No MetLife Stadium, após o apito final que consagrou a Espanha campeã do mundo, a derrota argentina encontrou em Leandro Paredes seu ponto de ruptura mais visível. O que deveria ser o silêncio digno dos vencidos tornou-se confronto físico entre jogadores de duas seleções, lembrando ao mundo que a linha entre a competição e a violência pode ser perigosamente tênue nos momentos de maior pressão. A cena ficará como um contraponto sombrio à celebração espanhola — um retrato humano, imperfeito e inevitável, do custo emocional de se chegar tão perto e perder.
Paredes em 'modo fúria' protagoniza confusão após derrota da Argentina para Espanha
Paredes em seu modo fúria, derrubando Gavi uma segunda vez
O que leva um jogador de nível internacional a perder o controle desse jeito logo após o apito final?
Acho que é a soma de tudo — meses de preparação, a expectativa de ganhar, e de repente você perde. Paredes estava em campo durante toda a partida, sentindo cada lance, cada chance que não saiu. Quando termina, toda aquela energia acumulada não tem para onde ir.
Mas ele atacou dois jogadores diferentes. Não foi um impulso isolado.
Verdade. Começou com García, que talvez tenha dito algo ou feito um gesto. Paredes respondeu com um chute. Depois Gavi entrou para defender o companheiro, e aí virou uma coisa maior — Paredes puxando o colete, derrubando de novo. Parecia que ele estava tentando processar a derrota através da agressão.
Scaloni teve que intervir. Como é para um técnico ver seu jogador fazendo isso?
Deve ser frustrante. Você acabou de perder uma final, a emoção está à flor da pele, e ainda precisa conter seu próprio jogador para evitar que a situação piore. Scaloni entrou rápido, mas não foi suficiente. Precisou de Almada e de Walter Samuel para realmente afastar Paredes.
Isso muda algo sobre como as pessoas vão lembrar dessa final?
Provavelmente. A Espanha ganhou, mas essas imagens vão ficar. Não é o que você quer que fique marcado — agressões, empurrões, a falta de controle. Para Paredes, vai ser uma mancha em um momento que deveria ser sobre o jogo em si.
Der Puls
- Com a derrota ainda quente, Paredes transformou uma discussão verbal com Eric García em agressão física, desferindo um chute no gramado do MetLife Stadium.
- García avançou para cobrar satisfação e levou um empurrão no pescoço que o derrubou, obrigando o técnico Scaloni a intervir pessoalmente.
- Gavi entrou na confusão para defender o companheiro de Barcelona e foi derrubado repetidamente por Paredes, que parecia incapaz de se conter.
- Apenas a intervenção combinada de Thiago Almada e da comissão técnica argentina, incluindo Walter Samuel, conseguiu encerrar o tumulto e afastar Paredes do campo.
No MetLife Stadium, após o apito final que consagrou a Espanha campeã do mundo, a derrota argentina encontrou em Leandro Paredes seu ponto de ruptura mais visível. O que deveria ser o silêncio digno dos vencidos tornou-se confronto físico entre jogadores de duas seleções, lembrando ao mundo que a linha entre a competição e a violência pode ser perigosamente tênue nos momentos de maior pressão. A cena ficará como um contraponto sombrio à celebração espanhola — um retrato humano, imperfeito e inevitável, do custo emocional de se chegar tão perto e perder.
O apito final de Slavko Vincic selou a Copa do Mundo para a Espanha no MetLife Stadium, deixando a Argentina com a amargura de uma final perdida. Leandro Paredes não encontrou compostura para atravessar aquele momento.
Uma discussão com Eric García escalou rapidamente: Paredes desferiu um chute no zagueiro do Barcelona, transformando a tensão pós-jogo em confronto físico. García avançou para cobrar satisfação e recebeu um empurrão no pescoço que o derrubou. Scaloni precisou intervir para afastá-lo da confusão.
Gavi então entrou em cena para defender o companheiro. Thiago Almada tentou contê-lo, mas Paredes puxou o colete do meia espanhol e o derrubou no gramado — mais de uma vez. A cena se repetia: Gavi caía, levantava, e era derrubado novamente.
Foi preciso a ação conjunta de Almada e de membros da comissão técnica, entre eles Walter Samuel, para finalmente conter Paredes e retirá-lo do campo. As imagens dos chutes, empurrões e corpos caindo enquanto a celebração espanhola seguia ao fundo ficaram registradas como parte daquela final — um lembrete de como a frustração pode romper qualquer barreira, mesmo entre os maiores atletas do mundo.
O apito final do árbitro Slavko Vincic ecoou pelo MetLife Stadium, e a Espanha tinha sua Copa do Mundo. Para a Argentina, restava apenas a amargura da derrota em uma final que não saiu como planejado. Leandro Paredes, porém, não estava disposto a aceitar o resultado com a compostura que o momento exigia.
Enquanto os jogadores espanhóis iniciavam as primeiras celebrações, Paredes e Eric García começaram a discutir no gramado. O que começou como uma troca de palavras escalou rapidamente. O volante argentino desferiu um chute no zagueiro do Barcelona, uma ação que transformou a tensão pós-jogo em confronto físico direto. García, ofendido pela agressão, avançou para cobrar satisfação, mas recebeu um empurrão no pescoço de Paredes que o derrubou. Foi preciso a intervenção do técnico Lionel Scaloni para afastar o defensor espanhol da confusão.
Mas o incidente estava longe de terminar. Gavi, companheiro de Barcelona de García, decidiu entrar na briga para defender seu colega. Quando o meia espanhol se aproximou de Paredes, Thiago Almada o afastou, fazendo-o cair no gramado. Paredes, em seu "modo fúria", como descreveria depois, puxou o colete de Gavi e o derrubou novamente na grama do estádio. A cena se repetiu: o jogador espanhol caía, levantava, e Paredes o derrubava outra vez.
Foi apenas quando Thiago Almada e membros da comissão técnica argentina, incluindo o ex-zagueiro Walter Samuel, conseguiram conter Paredes que a confusão finalmente cessou. O volante foi afastado do campo, ainda visiblemente alterado pela derrota e pelas emoções que explodiram naquele momento. As imagens das agressões — os chutes, os empurrões, os corpos caindo no gramado enquanto a celebração espanhola continuava ao fundo — ficariam registradas como parte da história daquela final, um lembrete de como a pressão e a frustração podem romper as comportas do controle emocional mesmo entre atletas de elite em um dos maiores palcos do futebol mundial.
Bemerkenswerte Zitate
Paredes não aceitou a derrota da Argentina para a Espanha na decisão da Copa do Mundo— Relato do incidente