Quando o esporte atravessa fronteiras, ele carrega consigo a música como língua franca. No dia 27 de setembro, o Maracanã — templo de memórias coletivas — receberá o primeiro jogo da NFL de temporada regular no Rio de Janeiro, com Baltimore Ravens e Dallas Cowboys em campo. E no intervalo, um porto-riquenho e um carioca dividirão o palco: Ricky Martin e Pedro Sampaio, duas gerações da música latina unidas num momento que diz tanto sobre a expansão de uma liga quanto sobre o desejo humano de pertencer a algo maior.
Ricky Martin e Pedro Sampaio animam intervalo do primeiro jogo da NFL no Rio
Nunca imaginei que minha estreia seria ao lado do Ricky Martin
Por que esse jogo específico — Ravens contra Cowboys — merecia uma apresentação assim?
Não é tanto sobre o jogo em si, mas sobre o que ele representa. É a primeira vez que a NFL traz um jogo de verdade, de temporada regular, para o Rio. Precisava de algo que dissesse ao mundo que o Brasil está no mapa da liga.
E por que Ricky Martin e Pedro Sampaio funcionam juntos?
Há uma história recente entre eles. Pedro dublou uma música de Ricky em um programa brasileiro em março. Mas além disso, eles representam gerações diferentes da música latina — um consolidado há décadas, outro emergindo agora.
Como Pedro Sampaio deve estar se sentindo?
Deve ser avassalador. Ele cresceu olhando para o Maracanã como um lugar sagrado. Sua estreia naquele gramado, ao lado de alguém que sempre admirou, em um evento que marca a história do futebol americano no Brasil — é o tipo de coisa que muda uma carreira.
Isso é apenas sobre música, ou há algo mais profundo aqui?
É sobre pertencimento. O Rio finalmente tem um lugar na NFL. E dois artistas brasileiros — bem, um carioca e um porto-riquenho que trabalha no Brasil — estão ali para marcar esse momento. É simbólico.
O que vem depois? Isso abre portas para mais eventos da NFL no Brasil?
Provavelmente. Se esse jogo funcionar, se o show funcionar, se o público responder bem, o Brasil deixa de ser um experimento e vira um mercado real para a liga.
El Pulso
- O Rio de Janeiro entra no calendário oficial da NFL pela primeira vez, transformando o Maracanã num campo de futebol americano em 27 de setembro.
- Pedro Sampaio, DJ carioca em ascensão, fará sua estreia no estádio onde cresceu sonhando — não como atleta, mas como artista num palco internacional.
- A conexão entre os dois artistas já tem raízes: em março, Sampaio dublou 'María' de Ricky Martin no Domingão com Huck, na mesma noite em que o próprio Martin cantou ao vivo no programa.
- A NFL aposta na música latina como ponte cultural com o público brasileiro, escolhendo dois nomes que representam gerações distintas do gênero.
- O evento promete ser mais do que um jogo: é a confluência de esporte, cultura e identidade num dos estádios mais simbólicos do mundo.
Quando o esporte atravessa fronteiras, ele carrega consigo a música como língua franca. No dia 27 de setembro, o Maracanã — templo de memórias coletivas — receberá o primeiro jogo da NFL de temporada regular no Rio de Janeiro, com Baltimore Ravens e Dallas Cowboys em campo. E no intervalo, um porto-riquenho e um carioca dividirão o palco: Ricky Martin e Pedro Sampaio, duas gerações da música latina unidas num momento que diz tanto sobre a expansão de uma liga quanto sobre o desejo humano de pertencer a algo maior.
No dia 27 de setembro, o Maracanã receberá um marco histórico: a primeira partida da temporada regular da NFL no Rio de Janeiro. Baltimore Ravens e Dallas Cowboys entram em campo às 17h25, mas o que tornará aquela tarde inesquecível vai além do placar.
O intervalo reunirá Ricky Martin e Pedro Sampaio num show que conecta gerações. Para o DJ carioca, a ocasião tem peso pessoal profundo — cresceu vendo o Maracanã como símbolo máximo de grandeza, e agora fará sua estreia naquele gramado como artista, ao lado de alguém que sempre admirou.
A aproximação entre os dois tem um capítulo recente. Em março, durante a Batalha do Lip Sync do Domingão com Huck, Sampaio dublou 'María' — clássico de Martin — recriando a performance que Bad Bunny fez no Super Bowl LX. Naquela mesma noite, Ricky Martin cantou ao vivo no programa. O que era admiração unilateral ganhou a forma de um encontro real.
A escolha dos dois artistas revela também uma estratégia da NFL: aproximar-se do público latino-americano pela música, unindo uma figura consolidada há décadas a uma voz jovem nascida no contexto digital e global. O Maracanã, que já guardou Copas do Mundo, Olimpíadas e noites inesquecíveis da música brasileira, acrescenta mais um capítulo à sua história — escrito, desta vez, por um porto-riquenho e um carioca.
No dia 27 de setembro, o Maracanã receberá um jogo que marcará a história do futebol americano no Brasil. Baltimore Ravens e Dallas Cowboys se enfrentarão em campo a partir das 17h25, horário de Brasília, em partida que representa um marco: será a primeira vez que a NFL realiza um jogo de temporada regular no Rio de Janeiro. Mas o que tornará aquela tarde memorável não será apenas o confronto entre duas potências da liga americana.
O intervalo do jogo contará com um show que reúne dois nomes importantes da música latina contemporânea. Ricky Martin, porto-riquenho que consolidou sua carreira como um dos principais artistas do gênero, dividirá o palco com Pedro Sampaio, DJ carioca que vive um momento de ascensão profissional. Para Sampaio, o momento carrega significado especial. Nascido e criado no Rio, ele cresceu vendo o Maracanã como um dos maiores palcos do mundo — espaço onde se desenrolaram momentos decisivos do esporte e da cultura. Sua estreia naquele gramado, porém, não será como atleta ou comentarista, mas como artista. E ao lado de alguém que sempre admirou.
A trajetória que levou Pedro Sampaio a esse palco inclui um episódio recente que conecta os dois artistas de forma inesperada. Em março deste ano, durante a "Batalha do Lip Sync" do programa "Domingão com Huck", Sampaio dublou a música "María", clássico de Ricky Martin, recriando a apresentação que Bad Bunny havia feito no intervalo do Super Bowl LX. Naquela mesma noite, Ricky Martin também participou do programa, cantando. O momento criou uma ponte entre os dois, transformando uma admiração unilateral em algo mais próximo de um encontro artístico.
Para Pedro Sampaio, a oportunidade de estar no Maracanã ao lado de Ricky Martin representa mais do que um compromisso profissional. Em suas próprias palavras, é algo que carregará para o resto da vida. Crescer em uma cidade onde o Maracanã simboliza grandeza — tanto no esporte quanto na cultura — e depois ser convidado a fazer sua estreia naquele espaço, justamente em um evento histórico para o futebol americano no país, é uma confluência de circunstâncias que poucos artistas vivem. O DJ carioca não apenas fará sua estreia no estádio, mas também sua estreia como atração de um evento da NFL, consolidando seu nome em um palco internacional.
O jogo entre Ravens e Cowboys promete atrair atenção de fãs de futebol americano em todo o Brasil, mas o show do intervalo adiciona uma dimensão cultural ao evento. A escolha de Ricky Martin e Pedro Sampaio reflete uma estratégia da NFL de conectar-se com o público latino-americano através da música, usando dois artistas que representam gerações e estilos diferentes dentro da música latina. Enquanto Martin é uma figura consolidada há décadas, Sampaio representa uma geração mais jovem de produtores e DJs que cresceram em um contexto digital e global.
O Maracanã, que já foi palco de Copas do Mundo, Olimpíadas e inúmeros momentos históricos da música brasileira, receberá mais um capítulo em sua história. E desta vez, será escrito por um porto-riquenho e um carioca, unidos em um momento que marca a expansão da NFL para o Brasil de forma concreta e memorável.
Citas Notables
Cresci no Rio de Janeiro, olhando para o Maracanã como palco de grandes momentos. Nunca imaginei que a minha estreia naquele gramado seria ao lado do Ricky Martin, que sempre foi uma grande inspiração para mim.— Pedro Sampaio