Palmeiras negocia Allan com Manchester City por 35-40 milhões de euros

Uma proposta fora da curva pesa para uma liberação imediata
O Palmeiras considera vender Allan ao Manchester City se o valor ofertado for suficientemente alto.
Mark

Por que o Palmeiras recusou 30 milhões do Aston Villa mas está considerando 35 a 40 do Manchester City? A diferença de preço é pequena.

Mimi

Não é só preço. O Allan quer ir para o Manchester City — seu estafe vê isso como uma oportunidade única. O Aston Villa era uma porta aberta que o jogador não queria atravessar.

Mark

Mas o clube diz que não quer vender. Como isso muda?

Mimi

Muda quando a oferta é grande demais para recusar. O Palmeiras prefere vender por 35 milhões agora a perder o jogador de graça em seis meses, ou vê-lo desmotivado porque quer sair.

Mark

O caso do Vitor Reis é parecido?

Mimi

Muito. O Palmeiras disse que não vendia. O Manchester City ofereceu 35 milhões, e o clube vendeu. Agora Allan está em uma situação parecida.

Mark

Então é provável que Allan saia?

Mimi

Se o Manchester City formalizar uma proposta de 35 a 40 milhões, sim. O histórico diz que o Palmeiras cede quando o preço é esse.

  • O Palmeiras, que rejeitou 30 milhões de euros do Aston Villa, agora admite publicamente estar em negociação com o Manchester City — uma virada de postura que sinaliza a seriedade da oferta.
  • Os valores discutidos, entre 35 e 40 milhões de euros, pressionam os limites do que o clube considera 'inegociável', colocando em xeque a estratégia de manter seu elenco intacto.
  • O próprio estafe de Allan vê a transferência para o City como uma oportunidade única, e esse alinhamento entre jogador e clube inglês adiciona uma camada de urgência às conversas.
  • O precedente de Vitor Reis paira sobre a negociação: quando o Manchester City ofereceu 35 milhões pelo zagueiro, o Palmeiras cedeu — e o roteiro atual guarda semelhanças inquietantes.

No mercado de transferências, onde o valor de um atleta é ao mesmo tempo financeiro e simbólico, o Palmeiras se vê diante de uma encruzilhada familiar: preservar um de seus pilares ou aceitar que certas ofertas transcendem qualquer estratégia de retenção. O Manchester City, clube que já convenceu o Palmeiras a abrir mão de Vitor Reis, agora mira Allan com valores entre 35 e 40 milhões de euros — cifra que faz o clube paulista, historicamente avesso a vendas, sentar à mesa e negociar.

A diretoria do Palmeiras admite estar em conversas com o Manchester City pela possível venda de Allan, com valores entre 35 e 40 milhões de euros em discussão. Não há proposta oficial formalizada, mas a abertura do clube para negociar já representa uma mudança significativa de postura.

Esta não é a primeira sondagem internacional por Allan na janela atual. O Aston Villa havia apresentado uma oferta de 25 milhões fixos mais cinco milhões em bônus garantidos — totalizando 30 milhões de euros —, proposta que o Palmeiras recusou sem hesitação. O que diferencia o interesse do City é o envolvimento do próprio jogador: o estafe de Allan enxerga a transferência como uma oportunidade única e tem pressionado para que as negociações avancem.

O Palmeiras historicamente resiste a vender seus principais ativos, priorizando o projeto esportivo. Allan é peça central do elenco, e o clube preferiria mantê-lo. Mas o precedente de Vitor Reis é revelador: o zagueiro também era considerado invendável até que o Manchester City colocou 35 milhões de euros na mesa — e o Palmeiras concluiu a venda. Se a história se repetir, uma oferta robusta do clube inglês pode, mais uma vez, ser suficiente para dobrar a resistência alviverde.

A diretoria do Palmeiras está em conversas avançadas com o Manchester City pela possível venda de Allan. Os valores em discussão giram em torno de 35 a 40 milhões de euros, segundo apuração do ge. O negócio ainda não foi fechado e não há proposta oficial formalizada, mas o clube paulista agora admite estar negociando o atacante — uma mudança de postura significativa diante de uma oferta que o clube considera expressiva.

Este não é o primeiro interesse internacional por Allan nesta janela de transferências. O Aston Villa, também da Inglaterra, havia feito uma investida anterior que foi recusada pelo Palmeiras. A proposta inglesa era de 25 milhões de euros fixos mais cinco milhões em bônus garantidos, independentemente de qualquer meta de desempenho — um total de 30 milhões de euros que o clube preferiu rejeitar.

O que diferencia a situação com o Manchester City é o envolvimento do próprio jogador no processo. O estafe de Allan vê a possibilidade de se transferir para o clube inglês como uma oportunidade única, e essa disposição do atleta em avançar com as negociações pesa nas conversas entre as diretorias. O interesse não é apenas do lado do Manchester City, mas também do lado do jogador.

O Palmeiras historicamente defende uma estratégia de não vender seus principais ativos, priorizando o projeto esportivo do clube. Allan é hoje um dos jogadores mais importantes do elenco, e a instituição preferiria mantê-lo. Porém, a realidade financeira é outra: uma proposta que sai significativamente da curva de mercado pode levar o clube a reconsiderar essa posição e liberar o atacante de forma imediata.

O precedente mais recente é o de Vitor Reis. O zagueiro também era considerado invendável pelo Palmeiras, especialmente após a prioridade esportiva do clube. Mas em janeiro do ano passado, o Manchester City ofereceu 35 milhões de euros — o equivalente a cerca de 220 milhões de reais na cotação daquela época — e o Palmeiras concluiu a venda. A história sugere que quando o Manchester City coloca uma oferta robusta na mesa, o clube paulista acaba cedendo, mesmo que inicialmente tenha resistido. Se a negociação com Allan avançar nos moldes esperados, o desfecho pode ser semelhante.

O negócio não está fechado, mas o clube agora admite negociar o atleta
— Diretoria do Palmeiras
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