu aos adeptos bracarenses uma exibição muito melhor do que a vista na Sérvia — não por arrogância, mas por confiança no trabalho que pretende fazer: aprofundar conceitos, melhorar a condição física e acelerar a integração dos jogadores recém-chegados. O 1-0 coloca o Braga numa posição confortável, mas para o treinador, a vitória é apenas o ponto de partida.

Carlos Vicens saiu do estádio do Zeleznicar Pancevo na noite de quarta-feira com a vitória que procurava, mas com a sensação de que o seu SC Braga tinha deixado futebol em cima do relvado. O golo de penálti convertido por Ricardo Horta aos 67 minutos tinha sido suficiente para vencer 1-0 na primeira mão da segunda pré-eliminatória da Liga Conferência, na Sérvia, mas o treinador espanhol sabia que havia muito mais para mostrar.

Vicens não se deixou impressionar pela atitude do Zeleznicar. Tinha estudado o adversário com cuidado, identificado os seus pontos fortes — a saída de bola organizada na defesa, a pressão agressiva, a intensidade física — e reconheceu que nada do que viu em campo foi inesperado. O que o satisfez foi a forma como a sua equipa se comportou depois de abrir o marcador, especialmente quando o Zeleznicar, mais adiantado na sua preparação pré-época, começou a criar dificuldades. Nessa fase, o Braga precisou de se agarrar ao resultado, e foi aí que a união defensiva se tornou crucial.

O treinador descreveu o que viu na segunda metade do encontro com clareza: a equipa defendeu sempre junta, sempre como um bloco. Quando o cansaço começou a aparecer — aquele ponto extra de frescura que o adversário ainda possuía — os jogadores abraçaram-se uns aos outros, literalmente e no sentido tático. Não foi uma exibição brilhante, mas foi uma exibição de carácter.

Mas Vicens deixou claro que isto era apenas o primeiro passo. Com a segunda mão marcada para 30 de julho, tinha uma semana inteira para trabalhar. Prometeu aos adeptos bracarenses uma exibição muito melhor do que a que tinham visto na Sérvia. Não se tratava de arrogância — era confiança baseada no trabalho que sabia que podia fazer. Pretendia aprofundar os conceitos da equipa, trabalhar a vertente física e melhorar a ligação com os jogadores que tinham chegado nesta temporada, ainda em fase de integração.

O resultado de 1-0 deixava o Braga numa posição confortável para a volta, mas Vicens sabia que o futebol que tinha apresentado não era o que a sua equipa era capaz de fazer. A vitória era bem-vinda, a defesa tinha sido sólida, mas havia espaço para muito mais. A próxima semana seria dedicada a transformar esse potencial em realidade.

Não foi novidade nada do que fizeram. Sabíamos qual a qualidade deste adversário e das ideias que colocam em campo.
— Carlos Vicens, treinador do SC Braga
Defendemos sempre juntos, sempre como uma equipa. Nesse período, devido ao facto do Zeleznicar estar mais avançado na sua preparação, sentimos algumas dificuldades.
— Carlos Vicens
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