Em Las Palmas, o Sporting regressou à Taça Ibérica para reescrever o equilíbrio histórico da prova: após ceder o primeiro set ao campeão espanhol Guaguas, os leões ergueram-se com autoridade e conquistaram o troféu por 3-1, abrindo a temporada 2026 com um título internacional. É o gesto antigo do desporto — a queda que precede a afirmação — protagonizado por um coletivo que soube transformar a adversidade em impulso.
Sporting conquista Taça Ibérica ao bater Guaguas em Las Palmas
Sporting reequilibra o histórico da prova após dois anos alternados
Então o Sporting começou a época com um troféu. Isso é significativo?
Muito. É o primeiro título da temporada, e numa competição internacional. Depois de dois anos alternados entre Portugal e Espanha, o Sporting reequilibra o histórico.
Mas é importante notar que a Taça Ibérica teve um ano de interregno. Não sabemos se vai ter continuidade regular ou se é uma prova ocasional.
Como é que o jogo correu?
O Guaguas começou melhor, venceu o primeiro set. Mas o Sporting reagiu com autoridade nos três sets seguintes, todos vencidos por margens confortáveis.
Dois desses sets foram por 25-21, que é uma margem clara mas não esmagadora. O quarto foi 25-19. Não foi uma demolição, foi uma vitória bem construída.
E Sergey Grankin?
O distribuidor russo, com 41 anos, foi eleito MVP da prova. Isso sugere um desempenho notável ao longo da competição.
Sabemos que foi MVP, mas o artigo não detalha o que o distinguiu especificamente. Poderia ter sido pela experiência, pela leitura de jogo, pelos pontos diretos — não fica claro.
E o Benfica?
Garantiu terceiro lugar ao vencer o Melilla 3-0. Recuperou bem depois de perder com o Guaguas.
O primeiro set foi disputado, 24-26. Os outros dois foram mais claros. Mas é um terceiro lugar, não é um título.
Il Polso
- O Guaguas aproveitou o calor do Gran Canaria Arena para vencer o primeiro set por 25-22, colocando o Sporting imediatamente sob pressão.
- A reação leonina foi rápida e sem hesitação: dois parciais consecutivos de 25-21 inverteram o rumo do jogo e devolveram o controlo à equipa portuguesa.
- No quarto set, o Sporting construiu uma vantagem sólida e resistiu aos últimos esforços espanhóis, fechando com um 25-19 que selou o título.
- Sergey Grankin, distribuidor russo de 41 anos, foi eleito MVP da prova, coroando uma competição de alto nível individual.
- O Benfica garantiu o terceiro lugar ao superar o CV Melilla por 3-0, com Sakis Psarras a conduzir as águias ao pódio com crescente autoridade ao longo dos sets.
Em Las Palmas, o Sporting regressou à Taça Ibérica para reescrever o equilíbrio histórico da prova: após ceder o primeiro set ao campeão espanhol Guaguas, os leões ergueram-se com autoridade e conquistaram o troféu por 3-1, abrindo a temporada 2026 com um título internacional. É o gesto antigo do desporto — a queda que precede a afirmação — protagonizado por um coletivo que soube transformar a adversidade em impulso.
O Sporting abriu a temporada 2026 com um troféu internacional. No Gran Canaria Arena, em Las Palmas, os leões defrontaram o Guaguas na final da Taça Ibérica e venceram por 3-1, reequilibrando o historial da prova entre Portugal e Espanha.
O início foi difícil: o Guaguas, em casa, venceu o primeiro set por 25-22. Mas a equipa de João Coelho — que estreava Jorge Alayo e João Rafael no plantel — respondeu com determinação. Dois sets consecutivos de 25-21 colocaram o Sporting em posição de comando, e o quarto parcial confirmou a superioridade leonina com um 25-19 que fechou o encontro.
Sergey Grankin, o veterano distribuidor russo de 41 anos, foi eleito o melhor jogador da competição, distinção que espelhou o seu contributo ao longo de toda a prova.
No jogo pelo terceiro lugar, o Benfica também subiu ao pódio. Os encarnados superaram o CV Melilla por 3-0, num encontro que começou equilibrado — o primeiro set foi decidido além dos 25 pontos, com o Benfica a fechar em 24-26 — mas que se tornou progressivamente mais confortável para as águias de Sakis Psarras nos dois parciais seguintes.
O Sporting começou a temporada 2026 com um troféu internacional na bagagem. No pavilhão Gran Canaria Arena, em Las Palmas, os leões venceram o Guaguas por 3-1 e conquistaram a Taça Ibérica, um título que equilibra o histórico entre Portugal e Espanha na prova. O Guaguas tinha vencido em 2023, o Sporting em 2024, e agora, após um ano sem competição, os comandados de João Coelho regressavam para levar a melhor.
O encontro começou mal para os interesses sportinguistas. O Guaguas venceu o primeiro set por 25-22, aproveitando o pavilhão como casa. Mas a reação leonina foi rápida e determinada. A equipa verde e branca, que estreava Jorge Alayo e João Rafael no plantel, inverteu completamente o rumo do jogo nos parciais seguintes. Dois sets consecutivos de 25-21 colocaram o Sporting em posição de comando.
No quarto set, decisivo, os leões construíram uma vantagem sólida e resistiram aos últimos esforços do Guaguas para fechar o encontro com um 25-19 que selava a vitória. Sergey Grankin, o distribuidor russo de 41 anos, foi reconhecido como o melhor jogador da prova, uma distinção que refletia o seu desempenho ao longo da competição.
No jogo pelo terceiro lugar, o Benfica também subiu ao pódio. Os encarnados superaram o CV Melilla por 3-0, com parciais de 24-26, 15-25 e 21-25. O primeiro set foi o mais equilibrado, com o Melilla a forçar a decisão além dos 25 pontos regulamentares antes de as águias fecharem em 24-26. Nos dois sets seguintes, a superioridade benfiquista foi clara. Sakis Psarras viu a sua equipa impor-se com conforto no segundo parcial (15-25) e, apesar de o Melilla oferecer mais resistência no terceiro, o Benfica sentenciou o encontro com um 21-25 que confirmava o terceiro lugar no pódio.
Citazioni salienti
Sergey Grankin foi eleito o jogador mais valioso da prova— Organização da Taça Ibérica