Um ano após a morte de Preta Gil, o Copacabana Palace reuniu aqueles que a amaram para celebrar não apenas uma artista, mas uma presença humana insubstituível. Regina Casé, amiga de longa data, deixou escorrer as lágrimas ao descrever uma amizade que nasceu além dos laços familiares e das afinidades musicais — algo visceral, difícil de nomear. O lançamento do documentário 'Preta – Eu Não Ando Só' e da série 'Meu Nome é Preta' surge como tentativa coletiva de preservar o que não se deixa esquecer: a essência de quem marcou fundo.
Regina Casé se emociona ao relembrar Preta Gil: 'Sinto falta dela todos os dias'
Não posso falar da Preta que instantaneamente choro
O que torna uma amizade tão profunda que um ano depois ainda dói falar sobre ela?
Acho que é quando você se reconhece em alguém de um jeito que não precisa ser explicado. Regina e Preta não tinham que gostar das mesmas coisas. Elas simplesmente se entendiam.
Mas Regina era amiga da família toda — do Gil, da Sandra. Por que Preta foi diferente?
Porque a adolescência é quando a gente se torna quem realmente somos. Regina acompanhou Preta nesse processo, nessa transformação. Não era só a filha do Gilberto Gil. Era a Preta.
Falar sobre alguém que se foi e chorar — isso é fraqueza ou é honestidade?
É honestidade. Regina não fingiu estar bem. Ela deixou a emoção aparecer porque a amizade foi real, foi genuína. Não há nada de fraco em reconhecer que alguém faz falta.
O documentário e a série — são formas de lidar com o luto?
São formas de não deixar a pessoa desaparecer completamente. De dizer: ela existiu, ela importava, ela deixou marcas. E essas marcas continuam aqui.
Saudade diária — como se vive com isso?
Você não supera. Você aprende a carregar. E talvez projetos como esse ajudem a transformar a saudade em algo que pode ser compartilhado, em memória que não fica só dentro de você.
The Pulse
- A saudade de Regina Casé não é discurso — ela não consegue falar de Preta sem que as lágrimas cheguem antes das palavras.
- Um ano de ausência não amorteceu o impacto: amigos, familiares e colegas se reuniram no Copacabana Palace como se o luto ainda pedisse companhia.
- O evento 'Quantos Mais Preta, Melhor' transforma a dor em celebração, apostando que a memória coletiva é o único antídoto para o vazio.
- Documentário e série do Globoplay tentam devolver Preta Gil ao presente — não pelo sobrenome que carregava, mas pela pessoa que era nos bastidores da vida.
- O legado está sendo construído em depoimentos: vozes próximas que recusam deixar a cantora se tornar apenas uma data no calendário.
Um ano após a morte de Preta Gil, o Copacabana Palace reuniu aqueles que a amaram para celebrar não apenas uma artista, mas uma presença humana insubstituível. Regina Casé, amiga de longa data, deixou escorrer as lágrimas ao descrever uma amizade que nasceu além dos laços familiares e das afinidades musicais — algo visceral, difícil de nomear. O lançamento do documentário 'Preta – Eu Não Ando Só' e da série 'Meu Nome é Preta' surge como tentativa coletiva de preservar o que não se deixa esquecer: a essência de quem marcou fundo.
No dia 20 de julho de 2026, Regina Casé entrou no teatro do Copacabana Palace carregando uma lembrança que não sai de perto. Era o primeiro aniversário da morte de Preta Gil, e o evento — batizado de 'Quantos Mais Preta, Melhor' — reunia amigos, familiares e colegas para celebrar o lançamento de dois projetos: o documentário 'Preta – Eu Não Ando Só' e a série original do Globoplay 'Meu Nome é Preta'.
Regina deixou seu depoimento no filme, e ao falar sobre a amizade construída ao longo dos anos, a emoção tomou conta. Ela explicou que, embora fosse amiga de Gilberto Gil e Sandra Gomes desde antes, a relação com Preta havia se aprofundado de forma particular durante a adolescência da cantora — e permaneceu assim até o fim. Não era questão de afinidades musicais ou conexões óbvias. Era algo mais visceral, um reconhecimento mútuo que resistiu ao tempo.
Ao tentar descrever o que Preta significava para ela, Regina não conteve as lágrimas. 'Sinto falta dela todos os dias', disse — uma declaração simples que resume a profundidade de uma amizade que transcendeu círculos familiares e profissionais. A saudade é constante, um vazio que não cicatriza com facilidade.
O documentário e a série funcionam como espaço onde vozes próximas podem falar sobre quem Preta foi além dos holofotes e do sobrenome que carregava. Para Regina, participar foi uma forma de manter viva essa conexão — e a emoção que transbordou não é só tristeza pela perda, mas gratidão por ter tido alguém assim ao lado. Um ano depois, a saudade continua sendo o fio que a conecta à memória de Preta Gil.
Regina Casé entrou no teatro do Copacabana Palace no dia 20 de julho de 2026 carregando uma lembrança que não sai de perto. Um ano havia se passado desde a morte de Preta Gil, e a atriz estava ali para participar de um evento de homenagem que reuniu amigos, familiares e colegas da cantora. O momento era para celebrar o lançamento de dois projetos que traziam Preta de volta — um documentário chamado "Preta – Eu Não Ando Só" e uma série original do Globoplay intitulada "Meu Nome é Preta".
Regina Casé deixou seu depoimento no filme, e ao falar sobre a amizade que construiu com Preta ao longo dos anos, a emoção tomou conta. Ela explicou que, embora fosse amiga de Gilberto Gil e Sandra Gomes — os pais de Preta — a relação com a filha havia se aprofundado de forma particular durante a adolescência dela e permaneceu assim até o fim. Não era uma questão de compartilharem as mesmas preferências musicais ou de terem afinidades óbvias. Era algo mais visceral, um reconhecimento mútuo que as aproximou genuinamente.
Ao tentar descrever o que Preta significava para ela, Regina não conseguiu conter as lágrimas. Disse que não consegue falar sobre Preta sem que as emoções transbordem. A saudade é diária, constante, um vazio que não cicatriza com facilidade. Essa declaração simples — "sinto falta dela todos os dias" — resume a profundidade de uma amizade que transcendeu os círculos familiares e as conexões profissionais.
O evento no Copacabana Palace, batizado de "Quantos Mais Preta, Melhor", reuniu pessoas que conviveram com a cantora e queriam honrar sua memória através desses lançamentos. O documentário e a série funcionam como um espaço onde vozes próximas a Preta podem falar sobre quem ela foi além dos holofotes, além das apresentações, além do sobrenome que carregava. São depoimentos que tentam capturar a essência de uma pessoa que deixou marcas profundas em quem a conheceu.
Para Regina Casé, participar desse projeto foi uma forma de manter viva a conexão com Preta, de reconhecer publicamente o que aquela amizade representou. A emoção que transbordou em seu depoimento não é apenas tristeza pela perda. É também gratidão por ter tido alguém assim ao seu lado, alguém que se reconheceu nela de um jeito que vai além das explicações racionais. Um ano depois, a saudade continua sendo o fio que conecta Regina à memória de Preta Gil.
Notable Quotes
Sinto falta dela todos os dias— Regina Casé