Em setembro de 2026, uma pesquisa Reuters/Ipsos revelou que a aprovação de Donald Trump caiu para 32% — o patamar mais baixo de toda a sua trajetória política —, enquanto a desaprovação alcançou 66%. Esse momento marca não apenas um número, mas um ponto de inflexão na relação entre um líder e o povo que o elegeu. A história registra que governos que chegam a esse nível de rejeição raramente conseguem recuperar o ímpeto sem transformações profundas em sua conduta ou agenda.
Trump atinge menor aprovação de sua carreira política, aponta pesquisa Reuters/Ipsos
Aprovação em mínima histórica, desaprovação em 66%
Como uma queda tão acentuada na aprovação presidencial acontece? Há um evento específico que explique isso?
A pesquisa não detalha as causas diretas, apenas registra que Trump atingiu 32% de aprovação — seu pior resultado. Mas uma queda dessa magnitude geralmente reflete acúmulo de insatisfação com políticas, economia ou eventos que afetam a vida das pessoas.
Aqui está o problema: temos os números da Reuters/Ipsos, que são confiáveis, mas o material não nos diz o quê causou essa queda. Não sabemos se foi uma decisão política específica, uma crise econômica, ou simplesmente desgaste natural ao longo do tempo.
E quanto aos 66% de desaprovação? Isso significa que dois terços do país o rejeita?
Tecnicamente, sim — 66% expressaram desaprovação quando perguntados. Mas pesquisas de aprovação deixam espaço para indecisos ou aqueles que não responderam, então não é exatamente dois terços da população inteira.
Exato. Precisamos ser cuidadosos: 32% aprovação e 66% desaprovação deixam 2% não contabilizados — provavelmente indecisos ou sem opinião formada. A Reuters/Ipsos é rigorosa, mas esses números refletem respondentes que expressaram posição clara.
Qual é o significado político disso? Um presidente com 32% de aprovação consegue governar?
Consegue, mas com limitações severas. Legisladores de seu próprio partido podem se distanciar, e sua capacidade de mobilizar apoio público para novas iniciativas fica comprometida. Eleições futuras também ficam mais difíceis.
Historicamente, presidentes nesse patamar enfrentam dificuldades reais, mas o sistema americano permite que governem mesmo com aprovação baixa. O que muda é a margem de manobra política — menos flexibilidade, mais resistência.
Isso é realmente o pior resultado de Trump em toda sua carreira?
Segundo a Reuters/Ipsos, sim. Mesmo durante sua primeira presidência, quando enfrentou impeachment e outras crises, não havia caído tão baixo quanto agora.
Mas precisamos notar: essa é a medição de uma única instituição em um momento específico. Outras pesquisas podem variar ligeiramente. O padrão geral, porém, parece apontar para aprovação em níveis historicamente baixos.
Le Pouls
- A aprovação de Trump despencou para 32%, um mínimo histórico que supera qualquer baixa registrada durante sua primeira presidência entre 2017 e 2021.
- Com 66% de desaprovação, o espaço para indecisos ou posições neutras praticamente desapareceu, sinalizando uma rejeição ampla e consolidada ao governo.
- A trajetória descendente — não um pico isolado, mas uma queda consistente — indica que políticas ou eventos recentes afastaram parcelas significativas do eleitorado.
- Aliados republicanos em disputas locais e estaduais já enfrentam a pressão de calibrar sua proximidade com o presidente, temendo o contágio eleitoral de sua impopularidade.
- A administração Trump enfrenta agora o desafio de manter coalizões no Congresso e avançar sua agenda legislativa em um ambiente de crescente erosão de apoio.
Em setembro de 2026, uma pesquisa Reuters/Ipsos revelou que a aprovação de Donald Trump caiu para 32% — o patamar mais baixo de toda a sua trajetória política —, enquanto a desaprovação alcançou 66%. Esse momento marca não apenas um número, mas um ponto de inflexão na relação entre um líder e o povo que o elegeu. A história registra que governos que chegam a esse nível de rejeição raramente conseguem recuperar o ímpeto sem transformações profundas em sua conduta ou agenda.
A pesquisa Reuters/Ipsos divulgada em setembro de 2026 trouxe um dado sem precedentes na carreira de Donald Trump: sua aprovação caiu para 32%, o nível mais baixo que o presidente já registrou desde que ingressou na política nacional. Ao mesmo tempo, a desaprovação saltou para 66%, deixando pouco espaço para posições intermediárias entre a população adulta americana.
O resultado contrasta com os anos de sua primeira presidência, quando os índices oscilaram, mas nunca chegaram a esse patamar. A queda atual não é um fenômeno pontual — trata-se de uma trajetória descendente consistente, o que, segundo analistas, aponta para um descontentamento enraizado e não apenas uma reação passageira a eventos isolados.
A Reuters/Ipsos é considerada uma das ferramentas mais confiáveis de medição de opinião pública nos Estados Unidos, o que empresta peso adicional aos números. Com rejeição em dois terços da população, o governo enfrenta obstáculos concretos para mobilizar apoio no Congresso e para implementar sua agenda. Historicamente, presidentes nessa situação encontram resistência crescente até dentro de seu próprio campo político.
O impacto se estende além de Washington. Candidatos republicanos em eleições locais e estaduais precisarão decidir com cuidado o quanto se aproximam ou se distanciam do presidente — uma equação delicada que os números de setembro de 2026 tornaram ainda mais urgente.
A aprovação do presidente Donald Trump atingiu seu ponto mais baixo em toda sua carreira política, segundo levantamento da Reuters/Ipsos divulgado em setembro de 2026. O índice caiu para 32%, marcando a primeira vez que o mandatário desce a esse patamar desde que começou sua trajetória na política nacional. Simultaneamente, a desaprovação saltou para 66%, refletindo uma deterioração acentuada na confiança pública em seu governo.
Esse resultado representa um marco significativo na história política de Trump. Durante sua primeira presidência, entre 2017 e 2021, seus índices de aprovação oscilaram, mas nunca haviam atingido patamares tão baixos quanto os registrados agora. A queda atual sugere que eventos ou políticas implementadas nos meses anteriores ao levantamento contribuíram para o afastamento de parcelas consideráveis do eleitorado.
A pesquisa Reuters/Ipsos é uma das mais respeitadas ferramentas de medição de opinião pública nos Estados Unidos, o que confere peso particular a esses números. O instituto realiza sondagens regulares com amostras representativas da população adulta americana, permitindo acompanhar tendências ao longo do tempo. A consistência dessa queda — não apenas um pico isolado, mas uma trajetória descendente — indica um padrão consolidado de descontentamento.
A desaprovação em 66% deixa pouca margem para posições neutras ou indecisos. Esse nível de rejeição sugere que o governo enfrenta desafios significativos em sua capacidade de manter coalizões políticas e implementar sua agenda legislativa. Historicamente, presidentes com índices de aprovação tão baixos enfrentam dificuldades para mobilizar apoio no Congresso e entre eleitores indecisos em períodos eleitorais.
Os números levantam questões sobre as dinâmicas políticas que se desenrolam nos próximos meses. Com aprovação em mínima histórica, Trump e sua administração enfrentarão pressão crescente tanto de críticos quanto de aliados que podem questionar a viabilidade de sua agenda. O resultado também pode influenciar comportamentos de candidatos republicanos em eleições locais e estaduais, que precisarão calibrar seu distanciamento ou proximidade com o presidente conforme suas próprias estratégias eleitorais.
Citations marquantes
Trump tem a menor aprovação da história de sua carreira política— Reuters/Ipsos