Tiroteio em Walmart na Virgínia deixa seis mortos; atirador encontrado morto

Pelo menos seis pessoas mortas e várias feridas no tiroteio dentro do supermercado Walmart em Chesapeake, Virgínia.
As pessoas estavam sendo muito amigáveis, falando sobre o Dia de Ação de Graças
Testemunha descreve a atmosfera normal da loja minutos antes do tiroteio em Chesapeake.
Mark

Por que esse tiroteio em particular importa? Há tantos nos EUA que é fácil perder a conta.

Mimi

Porque aconteceu em um lugar onde milhões de pessoas compram toda semana. Um supermercado cheio de gente comum fazendo compras de Ação de Graças. Não era um local específico — era um lugar qualquer.

Luke

Mas precisamos ser honestos: não sabemos ainda quem era o atirador, qual era seu motivo, se era funcionário ou não. Kosinski deixou claro que essas coisas ainda estão sendo investigadas.

Mark

E o contexto? Por que isso é a segunda vez em três dias?

Mimi

Colorado Springs no fim de semana anterior. Cinco mortos em um clube LGBTQ+. Antes disso, Charlottesville. Três jogadores de futebol universitário. É uma sequência que assusta.

Luke

Verdade, mas também é importante notar que esses são eventos separados com circunstâncias diferentes. Não sabemos se há conexão entre eles. Estamos vendo um padrão porque estamos procurando por um.

Mark

Terri Brown estava lá 20 minutos antes. Ela poderia ter estado na loja quando começou.

Mimi

Exatamente. Ela estava em uma fila normal, conversando com outras pessoas sobre o feriado. Ninguém sabia o que estava prestes a acontecer.

Luke

O que ainda não sabemos é crucial: a identidade do atirador, o motivo, se ele era empregado. Kosinski foi claro que essas investigações estão em andamento.

Mark

E quanto aos feridos? Quantos foram?

Mimi

A fonte diz "vários feridos" mas não dá um número específico. Apenas que seis morreram e o número poderia aumentar.

Luke

Isso é importante destacar. Temos um número de mortos confirmado — seis — mas os feridos e o total final ainda são incertos.

  • Um homem abriu fogo dentro de um Walmart lotado em Chesapeake, Virgínia, na noite de terça-feira, matando ao menos seis pessoas e ferindo outras em meio às compras de véspera de feriado.
  • A polícia foi acionada às 22h12 e encontrou múltiplos corpos e feridos espalhados pelos corredores da loja, enquanto o atirador também jazia morto no local.
  • Investigadores vasculhavam os inúmeros corredores e depósitos da loja em busca de mais vítimas, sem ainda confirmar se o agressor era funcionário do Walmart ou como exatamente morreu.
  • O Walmart emitiu nota de choque e solidariedade, declarando cooperação total com as autoridades, enquanto o número de vítimas permanecia sujeito a atualização.
  • O ataque é o segundo tiroteio em massa em menos de uma semana nos EUA, sucedendo a cinco mortes em um clube LGBTQ+ em Colorado Springs, aprofundando a inquietação nacional sobre violência armada.

Na véspera do Dia de Ação de Graças, um supermercado Walmart em Chesapeake, Virgínia, transformou-se em cena de luto quando um homem abriu fogo contra clientes e funcionários, ceifando ao menos seis vidas. O agressor foi encontrado morto no local, deixando investigadores diante de perguntas ainda sem resposta sobre motivo e identidade. O episódio é o segundo ataque em massa nos Estados Unidos em menos de uma semana, reacendendo um debate que o país parece incapaz de encerrar sobre a violência armada que atravessa o cotidiano de suas comunidades.

Na noite de terça-feira, 22 de novembro, um homem entrou em um Walmart em Chesapeake, Virgínia, e abriu fogo contra clientes e funcionários. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram seis pessoas mortas e várias feridas espalhadas pela loja. O atirador também estava morto. O porta-voz da polícia, Leo Kosinski, confirmou o incidente em coletiva, mas não divulgou o nome do agressor nem esclareceu se ele havia se suicidado ou morrido em confronto — afirmando apenas não acreditar que os policiais tivessem atirado.

A loja estava excepcionalmente movimentada naquela noite. Terri Brown, moradora do bairro que havia feito compras cerca de meia hora antes dos disparos, descreveu filas longas nos caixas e clientes animados conversando sobre o Dia de Ação de Graças. Nenhum deles imaginava o que estava por vir. Os investigadores ainda tentavam determinar se o atirador era funcionário do Walmart e continuavam percorrendo os corredores e depósitos em busca de possíveis vítimas adicionais.

O Walmart expressou choque com o ocorrido na manhã seguinte, pedindo orações pelos afetados e afirmando colaboração total com as autoridades. O episódio foi o segundo ataque em massa nos Estados Unidos em menos de uma semana — dias antes, cinco pessoas haviam sido mortas em um clube LGBTQ+ em Colorado Springs. A sequência de tragédias reacendeu o debate sobre a violência armada no país, enquanto as autoridades de Chesapeake seguiam investigando motivos e identidade do atirador.

Na noite de terça-feira, 22 de novembro, um homem entrou em um Walmart em Chesapeake, Virgínia, e abriu fogo contra clientes e funcionários. Quando a polícia chegou, encontrou seis pessoas mortas e várias outras feridas espalhadas pela loja. O atirador também estava morto no local. Leo Kosinski, porta-voz do Departamento de Polícia de Chesapeake, confirmou o incidente em coletiva de imprensa, mas não divulgou o nome do agressor nem ofereceu detalhes sobre como ele morreu — se havia se suicidado ou se foi morto em confronto com a polícia. Kosinski afirmou que não acreditava que nenhum disparo tivesse sido feito pelos policiais.

A polícia foi acionada às 22h12 (00h12 de quarta-feira em Brasília) após denúncia de um tiroteio ativo. Quando os agentes entraram na loja, depararam-se com uma cena de caos: múltiplos corpos e feridos em diferentes pontos do supermercado. Os investigadores ainda não sabiam se o atirador era um funcionário do Walmart. A loja, com seus muitos corredores e áreas de armazenamento, oferecia potenciais esconderijos onde clientes podem ter buscado abrigo durante os disparos. Os policiais continuavam procurando por mais vítimas quando Kosinski falou à imprensa.

O Walmart estava particularmente cheio naquela noite. Terri Brown, moradora do bairro que havia feito compras cerca de 20 ou 30 minutos antes dos disparos, descreveu uma loja repleta de gente. As filas nos caixas eram longas. Os clientes conversavam sobre o Dia de Ação de Graças, que se aproximava, discutindo o que precisavam comprar e preparar. Brown precisou estacionar seu carro longe da entrada devido ao movimento intenso. Nenhum daqueles clientes sabia que em poucos minutos a loja se tornaria uma cena de violência.

Fotos e vídeos do local mostravam policiais reunidos na entrada do prédio, com diversos veículos da polícia espalhados pelo estacionamento. A cena capturava o tamanho da resposta de emergência e a seriedade do incidente. O Walmart, em comunicado na manhã seguinte, expressou choque com o evento e disse estar colaborando plenamente com as autoridades. A empresa pediu orações pelos afetados, pela comunidade e pelos seus funcionários.

Este foi o segundo tiroteio em massa nos Estados Unidos em menos de uma semana. No fim de semana anterior, cinco pessoas haviam sido mortas em um clube LGBTQ+ em Colorado Springs, Colorado. Apenas no início de novembro, três membros do time de futebol da Universidade da Virgínia foram mortos por um ex-jogador que abriu fogo em uma garagem. A sequência de ataques em dias consecutivos ressaltava uma padrão perturbador de violência armada no país. As autoridades de Chesapeake continuavam investigando os detalhes do ataque, tentando determinar o motivo e a identidade do atirador, enquanto o número de vítimas poderia ainda aumentar conforme mais informações emergissem.

A polícia de Chesapeake confirma o incidente do atirador ativo com mortes no Sam's Circle Walmart. O atirador está morto.
— Conta oficial da cidade de Chesapeake no Twitter
Estamos chocados com este trágico evento em nossa loja em Chesapeake, na Virgínia. Estamos orando pelos afetados, pela comunidade e por nossos associados.
— Walmart, em comunicado
Contáctanos FAQ