Em Pernambuco, a governadora Raquel Lyra ocupa o centro do palco político com uma combinação rara: alta aprovação popular e baixa rejeição entre os eleitores. A pesquisa Datafolha, divulgada em maio de 2026, revela que ela lidera as intenções de voto com 48% no primeiro turno frente a João Campos, ex-prefeito do Recife, sugerindo que a confiança construída na gestão pode ser o fator decisivo na corrida pela reeleição. Neste momento em que a política frequentemente divide mais do que une, os números de Lyra apontam para uma liderança que transcende a polarização habitual.
Datafolha: Raquel Lyra lidera com 48% contra 43% de João Campos em PE
Raquel Lyra é rejeitada por apenas 25% dos eleitores
Por que a rejeição de Raquel Lyra é tão mais baixa que a de seus concorrentes, mesmo com ela liderando?
Porque aprovação e rejeição medem coisas diferentes. Você pode estar votando em alguém sem rejeitá-lo — é indiferença, não hostilidade. Lyra conquistou um espaço onde as pessoas a veem como aceitável, mesmo que nem todos a amem.
E João Campos? Ele tem 43% de intenção de voto, mas 29% de rejeição. Isso não é contraditório?
Não exatamente. Significa que há gente votando nele apesar de rejeitá-lo — porque acha que é a melhor opção, ou porque rejeita ainda mais a governadora. Mas também há muita gente que não vota nele e não o rejeita, apenas não o escolhe.
A aprovação do governo subiu cinco pontos em relação à pesquisa anterior. Isso é muito?
Depende do contexto. Cinco pontos em um mês é movimento real, não ruído. Sugere que algo melhorou na percepção das pessoas sobre a gestão — ou que a campanha está funcionando.
E se Campos conseguir reduzir essa diferença até o primeiro turno?
Ele teria que mudar a narrativa sobre o governo de Lyra ou sobre si mesmo. Mas com 67% de aprovação dela e apenas 29% de rejeição, o terreno está muito inclinado a seu favor.
Ivan Moraes com 59% de rejeição — como alguém com tanta rejeição chega a 2% de intenção de voto?
Porque rejeição não é o oposto de voto. É quem diz que nunca votaria nele. Os 2% são pessoas que votariam apesar dessa rejeição — talvez por ideologia, ou porque veem nele uma alternativa radical.
The Pulse
- Com 48% das intenções de voto no primeiro turno, Raquel Lyra pressiona João Campos — que aparece com 43% — em uma disputa que ainda não está encerrada, mas já tem uma favorita clara.
- A rejeição de Campos, em 29%, é o ponto de tensão mais delicado para sua campanha: mais de um em cada quatro eleitores já o descarta antes mesmo do início formal da corrida.
- Lyra detém o menor índice de rejeição entre os pré-candidatos — apenas 25% — criando um escudo político que dificulta ataques e amplia seu apelo além de sua base natural.
- A aprovação de 67% ao governo e o crescimento de cinco pontos percentuais entre os que avaliam a gestão como ótima ou boa sinalizam que a administração está convertendo resultados em capital eleitoral.
- Em eventual segundo turno, a vantagem de Lyra se amplia para 51% contra 44% de Campos, indicando que o tempo e o debate tendem a consolidar, e não a erodir, sua posição de favorita.
Em Pernambuco, a governadora Raquel Lyra ocupa o centro do palco político com uma combinação rara: alta aprovação popular e baixa rejeição entre os eleitores. A pesquisa Datafolha, divulgada em maio de 2026, revela que ela lidera as intenções de voto com 48% no primeiro turno frente a João Campos, ex-prefeito do Recife, sugerindo que a confiança construída na gestão pode ser o fator decisivo na corrida pela reeleição. Neste momento em que a política frequentemente divide mais do que une, os números de Lyra apontam para uma liderança que transcende a polarização habitual.
A governadora Raquel Lyra chega à reta final da corrida eleitoral em Pernambuco em posição de conforto rara na política brasileira. Pesquisa Datafolha realizada entre 25 e 27 de maio de 2026, com 1.022 entrevistados e margem de erro de três pontos percentuais, mostra a governadora com 48% das intenções de voto no primeiro turno, à frente de João Campos, ex-prefeito do Recife, que aparece com 43%. Ivan Moraes, do PSOL, registra apenas 2%.
A vantagem não se dissolve em um eventual segundo turno — ao contrário, cresce. Nesse cenário, Lyra alcançaria 51% contra 44% de Campos, sugerindo que a disputa, quanto mais se prolonga, mais favorece a governadora.
O dado mais revelador, porém, está na rejeição. Enquanto Campos é rejeitado por 29% dos eleitores e Ivan Moraes por expressivos 59%, Lyra registra apenas 25% de rejeição — o menor índice entre os três. Essa combinação de liderança nas intenções de voto e baixa rejeição é um ativo político difícil de construir e ainda mais difícil de atacar.
A avaliação da gestão reforça esse quadro. Quarenta e cinco por cento dos entrevistados classificam o governo como ótimo ou bom, com crescimento de cinco pontos em relação à pesquisa anterior. No total, 67% aprovam a administração de Lyra, contra 28% de desaprovação. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número PE-07888/2026, conferindo validade oficial aos resultados.
A governadora Raquel Lyra segue como favorita para sua reeleição em Pernambuco. Uma pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira mostrou que ela concentra 48% das intenções de voto no primeiro turno, deixando para trás o ex-prefeito do Recife João Campos, que aparece com 43%. Ivan Moraes, do PSOL, fica bem atrás com apenas 2%, enquanto 4% dos entrevistados indicaram votos em branco ou nulo, e 2% não responderam.
A vantagem de Lyra se mantém robusta também em um cenário de segundo turno. Caso a disputa chegue a um segundo turno contra Campos, a governadora ampliaria sua margem para 51% contra 44% do ex-prefeito, com 4% de brancos e nulos e 1% sem resposta. O resultado sugere uma trajetória consolidada rumo à reeleição, independentemente de como a campanha se desenrole no primeiro turno.
Mas há um dado que inverte a lógica: quando se analisa a rejeição aos candidatos, a ordem muda completamente. Ivan Moraes lidera o ranking de rejeição com 59% dos entrevistados rejeitando-o. João Campos vem em segundo, com 29% de rejeição. Raquel Lyra, apesar de sua liderança nas intenções de voto, é rejeitada por apenas 25% dos eleitores — o menor índice entre os três pré-candidatos. Essa combinação de alta aprovação e baixa rejeição é rara na política e funciona como um escudo para a governadora.
A avaliação geral do governo de Lyra também trabalha a seu favor. Quarenta e cinco por cento dos entrevistados consideram sua gestão ótima ou boa, enquanto 37% a classificam como regular e 16% como ruim ou péssima. Esses números representam um crescimento significativo: houve um aumento de cinco pontos percentuais entre aqueles que aprovam a gestão em relação à pesquisa anterior, e um salto de 17 pontos entre os que a avaliam como regular. Quando perguntados diretamente sobre aprovação, 67% dos entrevistados afirmaram aprovar o governo de Raquel Lyra, contra 28% de desaprovação e apenas 4% que não souberam ou não quiseram opinar.
O Instituto Datafolha entrevistou 1.022 pessoas entre 25 e 27 de maio para chegar a esses resultados. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número PE-07888/2026, conferindo-lhe validade oficial. Os números apontam para um cenário em que Raquel Lyra entra na reta final da campanha em posição confortável, com aprovação alta, rejeição baixa e uma vantagem consistente sobre seus principais concorrentes.
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67% dos entrevistados afirmaram aprovar o governo de Raquel Lyra, enquanto 28% desaprovam— Instituto Datafolha