Ramón Díaz é demitido do Corinthians após pressão interna e derrota para Fluminense

O time estagnou após conquistar o título
Após vencer o Campeonato Paulista, o Corinthians venceu apenas um jogo em seis partidas.
Mark

Por que a derrota para o Fluminense foi o ponto de ruptura, se o time já vinha em dificuldades?

Mimi

Porque ela não foi isolada — foi o símbolo visível de um padrão. Mas o que realmente quebrou a corda foi Memphis Depay falar publicamente sobre dúvidas no trabalho tático. Quando a estrela do elenco questiona o técnico na zona mista, a diretoria não consegue mais protegê-lo.

Luke

Mas vale notar que a pressão interna já existia antes disso. A entrevista de Depay acelerou, mas não criou a crise do zero.

Mark

Como é possível um técnico que conquistou um título estar fora do cargo tão rápido?

Mimi

Porque o título do Paulista, apesar de importante — era o primeiro em seis anos — não foi suficiente para compensar o que veio depois. Após aquela vitória, o time venceu apenas um jogo em seis partidas. Estagnou completamente.

Luke

E há um detalhe importante: a defesa vazava. Mais de um gol sofrido por jogo em 60 partidas é um número que fala por si. Não é questão de opinião.

Mark

Qual era o estado do Corinthians quando Díaz chegou?

Mimi

Caótico. Estava na zona de rebaixamento em julho de 2024. O risco de cair era real. Díaz e os reforços que chegaram — Depay, Talles Magno, Carrilo, Hugo Souza — conseguiram tirar o time dessa situação.

Luke

Então tecnicamente ele cumpriu o objetivo inicial. Mas depois não conseguiu evoluir. Isso é importante para entender por que a demissão não é uma falha total, mas também não é uma injustiça.

Mark

Quem vem agora?

Mimi

Ainda não foi anunciado oficialmente, mas Dorival Júnior é o nome mais sondado nos bastidores.

Luke

Sondado, sim — mas nada confirmado. A diretoria pode estar conversando com outros nomes também. Precisamos esperar o anúncio oficial.

  • A derrota por 2 a 0 para o Fluminense na Neo Química Arena foi a fagulha que transformou pressão latente em decisão irreversível.
  • Memphis Depay, a maior estrela do elenco, expôs publicamente suas dúvidas sobre o desenvolvimento tático do time, amplificando a crise nos bastidores da diretoria.
  • Apesar do título do Campeonato Paulista — o primeiro em seis anos —, o Corinthians venceu apenas um dos seis jogos seguintes, revelando uma estagnação preocupante.
  • A fragilidade defensiva do time, que sofreu 67 gols em 60 partidas, era fonte crescente de insatisfação entre torcedores e jogadores.
  • Dorival Júnior surge como principal candidato para assumir o comando e devolver ao clube a estabilidade que escapou sob a gestão do argentino.

No futebol, como na vida, o sucesso recente raramente protege quem não consegue sustentar o que conquistou. Ramón Díaz, que havia tirado o Corinthians da zona de rebaixamento e entregado um título paulista após seis anos de espera, foi demitido na tarde de 17 de abril de 2025, depois que uma sequência de tropeços e as palavras públicas de Memphis Depay tornaram insustentável sua permanência. A queda de um treinador raramente é um evento isolado — é o ponto final de uma frase que vinha sendo escrita há semanas, entre resultados insuficientes e expectativas não correspondidas.

A tarde de 17 de abril marcou o fim da era Ramón Díaz no Corinthians. A diretoria anunciou a demissão do treinador argentino e de toda sua comissão técnica, incluindo seu filho Emiliano, após uma reunião com os dirigentes. A decisão vinha sendo gestada há dias, alimentada por pressão interna e da torcida.

O estopim foi a derrota para o Fluminense na noite anterior, por 2 a 0, na Neo Química Arena. O que acelerou tudo, porém, foi a entrevista de Memphis Depay na zona mista: o holandês expressou dúvidas sobre o progresso tático da equipe, e suas palavras ecoaram com força nos corredores da administração.

O paradoxo é cruel: Díaz havia conquistado o Campeonato Paulista meses antes — o primeiro título corintiano em seis anos. Mas desde aquela vitória sobre o Palmeiras, o time venceu apenas um dos seis jogos seguintes. A equipe estagnou, sem evolução tática e sem as respostas que a torcida esperava.

Quando chegou ao clube em julho de 2024, Díaz encontrou um Corinthians atolado na zona de rebaixamento. Com reforços como Hugo Souza, Memphis Depay e Talles Magno, o time escapou da degola e chegou às semifinais da Copa do Brasil e da Sul-Americana, sem avançar em nenhuma. Em 60 jogos, foram 32 vitórias, mas também 67 gols sofridos — uma fragilidade defensiva que nunca foi resolvida.

O substituto ainda não foi anunciado, mas os bastidores já apontam Dorival Júnior como o principal nome sondado. O próximo capítulo corintiano começa a ser escrito.

A tarde de quinta-feira, 17 de abril, marcou o fim da passagem de Ramón Díaz pelo Corinthians. A diretoria do clube anunciou a demissão do treinador argentino e de toda sua comissão técnica, incluindo seu filho Emiliano Díaz, após uma reunião entre os dirigentes e a equipe de trabalho. A decisão não chegou como surpresa — vinha sendo gestada há dias, alimentada por pressão interna e da torcida, que questionava o desempenho recente do time.

O ponto de ruptura foi a derrota para o Fluminense na noite de quarta-feira, 16, na Neo Química Arena. O placar de 2 a 0 não apenas custou pontos; custou a credibilidade do técnico. Mas o que realmente acelerou os acontecimentos foi o que veio depois. Memphis Depay, a estrela do elenco, concedeu entrevista na zona mista e não poupou críticas. O holandês falou em dúvidas sobre o progresso do trabalho tático, uma fala que ecoou nos corredores da administração e amplificou a pressão que já existia.

O paradoxo é que Ramón Díaz havia conquistado o Campeonato Paulista poucos meses antes — o primeiro título do Corinthians em seis anos. Mas desde aquela vitória sobre o Palmeiras, o time não conseguiu manter o ritmo. Em seis jogos disputados após o troféu, venceu apenas um. A equipe estagnou. Não evoluiu taticamente. Não apresentou as respostas que a torcida esperava.

Quando Díaz chegou ao Corinthians em julho de 2024, o clube estava na zona de rebaixamento do Brasileirão e corria risco real de cair. Com a chegada de reforços — o goleiro Hugo Souza, o meia Carrilo, os atacantes Talles Magno e Memphis Depay — o time arrancou na competição, escapou da degola e até alcançou a zona de classificação para a Pré-Libertadores. Disputou as semifinais da Copa do Brasil e da Sul-Americana, mas não avançou em nenhuma delas.

Em 60 jogos no comando corintiano, Díaz registrou 32 vitórias, 16 empates e 12 derrotas. O time marcou 102 gols, mas sofreu 67 — uma média preocupante de mais de um gol sofrido por partida. Essa fragilidade defensiva era uma das principais fontes de insatisfação entre os torcedores e, aparentemente, também entre os jogadores.

A diretoria ainda não anunciou o substituto, mas os bastidores já apontam um nome: Dorival Júnior é o principal sondado para assumir o cargo. O próximo capítulo da história corintiana está sendo escrito, e o time segue em busca da estabilidade que não encontrou sob o comando do argentino.

Dúvidas se o trabalho está progredindo
— Memphis Depay, após a derrota para o Fluminense
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