Em nome da eficiência e do progresso tecnológico, empresas de inteligência artificial vêm silenciosamente apagando milhares de livros — incluindo obras raras e historicamente significativas — após utilizá-los para treinar seus modelos de linguagem. O que se apresenta como uma decisão técnica rotineira carrega, na verdade, o peso de uma escolha civilizacional: quem decide o que a humanidade preserva e o que deixa desaparecer? A irreversibilidade dessas perdas coloca em tensão os interesses corporativos e a responsabilidade coletiva sobre o patrimônio cultural.
Por que empresas de IA estão destruindo milhares de livros
Perda irreversível de patrimônio cultural e literário, afetando acesso público a conhecimento histórico e obras raras.
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