Quando a tecnologia avança mais rápido do que a lei e a ética conseguem acompanhar, são as pessoas reais que pagam o preço. A atriz Paolla Oliveira viu-se forçada a negar publicamente a existência de imagens íntimas falsas criadas por inteligência artificial e distribuídas em seu nome — um episódio que não é isolado, mas sintomático de uma era em que qualquer rosto famoso pode ser transformado em conteúdo sintético sem consentimento. O caso ilumina uma vulnerabilidade coletiva: quanto mais pública a figura, maior o alvo; e quanto mais acessível a ferramenta, maior o dano possível.
Paolla Oliveira rejeita fotos sensíveis geradas por IA: 'Nunca'
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