Em setembro de 2026, o Rock in Rio revelou uma tensão silenciosa entre duas versões de si mesmo: de um lado, multidões genuinamente engajadas que vieram pela música e pelas experiências compartilháveis; do outro, camarotes VIP esvaziados de celebridades, substituídas, em parte, por robôs nos estandes das marcas. O festival, como tantas instituições culturais de grande porte, parece estar renegociando com quem, afinal, pertence o seu verdadeiro centro de gravidade.
Rock in Rio tem menos celebridades, mais brindes e até robô na primeira semana
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