Unimar tem duas pesquisadoras entre os 2% mais influentes do mundo

Cada publicação representa a possibilidade concreta de melhorar vidas
Sandra Barbalho reflete sobre o significado de suas pesquisas em fitoquímicos para doenças crônicas.
Mark

O que significa estar entre os 2% mais influentes do mundo em ciência? É só ter muitas publicações?

Mimi

Não, é bem mais que quantidade. O ranking de Stanford e Elsevier avalia impacto de citação, produtividade e relevância acumulada. Significa que outros cientistas replicam e constroem sobre suas pesquisas.

Luke

Mas quantos pesquisadores foram avaliados? Mais de 200 mil, segundo o texto. Então 2% seriam cerca de 4 mil pessoas. É um número grande ou pequeno?

Mimi

É um número pequeno considerando a população global de cientistas. Mas o ponto é que essas duas pesquisadoras estão no mesmo programa, na mesma universidade, na mesma edição do ranking.

Mark

E o que elas estudam? São áreas relacionadas?

Mimi

Sandra Barbalho trabalha com fitoquímicos aplicados a doenças crônico-degenerativas — diabetes, síndrome metabólica, doenças cardiovasculares. Maria Angélica Miglino é referência em placentologia comparada, terapia celular e engenharia tecidual.

Luke

Então não são exatamente a mesma área, mas ambas estão em um programa interdisciplinar de saúde. Isso faz sentido.

Mimi

Exatamente. A Unimar tem uma política institucional que valoriza pesquisa interdisciplinar e internacionalização. Isso parece estar funcionando.

Mark

Qual é o impacto real disso para pacientes ou para a sociedade?

Mimi

Barbalho diz que cada publicação representa a possibilidade concreta de melhorar protocolos clínicos e qualidade de vida de pacientes. Miglino destaca que a produção científica dialoga com laboratórios de todo o mundo.

Luke

Mas o texto não oferece exemplos específicos de como essas pesquisas já mudaram protocolos ou salvaram vidas. Sabemos que o trabalho é citado, mas não sabemos o resultado prático ainda.

Mimi

É verdade. O reconhecimento é sobre influência científica, não necessariamente sobre aplicação clínica já implementada.

  • Estar entre os 2% mais influentes do mundo em um universo de mais de 200 mil pesquisadores avaliados é uma distinção que pouquíssimas instituições brasileiras conquistam em uma única edição do ranking.
  • O impacto das pesquisas de Sandra Barbalho sobre diabetes e síndrome metabólica toca diretamente a vida de dezenas de milhões de brasileiros que convivem com essas condições crônicas.
  • Maria Angélica Miglino acumula reconhecimentos de academias científicas na Espanha e nos Estados Unidos, além de premiações nacionais de FAPESP, CNPq e Capes, consolidando uma trajetória de alcance verdadeiramente global.
  • O duplo reconhecimento na mesma edição do ranking não é coincidência — é resultado de uma política institucional deliberada que une pesquisa interdisciplinar, internacionalização e compromisso com impacto social.
  • O Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Saúde da Unimar, ao qual ambas pertencem, mantém inscrições abertas para mestrado e doutorado, sinalizando que esse ecossistema científico segue em expansão.

Em um mundo onde o conhecimento científico raramente ultrapassa as fronteiras dos laboratórios que o produz, duas pesquisadoras da Universidade de Marília alcançaram o que poucos conseguem: figurar entre os 2% de cientistas mais influentes do planeta, segundo o ranking elaborado por Stanford e Elsevier. Sandra Barbalho, com seus estudos sobre fitoquímicos e doenças crônico-degenerativas, e Maria Angélica Miglino, pioneira em placentologia comparada e engenharia tecidual, representam não apenas conquistas individuais, mas o amadurecimento de uma instituição que apostou na ciência interdisciplinar como vocação. O reconhecimento chega como lembrete de que excelência científica, quando enraizada no compromisso social, encontra eco muito além das fronteiras nacionais.

A Universidade de Marília encerra 2026 com uma distinção rara: duas de suas pesquisadoras figuram entre os 2% de cientistas mais influentes do planeta, segundo o ranking elaborado por Stanford em parceria com a Elsevier. Sandra Maria Barbalho e Maria Angélica Miglino conquistaram esse lugar em uma avaliação que examina mais de 200 mil pesquisadores globalmente, medindo não apenas publicações, mas o alcance real das pesquisas — quantas vezes outros cientistas as citam e constroem sobre elas.

Sandra Barbalho dedicou sua trajetória ao estudo de fitoquímicos aplicados ao tratamento de doenças crônico-degenerativas como diabetes, síndrome metabólica e doenças cardiovasculares — condições que afetam dezenas de milhões de brasileiros. Ao comentar o reconhecimento, ela destacou que o resultado reflete trabalho coletivo e que cada publicação representa a possibilidade concreta de melhorar protocolos clínicos e a qualidade de vida de pacientes.

Maria Angélica Miglino construiu sua carreira nas fronteiras da medicina veterinária e das ciências morfológicas, tornando-se referência mundial em placentologia comparada, terapia celular e engenharia tecidual. Reconhecida pela Real Academia de Ciencias Veterinarias de España e pela American Association of Anatomists, ela descreveu o reconhecimento como uma responsabilidade e uma alegria, atribuindo-o ao trabalho em equipe e ao ambiente de liberdade intelectual e rigor metodológico que a Unimar oferece.

O reitor Márcio Mesquita Serva celebrou a conquista como fruto de dedicação e compromisso com conhecimento que transforma vidas. A Pró-Reitora de Pesquisa, Tânia Cristina Pithon Curi, situou o duplo reconhecimento no contexto de uma política institucional que valoriza pesquisa interdisciplinar e internacionalização. Ambas as pesquisadoras integram o Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Saúde da Unimar, com inscrições abertas para o Mestrado até 10 de dezembro e candidaturas para o Doutorado em fluxo contínuo.

A Universidade de Marília encerra 2026 com uma distinção rara: duas de suas pesquisadoras figuram entre os 2% de cientistas mais influentes do planeta, segundo o ranking elaborado pela Universidade de Stanford em parceria com a Elsevier. Sandra Maria Barbalho e Maria Angélica Miglino conquistaram esse lugar em uma avaliação que examina mais de 200 mil pesquisadores globalmente, considerando impacto de citação, produtividade e relevância científica acumulada ao longo de suas carreiras.

O ranking de Stanford e Elsevier funciona como um dos indicadores mais precisos da influência científica internacional porque não se limita a contar publicações. Mede, fundamentalmente, o alcance real das pesquisas — quantas vezes outros cientistas as replicam, citam e constroem sobre elas. Estar entre os 2% mais influentes do mundo significa que o trabalho dessas duas pesquisadoras transcendeu laboratórios e fronteiras nacionais, gerando impacto mensurável na comunidade científica global.

Sandra Barbalho dedicou sua trajetória ao estudo de fitoquímicos — compostos naturais — aplicados ao tratamento de doenças crônico-degenerativas. Suas linhas de investigação conectam diabetes, síndrome metabólica e doenças cardiovasculares, condições que afetam dezenas de milhões de brasileiros. A consistência de sua produção a consolidou entre as pesquisadoras mais citadas em sua área no país. Em declaração sobre o reconhecimento, Barbalho enfatizou que integrar a lista dos 2% mais influentes reflete trabalho coletivo de uma equipe comprometida com ciência de impacto real. Cada publicação, segundo ela, representa a possibilidade concreta de melhorar protocolos clínicos e qualidade de vida de pacientes. Ela destacou que fazer parte da Unimar potencializa esse trabalho com uma estrutura interdisciplinar raramente encontrada reunida em um único programa.

Maria Angélica Miglino construiu sua carreira nas fronteiras mais inovadoras da medicina veterinária e das ciências morfológicas. É referência mundial em placentologia comparada, terapia celular e engenharia tecidual. Sua trajetória recebeu reconhecimento da Real Academia de Ciencias Veterinarias de España, da American Association of Anatomists e de premiações nacionais da FAPESP, do CNPq e da Capes. Miglino descreveu o reconhecimento como uma responsabilidade e uma grande alegria, atribuindo-o ao trabalho em equipe. Ela expressou orgulho em integrar o corpo docente da Unimar, destacando que a produção científica da instituição dialoga com laboratórios e grupos de pesquisa de todo o mundo. Para ela, estar entre os 2% mais influentes do planeta confirma que essa conversa tem substância e impacto, e que o programa oferece um ambiente que alia liberdade intelectual, rigor metodológico e vocação interdisciplinar.

O reitor Márcio Mesquita Serva celebrou a conquista e estendeu o reconhecimento a toda a comunidade científica da universidade, caracterizando o resultado como fruto de muito trabalho, dedicação, excelência científica e compromisso com produção de conhecimento que transforma vidas. A Pró-Reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Tânia Cristina Pithon Curi — ela própria pesquisadora com investigações sobre exercício físico, metabolismo de leucócitos e apoptose celular — situou o duplo reconhecimento no contexto da política científica institucional. Segundo ela, ter duas pesquisadoras do mesmo programa reconhecidas como as mais influentes do mundo na mesma edição do ranking resulta de uma política institucional que valoriza pesquisa interdisciplinar, investe na internacionalização e entende que excelência científica é inseparável do compromisso com formação de pesquisadores e com impacto social do conhecimento produzido.

Ambas as pesquisadoras integram o corpo docente do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Saúde da Unimar (PPGIS), que consolida esse ecossistema científico em um programa avaliado pela Capes e reconhecido pela produção que gera. As inscrições para o Mestrado Interdisciplinar em Saúde estão abertas até 10 de dezembro, com entrevistas agendadas para 12 de dezembro a partir das 8h30. O Doutorado recebe candidatos em fluxo contínuo, com informações disponíveis pelo e-mail [email protected] ou telefone (14) 2105-4100.

Integrar a lista dos 2% mais influentes do mundo é uma honra que reflete o trabalho coletivo de toda uma equipe comprometida com ciência de impacto real
— Sandra Maria Barbalho
Estar entre os 2% mais influentes do planeta é a confirmação de que essa conversa tem substância e impacto
— Maria Angélica Miglino
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