No coração esportivo de Belém, dois times chegam ao Mangueirão carregando pesos distintos: o Remo, com a tranquilidade de quem já conquistou terreno, e o Bahia, com a urgência de quem precisa reescrever sua história recente. A vantagem de 3 a 1 construída na ida transforma o jogo de volta em um exercício de resistência para os paraenses e de ousadia obrigatória para os baianos. Mais do que uma classificação, o confronto desta quarta-feira revela o quanto o futebol é também uma conversa entre momentos — e o momento de cada clube fala por si.
Remo x Bahia: Leão Azul busca classificação com vantagem no Mangueirão
Pode perder por um gol e ainda assim avança para a próxima fase
Como o Remo consegue estar invicto há três jogos se é penúltimo colocado no Brasileirão?
Porque a Copa do Brasil é outra competição, com dinâmica diferente. O Remo pode estar lutando contra o rebaixamento no campeonato nacional, mas na Copa conseguiu vencer o Bahia por 3 a 1. Às vezes um time em crise encontra energia em mata-matas.
Mas invicto em três jogos não é exatamente uma sequência impressionante — um empate contra o Palmeiras não é a mesma coisa que duas vitórias. E 12 pontos em penúltimo lugar é uma situação muito grave.
E o Bahia? Por que um time em sexto lugar está em crise?
Cinco jogos sem vencer é uma queda de rendimento significativa. Rogério Ceni está sob pressão, e o time não consegue encontrar consistência. Isso pode ser uma questão tática, de confiança ou simplesmente de momento.
Mas é importante notar que sexto lugar ainda é uma posição respeitável na tabela. A crise é relativa — é uma queda de rendimento, não um colapso estrutural como o do Remo.
Então o Remo tem tudo a ganhar neste jogo?
Exatamente. Pode perder por um gol e avança. O Bahia precisa de um resultado praticamente perfeito — três gols de diferença — para passar direto. Qualquer outra vitória vai para pênaltis.
O que não sabemos é como cada time vai reagir à pressão. O Remo pode ficar recuado e defensivo, ou pode tentar ampliar a vantagem. O Bahia pode entrar desesperado e cometer erros, ou pode encontrar uma lucidez tática que não teve nos últimos cinco jogos.
The Pulse
- O Bahia precisa de uma virada histórica: vencer por três gols ou mais para avançar, uma missão que exige atacar desde o apito inicial sem margem para erros.
- Cinco jogos sem vencer sob Rogério Ceni transformaram a Copa do Brasil em uma válvula de pressão para o Tricolor de Aço, que busca desesperadamente uma reação.
- O Remo, apesar de ocupar a penúltima posição no Brasileirão, chega invicto há três partidas e pode se dar ao luxo de administrar o resultado no Mangueirão.
- A configuração matemática do confronto coloca os papéis em inversão: o time menor na tabela nacional joga com a serenidade, enquanto o maior precisa se lançar ao risco.
No coração esportivo de Belém, dois times chegam ao Mangueirão carregando pesos distintos: o Remo, com a tranquilidade de quem já conquistou terreno, e o Bahia, com a urgência de quem precisa reescrever sua história recente. A vantagem de 3 a 1 construída na ida transforma o jogo de volta em um exercício de resistência para os paraenses e de ousadia obrigatória para os baianos. Mais do que uma classificação, o confronto desta quarta-feira revela o quanto o futebol é também uma conversa entre momentos — e o momento de cada clube fala por si.
O Remo entra em campo nesta quarta-feira à noite no Mangueirão, em Belém, com uma vantagem que funciona como escudo: o time paraense venceu o Bahia por 3 a 1 no jogo de ida da quinta fase da Copa do Brasil. Mesmo uma derrota por um gol ainda garante a classificação ao Leão Azul.
Para o Bahia, a tarefa é bem mais árdua. O time de Rogério Ceni precisa vencer por três gols ou mais para avançar diretamente; uma vitória por dois gols de diferença leva a decisão aos pênaltis. Essa matemática obriga os baianos a atacar desde o início, sem espaço para hesitações defensivas.
O contraste de momentos é marcante. O Remo, apesar de estar na penúltima posição do Brasileirão com 12 pontos sob o comando de Léo Condé, chega ao duelo com duas vitórias e um empate nos últimos três jogos — incluindo um empate diante do líder Palmeiras. O Bahia, por sua vez, não vence há cinco partidas consecutivas, acumulando três derrotas e dois empates, mesmo ocupando o sexto lugar na tabela nacional com 22 pontos.
As escalações refletem as apostas de cada lado. O Remo deve contar com Alef Manga, Jajá e Yago Picachu no ataque, enquanto o Bahia aposta em Everaldo como referência ofensiva, apoiado por Everton Ribeiro e Mateo Sanabria. A arbitragem será de Flavio Rodrigues de Souza, com suporte do VAR operado por Charly Wendy Straub Deretti.
Para o Remo, a partida é uma oportunidade de avançar em uma competição que oferece alento em meio às dificuldades no campeonato nacional. Para o Bahia, é a necessidade de uma reação que vá além do placar e sinalize uma mudança real de rumo na temporada.
O Remo entra em campo nesta quarta-feira à noite carregando uma vantagem que pode ser decisiva. Na primeira partida da quinta fase da Copa do Brasil, o time paraense venceu o Bahia por 3 a 1, um resultado que agora funciona como escudo no jogo de volta. A partida acontece às 21h30 no Mangueirão, em Belém, e será transmitida pela Sportv e Premiere.
A matemática do confronto favorece claramente o Leão Azul. Mesmo que o Remo perca por um gol de diferença, a classificação está garantida. O Bahia, por sua vez, enfrenta uma tarefa bem mais árdua: precisa vencer por três gols ou mais para avançar direto para a próxima fase. Se a vitória tricolor for por apenas dois gols de diferença, a decisão vai para os pênaltis. Essa configuração coloca o time de Salvador em posição desconfortável, precisando atacar desde o início sem poder se dar ao luxo de erros defensivos.
O Remo chega ao duelo em um momento de estabilidade relativa. Nos últimos três jogos, o time não perdeu: duas vitórias e um empate contra o Palmeiras, líder do Campeonato Brasileiro. Ainda assim, a realidade do Brasileirão é dura. Sob o comando de Léo Condé, o Remo ocupa a penúltima posição com apenas 12 pontos, uma situação que contrasta com o desempenho na Copa do Brasil.
O Bahia, treinado por Rogério Ceni, vive um período bem mais turbulento. O time não vence há cinco jogos consecutivos, acumulando três derrotas e dois empates. Na tabela do Campeonato Brasileiro, o Tricolor de Aço está em sexto lugar com 22 pontos, mas a sequência negativa levanta dúvidas sobre o momento do elenco. A pressão por um resultado expressivo na Copa do Brasil pode pesar ainda mais em um time que já enfrenta dificuldades.
As escalações refletem as estratégias de cada lado. O Remo deve entrar com Marcelo Rangel no gol, uma defesa formada por Marcelinho, Marlon, Tchamba e Mayk, e no ataque contará com Alef Manga, Jajá, Zé Ricardo e Yago Picachu. O Bahia apresentará Léo Vieira como goleiro, uma linha defensiva com Nicolás Acevedo, David Duarte, Ramos Mingo e Luciano Juba, e no ataque Everaldo como referência, apoiado por Everton Ribeiro, Jean Lucas e Mateo Sanabria.
A arbitragem ficará a cargo de Flavio Rodrigues de Souza, de São Paulo, com assistentes Leila Naiara Moreira da Cruz e Daniel Luis Marques. Charly Wendy Straub Deretti, de Santa Catarina, operará o VAR. O jogo marca um ponto de inflexão para ambos os times: para o Remo, uma chance de avançar em uma competição que oferece esperança em meio às dificuldades no Brasileirão; para o Bahia, a necessidade de uma reação que transcenda o resultado e sinalize uma mudança de rumo na temporada.
Notable Quotes
O Remo pode perder por um gol de diferença e ainda assim garantir a classificação— Situação matemática do confronto
O Bahia precisa vencer por três ou mais gols de vantagem para avançar direto— Requisito para o Bahia se classificar