Real Time Big Data: Dr. Furlan lidera pesquisa para governador do Amapá com 62%

Furlan caminha para vitória expressiva com 62% das intenções
Pesquisa do Real Time Big Data mostra liderança de Dr. Furlan no cenário estimulado para governador do Amapá em 2026.
Mark

Por que Dr. Furlan aparece tão à frente na pesquisa? Há algo específico que explique essa liderança tão grande?

Mimi

A pesquisa mostra o que os eleitores amapaenses estão dizendo neste momento, mas ela não explica o porquê. Pode ser reconhecimento de nome, gestão anterior, coligações políticas — a pesquisa só mede a intenção, não as razões por trás dela.

Luke

E vale notar que no cenário espontâneo, quando você não dá os nomes, Furlan cai para 40%. Um quarto dos entrevistados não sabe ou não respondeu. Isso sugere que nem todo mundo tem uma opinião formada.

Mark

Então a diferença entre 62% e 40% é importante?

Mimi

Muito. Mostra que quando você apresenta os nomes, mais gente consegue escolher. Mas também mostra que há espaço para movimento — 25% das pessoas ainda estão indecisos ou não conhecem bem os candidatos.

Luke

Exatamente. E 8% votariam em branco ou nulo no cenário espontâneo. Isso é gente que não está necessariamente com Furlan, está apenas rejeitando as opções que consegue lembrar.

Mark

E quanto ao Senado? Rayssa Furlan e Randolfe Rodrigues parecem estar consolidados?

Mimi

Eles lideram, sim, mas com números bem mais modestos que o Dr. Furlan para governador. Rayssa tem 30% e Randolfe 20%. Como são dois votos por pessoa, esses números não são tão dominadores quanto parecem.

Luke

E há 6% de branco ou nulo, mais 6% de não sabe. Então quase um quinto dos eleitores ainda está aberto ou indeciso para o Senado. Muito mais movimento possível lá do que na disputa pelo governo.

Mark

A margem de erro de 2 pontos percentuais muda alguma coisa?

Mimi

Muda, sim. Significa que os números podem estar 2 pontos acima ou abaixo do que a pesquisa mostra. Então Furlan poderia estar entre 60% e 64%, por exemplo.

Luke

E isso importa mais para os candidatos que estão perto um do outro. Para Furlan e Clécio, a diferença é tão grande que a margem de erro não muda o cenário. Mas para o Senado, onde os números são mais apertados, ela importa bastante.

  • Dr. Furlan domina o cenário com 62% das intenções de voto estimuladas, deixando Clécio com apenas metade disso — uma distância que raramente se inverte a um ano das eleições.
  • A simulação de segundo turno não alivia a pressão sobre os adversários: Furlan chegaria a 64%, consolidando uma liderança que parece resistir a qualquer reconfiguração do campo.
  • No Senado, a disputa é mais aberta, com Rayssa Furlan (30%) e Randolfe Rodrigues (20%) à frente, mas Lucas Barreto (14%) e Alliny Serrão (9%) mantêm o cenário em movimento.
  • Um quarto dos eleitores ainda não cristalizou preferência no cenário espontâneo, sinalizando que há espaço para viradas — e que a corrida está longe de ser encerrada.

A um ano das eleições estaduais no Amapá, uma pesquisa do instituto Real Time Big Data revela que Dr. Furlan, do PSD, concentra o dobro das intenções de voto de seu principal rival, Clécio, do União Brasil — um retrato que, se confirmado nas urnas em 2026, redesenharia o mapa político do estado. Para o Senado, Rayssa Furlan e Randolfe Rodrigues emergem como favoritos para as duas vagas em disputa, sinalizando uma composição plural no horizonte da representação amapaense. Como toda fotografia política, esses números capturam um instante, não um destino.

O instituto Real Time Big Data divulgou nesta terça-feira uma pesquisa de intenção de voto para as eleições de 2026 no Amapá, ouvindo 1.600 eleitores entre 3 e 7 de setembro. O resultado mais expressivo é o de Dr. Furlan, do PSD, que alcança 62% no cenário estimulado para governador — exatamente o dobro de Clécio, do União Brasil, que aparece com 31%. Os demais candidatos somam parcelas mínimas ou sequer foram mencionados pelos entrevistados.

Uma simulação de segundo turno entre os dois favoritos reforça a tendência: Furlan chegaria a 64% contra 31% de Clécio. No cenário espontâneo, onde os nomes não são sugeridos, Furlan lidera com 40% e Clécio aparece com 26%, mas um quarto dos entrevistados não soube ou não respondeu — sinal de que parte do eleitorado ainda não tem preferência definida.

Para o Senado, onde duas vagas serão disputadas, Rayssa Furlan, do Podemos, lidera com 30%, seguida por Randolfe Rodrigues, do PT, com 20%. Lucas Barreto, do PSD, soma 14%, e Alliny Serrão, do União Brasil, aparece com 9%. Os demais candidatos registram números menores ou não foram citados.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número AP-04000/2026, com nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais. Especialistas lembram que pesquisas de intenção de voto são retratos de um momento específico, e que metodologia, composição da amostra e forma das perguntas influenciam os resultados — elementos que o leitor deve considerar ao interpretar os números.

O instituto Real Time Big Data divulgou nesta terça-feira uma fotografia do cenário político amapaense para as eleições de 2026, e a imagem é clara: Dr. Furlan, candidato pelo PSD, caminha para uma vitória expressiva na disputa pelo governo estadual. Na pesquisa de intenção de voto realizada entre 3 e 7 de setembro, quando foram ouvidos 1.600 eleitores, Furlan alcançou 62% das intenções no cenário estimulado — aquele em que os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados. Seu principal concorrente, Clécio, do União Brasil, aparece com 31%, exatamente a metade da votação de Furlan. Delegado Marcos, pela Democracia Cristã, soma apenas 2%, enquanto Carlos Cley e Jairo Palheta, respectivamente do PSTU e PCO, não foram sequer mencionados pelos eleitores.

Quando o Real Time Big Data testou um cenário de segundo turno entre os dois favoritos, o resultado reforçou a tendência. Furlan chegaria a 64% dos votos contra os 31% de Clécio, sugerindo que sua liderança não apenas se manteria como se consolidaria em uma eventual disputa final. No cenário espontâneo — quando os nomes não são sugeridos e o eleitor responde de memória — Furlan também lidera com 40%, enquanto Clécio aparece com 26%. Neste formato, porém, um quarto dos entrevistados não soube ou não respondeu, e 8% optaram por branco ou nulo, sinais de que nem todos os eleitores têm uma preferência cristalizada.

A pesquisa também mapeou a disputa pelo Senado, onde dois candidatos serão eleitos para mandatos de oito anos. Rayssa Furlan, pelo Podemos, emerge como a mais votada com 30% das intenções, seguida por Randolfe Rodrigues, do PT, com 20%. Os dois aparecem como favoritos para ocupar as duas vagas em disputa. Lucas Barreto, pelo PSD, soma 14%, enquanto Alliny Serrão, do União Brasil, chega a 9%. Capi, do PSB, tem 6%, e Acácio Favacho, do MDB, 5%. Juíza Jô, pela Democracia Cristã, aparece com apenas 1%, enquanto Professor Uzian Pinto e Helio Silva não foram citados pelos entrevistados.

O Real Time Big Data utilizou metodologia que incluiu tanto perguntas espontâneas quanto estimuladas, consolidando os resultados de dois votos por entrevistado para a disputa ao Senado e reduzindo o total a 100%. A pesquisa foi contratada pelo próprio instituto e registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número AP-04000/2026. O nível de confiança é de 95%, com margem de erro de 2 pontos percentuais — o que significa que os números podem variar para mais ou para menos dentro dessa faixa.

Pesquisas de intenção de voto funcionam como leituras de um momento específico, baseadas em amostras representativas da população. Fatores como o método de entrevista, a composição da amostra, o tamanho dela e até mesmo a forma como uma pergunta é formulada podem influenciar os resultados. Por isso, especialistas recomendam que os leitores prestem atenção às informações metodológicas — que neste caso indicam uma amostra de 1.600 pessoas entrevistadas em cinco dias de setembro — para compreender melhor o que os números realmente significam e quais são suas limitações.

No cenário de segundo turno, Dr. Furlan confirmaria a vitória com 64% contra 31% de Clécio
— Real Time Big Data
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