Neymar brilha com dois gols e tira Santos da zona de rebaixamento

Neymar orientava, pedia calma, discutia com adversários
O camisa 10 liderou o Santos em campo enquanto o time lutava para organizar sua defesa durante a vitória sobre o Juventude.
Mark

Por que essa vitória importa tanto? O Santos estava em zona de rebaixamento, mas ainda havia rodadas pela frente.

Mimi

Porque foram 12 rodadas presas lá. Doze. Isso não é um tropeço — é um padrão de desempenho que deixa qualquer torcedor com medo. Sair disso, mesmo que seja temporário, é psicológico.

Luke

Mas é temporário, certo? Eles têm 18 pontos na 15ª posição. Quantos times estão abaixo deles?

Mimi

Quatro. Mas o ponto é que agora têm um resultado positivo para construir. Três derrotas seguidas criam uma mentalidade de derrota.

Mark

E Neymar? Ele realmente jogou bem ou o Juventude era tão fraco que qualquer um marcaria dois gols?

Mimi

O Juventude vinha de seis derrotas sem marcar um gol. Mas Neymar fez mais que marcar — liderou em campo, pediu calma, organizou a equipe. Isso importa.

Luke

Ele completou os 90 minutos. Isso é relevante para a Seleção?

Mimi

Muito. Ancelotti tinha gente lá observando. Se Neymar consegue jogar 90 minutos e marcar dois gols, está pronto para as Eliminatórias.

Mark

O Santos vai conseguir se manter fora da zona de rebaixamento?

Luke

Ninguém sabe. Eles enfrentam o Cruzeiro, vice-líder, no fim de semana. Se perderem, voltam para perto da zona.

Mimi

Verdade. Mas pelo menos agora têm um ponto de partida diferente.

  • Após três derrotas consecutivas e 12 rodadas presos na degola, o Santos chegou ao MorumBis com a urgência de quem precisa respirar antes de afundar.
  • O jogo foi caótico e aberto demais — duas equipes desesperadas que atacavam mais do que defendiam, com o Juventude descontando antes do intervalo e reacendendo o nervosismo nas arquibancadas.
  • Neymar foi o fio condutor da reação: abriu o placar no primeiro tempo e converteu o pênalti decisivo no segundo, completando 90 minutos pela quinta vez seguida como titular.
  • Membros da comissão técnica de Carlo Ancelotti observavam das tribunas, tornando a partida uma espécie de teste duplo — três pontos no Brasileirão e um cartão de visitas para a Seleção.
  • Com 18 pontos e a 15ª colocação conquistada, o Santos celebrou brevemente: o vice-líder Cruzeiro aguarda no fim de semana em Belo Horizonte, exigindo que o alívio se transforme rapidamente em foco.

Há noites em que um resultado vai além da tabela classificatória e toca algo mais profundo — o instinto de sobrevivência de um clube e de um jogador. No MorumBis, diante de quase 38 mil torcedores, Neymar conduziu o Santos para fora da zona de rebaixamento com dois gols numa vitória por 3 a 1 sobre o Juventude, encerrando 12 rodadas de confinamento entre os piores do Brasileirão. A noite serviu também como vitrine para os olhos da comissão técnica de Ancelotti, que avaliavam se o camisa 10 estava pronto para vestir novamente a amarelinha nas Eliminatórias.

O Santos respirou aliviado no MorumBis na noite de terça-feira. Depois de três derrotas seguidas e 12 rodadas entre os quatro piores do Brasileirão, o time paulista venceu o Juventude por 3 a 1 diante de quase 38 mil torcedores e finalmente saiu da zona de rebaixamento — uma vitória que valia muito mais do que três pontos.

Neymar foi o protagonista da noite. Abriu o placar aos 36 minutos do primeiro tempo aproveitando um rebote, viu Barreal ampliar logo depois, mas assistiu ao Juventude descontar com Wilker Ángel antes do intervalo, deixando tudo em aberto. No segundo tempo, converteu um pênalti aos 34 minutos e selou o resultado. Foi seu quinto jogo seguido como titular, e ele mostrou estar em condições físicas e técnicas para o que vem pela frente — orientando companheiros, impondo liderança e respondendo dentro de campo.

A presença de membros da comissão técnica de Carlo Ancelotti nas tribunas não era coincidência: o italiano avalia Neymar para a convocação da Seleção, com os olhos voltados para os confrontos das Eliminatórias contra Chile e Bolívia em setembro. O camisa 10 sabia que estava sendo observado e não desperdiçou a oportunidade.

O jogo em si foi desorganizado — ambas as equipes chegavam desesperadas, o que resultou num futebol aberto e cheio de falhas defensivas. O técnico Cléber Xavier perdeu a paciência cedo e no intervalo fez uma mudança tática ousada, escalando o recém-chegado Mayke no meio-campo para conter o lado direito do Juventude. Gabriel Brazão também precisou fazer intervenções importantes para segurar o resultado.

Com a vitória, o Santos chegou aos 18 pontos e subiu para a 15ª colocação. A festa ao apito final refletia o alívio de quem esteve à beira do abismo — mas não havia espaço para celebração longa. O vice-líder Cruzeiro aguarda no fim de semana em Belo Horizonte, e o Santos precisará manter o ritmo para consolidar sua fuga da degola.

O Santos respirou aliviado no MorumBis na noite de terça-feira. Depois de três derrotas seguidas que o mantinham preso na zona de rebaixamento, o time paulista venceu o Juventude por 3 a 1 diante de quase 38 mil torcedores e finalmente saiu da degola do Brasileirão. A vitória representava mais que três pontos — era a primeira respirada em 12 rodadas de um campeonato que havia confinado o Santos entre os quatro piores times da competição.

Neymar foi o responsável por tirar o time das águas turvas. O camisa 10 marcou dois gols e comandou a reação santista em um jogo que nunca foi bonito, mas que precisava ser vencido. Aos 36 minutos do primeiro tempo, recebeu o rebote de uma cobrança que Barreal havia exigido de Ruan Carneiro e abriu o placar. Barreal ampliou logo depois, mas Wilker Ángel descontou para o Juventude antes do intervalo, deixando tudo em aberto. No segundo tempo, Neymar converteu um pênalti aos 34 minutos e selou a vitória. Ele completou seus 90 minutos em campo — o quinto jogo seguido como titular — e mostrou estar pronto para o que vinha pela frente.

A presença de membros da comissão técnica de Carlo Ancelotti nas tribunas do MorumBis não era coincidência. O técnico italiano estava avaliando seu camisa 10 para a convocação que sairia no fim do mês, com os olhos voltados para os confrontos finais das Eliminatórias contra Chile, no dia 4 de setembro, e Bolívia, no dia 9. Neymar sabia que estava sendo observado e, apesar do futebol desorganizado do Santos, deixou claro que sua condição física e técnica estavam em dia. Ele orientava os companheiros em campo, pedia calma quando o time se desorganizava, discutia com adversários e tentava impor sua liderança através da bola.

O jogo em si foi caótico. Ambas as equipes chegavam ao confronto desesperadas — o Juventude vinha de seis derrotas seguidas sem marcar um gol, enquanto o Santos precisava somar pontos para escapar do descenso. O resultado foi um futebol aberto demais, com defesas esburacadas e muita gente no ataque, como se fosse uma pelada entre amigos onde todos queriam marcar e ninguém queria defender. Gabriel Brazão, goleiro do Santos, precisou fazer intervenções importantes para evitar que o time saísse atrás. O técnico Cléber Xavier perdeu a paciência cedo, distribuindo broncas aos 30 minutos, e no intervalo fez uma mudança tática ousada, escalando o recém-chegado Mayke no meio-campo para reforçar a marcação pela direita, por onde o Juventude mais aparecia.

Com a vitória, o Santos chegou aos 18 pontos e subiu para a 15ª colocação, deixando a zona de rebaixamento. Seria apenas a sexta rodada fora do descenso em todo o campeonato até aquele momento. A festa ao apito final refletia o alívio de uma equipe que havia estado à beira do abismo. Mas não havia tempo para celebração prolongada. O vice-líder Cruzeiro aguardava no fim de semana em Belo Horizonte, e o Santos precisaria manter o ritmo para consolidar sua fuga da zona de queda.

Neymar orientava, pedia calma, discutia com adversários e buscava organizar e aclamar a equipe na base dos toques de bola
— Descrição do desempenho de Neymar em campo
Contattaci Domande frequenti