Em um momento que pode reconfigurar décadas de conflito no Oriente Médio, Donald Trump anunciou na sexta-feira que a guerra em Gaza se aproxima do fim, após o Hamas sinalizar aceitação ao plano de paz americano de 20 pontos e disposição para libertar todos os reféns. O presidente, agradecendo mediadores regionais como Catar, Turquia e Arábia Saudita, pediu publicamente a Israel que cesse os bombardeios imediatamente — um gesto que, se correspondido, abriria caminho para negociações concretas sobre cessar-fogo e transição de poder em Gaza. A história, porém, reserva suas maiores dúvidas para os
Trump anuncia que fim da guerra em Gaza está próximo após Hamas aceitar libertar reféns
Alguns dos reféns, infelizmente, vocês sabem a condição em que estão
Trump diz que o fim da guerra está próximo. Mas o que exatamente mudou para que ele fizesse esse anúncio agora?
O Hamas respondeu formalmente ao plano de paz de 20 pontos que Trump havia apresentado. Eles confirmaram que estão prontos para libertar os reféns e negociar o fim do conflito. Isso é significativo porque antes havia silêncio ou rejeição.
Mas espera — o Hamas aceitou o plano inteiro? Ou apenas partes dele?
Aceitaram a maioria. Confirmaram disposição para cessar-fogo, libertação de reféns, e até a criação de um governo de transição supervisionado por Trump e Tony Blair. Mas não confirmaram se vão se desarmar, que é uma condição do acordo.
E Israel? Trump pediu que Israel parasse de bombardear. Eles vão fazer isso?
Trump fez o pedido publicamente, mas a fonte não relata uma resposta de Israel ainda. É um passo importante, mas não é confirmação de que Israel vai cumprir.
Então temos Hamas dizendo que está pronto, Trump dizendo que está próximo, mas nenhum dos dois lados confirmou os pontos mais difíceis — desarmamento do Hamas, parada real dos bombardeios israelenses.
Exatamente. Trump descreveu como um dia "sem precedentes", mas o acordo ainda precisa sair do papel. Os próximos dias vão mostrar se isso é movimento real ou apenas declarações de intenção.
Quantos reféns estamos falando?
A fonte não especifica o número total de reféns ainda em cativeiro. Apenas menciona que alguns estão em condições críticas.
Isso é um detalhe importante que falta. Sem saber quantos reféns há, é difícil avaliar o escopo real do que está sendo negociado.
The Pulse
- O Hamas cumpriu o prazo estabelecido por Trump e confirmou formalmente sua disposição em libertar todos os reféns e negociar o fim do conflito com base no plano americano de 20 pontos.
- Trump reagiu publicamente pedindo a Israel a interrupção imediata dos bombardeios sobre Gaza, criando uma pressão diplomática inédita sobre seu principal aliado na região.
- Reféns ainda em cativeiro — alguns em condições críticas, segundo o próprio presidente — tornam a urgência do acordo não apenas política, mas profundamente humana.
- O plano prevê um governo de transição supervisionado por Trump e Tony Blair, com administração palestina tecnocrática apoiada por países árabes, condição que o Hamas sinalizou aceitar.
- A questão do desarmamento do Hamas permanece sem resposta e pode ser o ponto de ruptura que transforma promessas em impasse nos próximos dias decisivos.
Em um momento que pode reconfigurar décadas de conflito no Oriente Médio, Donald Trump anunciou na sexta-feira que a guerra em Gaza se aproxima do fim, após o Hamas sinalizar aceitação ao plano de paz americano de 20 pontos e disposição para libertar todos os reféns. O presidente, agradecendo mediadores regionais como Catar, Turquia e Arábia Saudita, pediu publicamente a Israel que cesse os bombardeios imediatamente — um gesto que, se correspondido, abriria caminho para negociações concretas sobre cessar-fogo e transição de poder em Gaza. A história, porém, reserva suas maiores dúvidas para os detalhes: o desarmamento do Hamas, exigido no acordo, permanece sem confirmação.
Donald Trump anunciou na sexta-feira que a guerra em Gaza pode estar chegando ao fim, depois que o Hamas declarou sua disposição em libertar todos os reféns em resposta ao plano de paz americano. Em vídeo publicado na Truth Social, o presidente agradeceu os países mediadores — Catar, Turquia, Arábia Saudita, Egito e Jordânia — e descreveu o momento como potencialmente sem precedentes na região.
O plano da Casa Branca, composto por 20 pontos, prevê cessar-fogo imediato, libertação dos reféns e criação de um governo de transição em Gaza supervisionado por Trump e pelo ex-premiê britânico Tony Blair. A administração do enclave seria transferida a um órgão palestino independente formado por tecnocratas, com apoio árabe e islâmico — condição que o Hamas sinalizou aceitar. O desarmamento do grupo, porém, exigido no acordo, ainda não foi confirmado.
Trump enfatizou a urgência do retorno dos reféns, reconhecendo que alguns se encontram em condições críticas. O Hamas respondeu formalmente, confirmando prontidão para negociar os detalhes imediatamente. O porta-voz Taher al-Nounou afirmou à AFP que as declarações de Trump sobre a cessação dos bombardeios israelenses eram encorajadoras e que o grupo estava pronto para avançar rumo a uma troca de prisioneiros e à retirada do exército israelense de Gaza.
Poucos momentos depois, Trump pediu publicamente a Israel que interrompesse os ataques aéreos. 'Israel deve interromper imediatamente o bombardeio a Gaza, para que possamos resgatar os reféns com segurança e rapidez!', escreveu na Truth Social. O Hamas havia cumprido o prazo estabelecido pelo presidente — domingo às 18h em Washington — para se manifestar sobre o acordo.
O momento representa uma possível virada em um conflito que deixou milhares de mortos e deslocados. Ainda assim, questões críticas permanecem abertas: o desarmamento do Hamas e os detalhes práticos da transição de poder em Gaza definirão se as declarações de intenção se convertem em paz real nos próximos dias.
Donald Trump anunciou na sexta-feira que a guerra em Gaza pode estar chegando ao fim, após o Hamas declarar sua disposição em libertar todos os reféns em resposta ao plano de paz proposto pelos Estados Unidos. O presidente gravou um vídeo publicado na Truth Social agradecendo os países que atuaram como mediadores no processo — Catar, Turquia, Arábia Saudita, Egito e Jordânia — descrevendo o momento como potencialmente sem precedentes na região.
O plano apresentado pela Casa Branca contém 20 pontos e prevê um cessar-fogo imediato, a libertação dos reféns sequestrados, e a criação de um governo de transição em Gaza que seria supervisionado por Trump e pelo ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair. O acordo também inclui a transferência da administração do enclave para um órgão palestino independente composto por tecnocratas, com apoio de países árabes e islâmicos — uma condição que o Hamas já sinalizou aceitar. O grupo, porém, ainda não confirmou se concordará em se desarmar, requisito estabelecido no acordo.
Em seu pronunciamento, Trump enfatizou a importância do retorno dos reféns aos seus familiares, reconhecendo que alguns deles estão em condições críticas. "Muito importante: aguardo ansiosamente que os reféns voltem para casa, para seus pais, e que alguns dos reféns, infelizmente, vocês sabem a condição em que estão, também voltem para seus pais", disse o presidente. Ele caracterizou o dia como especial e reiterou que todos os envolvidos nas negociações seriam tratados de forma justa.
O Hamas respondeu formalmente através de um comunicado oficial confirmando sua prontidão para entrar imediatamente em negociações com mediadores para discutir os detalhes do acordo. O grupo declarou que a libertação dos reféns ocorreria "de acordo com a fórmula de troca delineada na proposta do presidente Trump". Taher al-Nounou, porta-voz do Hamas, afirmou à agência France-Presse que as declarações de Trump sobre a cessação imediata dos bombardeios israelenses eram encorajadoras e que o grupo estava pronto para iniciar negociações para alcançar uma troca de prisioneiros, encerrar a guerra e garantir a retirada do exército israelense da Faixa de Gaza.
Pouco após receber a resposta do Hamas, Trump pediu publicamente a Israel que interrompa os ataques aéreos no território palestino. "Com base na declaração recém-emitida pelo Hamas, acredito que eles estão prontos para uma paz duradoura. Israel deve interromper imediatamente o bombardeio a Gaza, para que possamos resgatar os reféns com segurança e rapidez!", escreveu na rede Truth Social. O presidente havia estabelecido um prazo até domingo, às 18h em Washington, para que o Hamas se manifestasse sobre o acordo, prazo que foi cumprido com a resposta do grupo.
O momento marca uma possível inflexão em um conflito que deixou milhares de mortos e deslocados. A aceitação do Hamas ao plano americano, após meses de negociações mediadas por países regionais, sugere uma abertura para encerrar as hostilidades. No entanto, questões críticas permanecem em aberto, particularmente a questão do desarmamento do grupo e os detalhes práticos de como a transição de poder em Gaza será implementada. Os próximos dias serão decisivos para determinar se as declarações de intenção se convertem em ações concretas no terreno.
Notable Quotes
Afirmamos nossa prontidão para imediatamente entrar em negociações, por meio dos mediadores, a fim de discutir os detalhes deste acordo— Hamas, em comunicado oficial
Israel deve interromper imediatamente o bombardeio a Gaza, para que possamos resgatar os reféns com segurança e rapidez— Donald Trump, na rede Truth Social