No coração da Copa do Brasil, dois clubes se encontram no Mangueirão nesta quarta-feira carregando pesos muito distintos: o Remo, erguido pela confiança de uma vitória fora de casa, e o Bahia, curvado por cinco jogos sem vencer e por uma história que nunca lhe sorriu em situações assim. O futebol, como a vida, raramente oferece segundas chances tão matematicamente estreitas quanto as que o Tricolor baiano precisa agora. Belém será palco de uma noite em que a esperança e a realidade se confrontam diretamente.
Remo busca confirmar vantagem contra Bahia na volta das oitavas da Copa do Brasil
O Bahia nunca reverteu uma desvantagem de dois gols na Copa do Brasil
Como o Remo conseguiu construir uma vantagem tão grande fora de casa? Isso é raro.
O time jogou bem em Salvador e aproveitou as oportunidades. Uma vitória por 3 a 1 é convincente, e agora o Remo tem a vantagem de jogar em casa, onde o Mangueirão é um fator importante.
Mas o Remo tem seis jogadores lesionados. Isso não enfraquece a equipe para o jogo decisivo?
Sim, são desfalques importantes. Mas Léo Condé disse que vai repetir a base que venceu em Salvador, então aparentemente o time consegue manter a estrutura.
E o Bahia? Qual é exatamente a situação deles?
O Bahia está em crise. Não vence há cinco jogos, perdeu o último para o Cruzeiro de virada, e agora precisa vencer por pelo menos dois gols para levar a decisão aos pênaltis.
Espera, o Bahia nunca reverteu uma desvantagem de dois gols na Copa do Brasil? Isso é um dado histórico específico ou uma estimativa?
É o que o relatório diz. Nunca conseguiu classificação após perder em casa na primeira mão, e nunca reverteu dois gols de desvantagem na competição.
Então o Bahia está enfrentando não só o Remo, mas também seu próprio histórico.
Exatamente. E ainda tem desfalques: Ronaldo, Caio Alexandre, Ruan Pablo e Willian José estão fora por lesões.
Ambos os times têm problemas de lesões. A diferença é que o Remo pode perder e ainda avançar, enquanto o Bahia precisa ganhar.
Qual é a chance real do Bahia conseguir isso?
Matematicamente é possível, mas historicamente o Bahia nunca fez isso nessa situação. Rogério Ceni tem um trabalho muito difícil pela frente.
The Pulse
- O Remo chega ao jogo de volta com uma vantagem de 3x1 conquistada em Salvador, colocando o Bahia à beira da eliminação antes mesmo de a bola rolar.
- O Bahia acumula cinco jogos sem vitória e carrega o peso de nunca ter revertido uma desvantagem de dois gols na história da Copa do Brasil.
- Para sobreviver, o Tricolor precisa vencer por pelo menos dois gols de diferença — uma exigência que o próprio histórico do clube nunca conseguiu cumprir em circunstâncias semelhantes.
- Ambas as equipes entram em campo com desfalques por lesão, o que pode embaralhar os planos táticos e abrir espaços inesperados na partida.
- O Mangueirão, palco da decisão às 21h30, funciona historicamente como um aliado silencioso do Remo, amplificando a pressão sobre o visitante.
No coração da Copa do Brasil, dois clubes se encontram no Mangueirão nesta quarta-feira carregando pesos muito distintos: o Remo, erguido pela confiança de uma vitória fora de casa, e o Bahia, curvado por cinco jogos sem vencer e por uma história que nunca lhe sorriu em situações assim. O futebol, como a vida, raramente oferece segundas chances tão matematicamente estreitas quanto as que o Tricolor baiano precisa agora. Belém será palco de uma noite em que a esperança e a realidade se confrontam diretamente.
O Remo chega ao Mangueirão, em Belém, nesta quarta-feira à noite com uma vantagem construída longe de casa: uma vitória por 3 a 1 sobre o Bahia na Arena Fonte Nova, em Salvador. O resultado coloca o time paraense em posição confortável para avançar às quartas de final da Copa do Brasil 2026, com o jogo marcado para as 21h30, transmitido pelo SporTV e Premiere.
O técnico Léo Condé pode contar com o apoio da torcida e com a base que funcionou bem no primeiro confronto — Marcelo Rangel no gol, uma defesa sólida e o ataque com Pikachu, Jajá e Alef Manga. O lado negativo são os desfalques: seis jogadores estão fora por lesão, incluindo Eduardo Melo e Patrick de Paula. Ainda assim, o Remo vive boa fase, com duas vitórias e um empate nos últimos três jogos.
Do outro lado, o Bahia enfrenta uma crise que vai além do placar. O Tricolor não vence há cinco partidas consecutivas e chegou a Belém após perder de virada para o Cruzeiro no Brasileiro. Para avançar, precisa vencer por pelo menos dois gols — o que forçaria os pênaltis — ou por três, para eliminar o Remo diretamente. Rogério Ceni também lida com desfalques importantes, como Ronaldo e Willian José.
O peso histórico agrava ainda mais a situação baiana: o clube nunca se classificou após perder o jogo de ida como mandante e nunca reverteu uma desvantagem de dois gols na Copa do Brasil. Com o Mangueirão como fator e a confiança do Remo em alta, o Bahia enfrenta uma noite em que a matemática e a memória jogam contra.
O Remo chega ao jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil nesta quarta-feira à noite com uma vantagem que poucos times conseguem construir longe de casa. Na Arena Fonte Nova, em Salvador, a equipe paraense venceu por 3 a 1, um resultado que coloca o Bahia em situação praticamente desesperada. Agora, no Estádio Mangueirão, em Belém, o Remo tenta confirmar essa superioridade e avançar para as quartas de final. O jogo está marcado para as 21h30 desta quarta-feira (13 de maio), com transmissão ao vivo pela SporTV e Premiere.
O Remo vive um bom momento na temporada. Nos últimos três jogos, a equipe azulina conquistou duas vitórias e um empate, e a vitória em Salvador foi especialmente impressionante. O técnico Léo Condé sabe que pode contar com o apoio do Mangueirão, um estádio que historicamente funciona como fator importante para o time. Apesar disso, o Remo enfrenta desfalques significativos: Eduardo Melo, Gabriel Taliari, João Lucas, Kayky Almeida, Patrick de Paula e Thalisson Gabriel estão lesionados e fora do confronto. Mesmo assim, Léo Condé deve repetir a base que funcionou bem no primeiro jogo, com Marcelo Rangel no gol, a defesa formada por Marcelinho, Marllon, Tchamba e Mayk, e o ataque liderado por Pikachu, Jajá e Alef Manga.
O Bahia, por sua vez, chega a Belém em situação muito mais delicada. O Tricolor não vence há cinco partidas consecutivas, acumulando dois empates e três derrotas nesse período. No último compromisso, a equipe de Rogério Ceni perdeu de virada para o Cruzeiro por 2 a 1 pelo Campeonato Brasileiro, o que aprofunda a crise. Para avançar, o Bahia precisa vencer por pelo menos dois gols de diferença para forçar uma decisão nos pênaltis, ou por três gols para eliminar o Remo diretamente. Essas exigências matemáticas refletem o tamanho do desafio que o time baiano enfrenta.
Além da má fase, o Bahia carrega um histórico preocupante na Copa do Brasil. O clube nunca conseguiu se classificar após perder o jogo de ida como mandante, e também nunca reverteu uma desvantagem de dois gols na competição. Essa sequência de fracassos em situações semelhantes adiciona pressão psicológica ao elenco. Rogério Ceni terá que trabalhar com desfalques importantes: Ronaldo, Caio Alexandre, Ruan Pablo e Willian José seguem fora por problemas físicos. A provável escalação do Bahia inclui Léo Vieira no gol, Acevedo, David Duarte, Ramos Mingo e Luciano Juba na defesa, e um ataque que contará com Erick Pulga, Everaldo e Kike Olivera.
O confronto de quarta-feira representa um ponto de virada para ambas as equipes, mas especialmente para o Bahia. O Remo, mesmo com desfalques, parte como favorito e pode avançar simplesmente mantendo a compostura defensiva. O Bahia, por outro lado, precisa de um desempenho praticamente perfeito para reverter uma situação que, estatisticamente, o clube nunca conseguiu superar na história da Copa do Brasil. A força do Mangueirão e a confiança do Remo após a vitória em Salvador colocam o time paraense em posição confortável, enquanto o Tricolor baiano enfrenta a possibilidade real de eliminação.
Notable Quotes
O Bahia nunca conseguiu classificação após perder o jogo de ida como mandante e também nunca reverteu uma desvantagem de dois gols na Copa do Brasil— Histórico do clube na competição