Durante três décadas, o virologista Daniel Carleton Gajdusek — laureado com o Nobel de Medicina em 1976 — abusou sexualmente de crianças trazidas da Nova Guiné para os Estados Unidos, enquanto uma rede de cientistas renomados e autoridades políticas de alto escalão escolhia o silêncio em vez da denúncia. O caso, ressurgido em reportagem da The New Yorker, não é apenas a história de um criminoso protegido pelo prestígio; é o retrato de uma falha institucional coletiva, em que a reputação de um gênio foi colocada acima da dignidade de crianças vulneráveis. A confissão que Gajdusek deixou em seu
O Nobel que abusava: como a elite científica protegeu o pedófilo Gajdusek
Crianças da Nova Guiné foram trazidas para os EUA e abusadas sexualmente por um período de 30 anos por um cientista que permaneceu protegido por colegas e autoridades.
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