Morre Juarez, icônico garoto-propaganda da Tekpix dos anos 2000

Vamos falar de coisa boa? — a frase que colou na memória
O bordão de Juarez nos comerciais da Tekpix virou sinônimo de uma era inteira da publicidade televisiva brasileira.
Mark

Por que a morte de um garoto-propaganda de câmera digital virou notícia nacional?

Mimi

Porque Juarez não era só um vendedor. Ele era um símbolo de uma época inteira — a TV aberta brasileira dos anos 2000, aquele tom de publicidade frenético e otimista. Quando as redes sociais explodiram, seus comerciais viraram memes. Ele ficou mais famoso depois de sair do ar do que talvez tivesse sido ao vivo.

Luke

Mas a gente sabe pouco sobre ele, não é? Não sabemos a idade, não sabemos a causa da morte, não sabemos o que ele fez depois dos comerciais. A notícia é mais sobre o que ele representa do que sobre quem ele era.

Mark

Então é nostalgia? As pessoas estão tristes porque perderam um ícone?

Mimi

Não é só nostalgia. É que Juarez marcou um momento específico. Aquele bordão — "Vamos falar de coisa boa?" — virou parte do vocabulário de uma geração. Quando você vê aquele vídeo, você não está só vendo um comercial, está vendo como a gente se comunicava, como a publicidade funcionava, como a TV entrava nas nossas casas.

Luke

Verdade, mas a gente não sabe se ele próprio tinha consciência disso. Se ele sabia que virou meme. Se isso o incomodava ou se o deixava feliz. A morte dele nos deixa sem essas respostas.

Mark

E agora? O que muda com a morte dele?

Mimi

Os comerciais continuam lá. Continuam circulando. Mas agora têm um peso diferente — são documentos de uma pessoa que se foi. São mais que memes, são registros de alguém que existiu e que marcou presença.

Luke

A questão é: quanto a gente realmente sabe sobre Juarez além do que ele vendia? Ele tinha família? Tinha outros trabalhos? A notícia não diz. E isso deixa um vazio.

  • A morte de Juarez foi confirmada na sexta-feira, mas a causa e sua idade permanecem sem divulgação, deixando um silêncio estranho em torno de uma figura tão barulhenta em vida.
  • Seu bordão 'Vamos falar de coisa boa?' foi mais do que um slogan: era o pulso acelerado de uma publicidade brasileira que falava rápido, prometia muito e entrava em todas as casas pela televisão aberta.
  • Décadas após o fim dos comerciais, a internet ressuscitou Juarez como ícone cultural — seus vídeos viraram memes, referências e pontes para conversas sobre nostalgia e identidade geracional.
  • Com sua morte, o que resta são fragmentos digitais que continuarão circulando, mas o homem por trás daquela energia particular — e de toda uma linguagem publicitária de época — não estará mais aqui para vê-los.

Na sexta-feira, 9 de outubro de 2026, morreu Juarez Aparecido Pontes Fernandes, o homem que ensinou uma geração de brasileiros a perguntar 'Vamos falar de coisa boa?'. Não era ator nem artista no sentido convencional, mas seu rosto e sua voz habitaram as salas de estar do país durante os anos 2000, vendendo câmeras digitais Tekpix com uma energia que a memória coletiva nunca largou. A internet, décadas depois, o transformou em meme e em símbolo de uma era — e agora, com sua partida, encerra-se um capítulo singular da publicidade televisiva brasileira.

Juarez Aparecido Pontes Fernandes morreu na sexta-feira, 9 de outubro. A causa da morte não foi divulgada, tampouco sua idade. Mas o nome — e sobretudo o rosto e a voz — atravessaram gerações de brasileiros de uma forma que poucos atores ou artistas conseguem reivindicar.

Nos anos 2000, quando a TV aberta ainda ditava a cultura de massa, Juarez se tornou o garoto-propaganda da Tekpix, câmera digital da Tecnomania. Seus comerciais eram frenéticos: ele falava rápido, gesticulava com entusiasmo e lançava um bordão que grudou na memória coletiva do país — 'Vamos falar de coisa boa?'. Antes disso, trabalhava com vendas por telefone, e levou para a televisão exatamente aquela habilidade de criar urgência e sensação de oportunidade.

O que ninguém previu foi o que a internet faria com aquele material. Quando as redes sociais explodiram, os fragmentos dos comerciais da Tekpix começaram a circular como memes e referências culturais. Juarez se tornou, paradoxalmente, mais reconhecido depois que seus anúncios saíram do ar do que talvez fosse enquanto eram exibidos — um símbolo de época, uma senha para conversas sobre nostalgia e sobre como a publicidade brasileira funcionava.

Seus comerciais continuarão circulando, continuarão gerando aquele sorriso de reconhecimento. Mas o homem que estava ali, com aquela energia inconfundível, se foi — e com ele, uma peça daquela televisão dos anos 2000 que entrava nas casas todos os dias e criava uma linguagem comum que todos compreendiam.

Juarez Aparecido Pontes Fernandes morreu na sexta-feira, 9 de outubro. Ele tinha um nome que atravessou gerações de brasileiros — não porque fosse ator, músico ou político, mas porque vendia câmeras digitais na televisão com uma energia que ninguém esquecia. A causa da morte não foi divulgada, nem sua idade no momento do falecimento.

Nos anos 2000, quando a televisão aberta ainda era o centro da cultura de massa do país, Juarez se tornou o rosto da Tekpix, uma câmera digital comercializada pela Tecnomania. Seus comerciais eram frenéticos: ele falava rápido, oferecia planos de pagamento, gesticulava com entusiasmo. E tinha um bordão que colou na memória coletiva: "Vamos falar de coisa boa?". Era simples, era direto, era impossível de esquecer. Aquela frase virou sinônimo daquele período específico da publicidade brasileira, daquele tom de urgência e otimismo que caracterizava os anúncios da época.

Antes de virar garoto-propaganda, Juarez trabalhava com vendas por telefone. Ele já tinha experiência em convencer pessoas, em falar rápido, em criar uma sensação de oportunidade. A Tecnomania viu nele o que precisava: alguém que pudesse fazer uma câmera digital parecer não apenas um produto, mas uma chance de capturar momentos, de estar na moda, de fazer parte de algo novo. Juarez fez isso. Seus comerciais rodaram na televisão durante anos, criando uma marca tão forte que décadas depois ainda era possível reconhecer aquele rosto, aquela voz, aquele jeito.

O que ninguém poderia ter previsto era que a internet transformaria esses comerciais em artefatos culturais. Quando as redes sociais explodiram, fragmentos dos anúncios da Tekpix começaram a circular. Viraram memes. Viraram referências. Pessoas que cresceram nos anos 2000 compartilhavam aqueles vídeos com amigos mais jovens, explicando: "Isso era a TV brasileira, isso era como a gente via publicidade". Juarez se tornou, paradoxalmente, mais famoso depois que seus comerciais saíram do ar do que talvez tivesse sido enquanto estavam sendo exibidos. Ele era um símbolo de uma era específica, um marcador temporal, uma senha que abria conversas sobre nostalgia e sobre como a publicidade brasileira funcionava.

Agora que morreu, fica a questão do que fica para trás. Seus comerciais continuarão circulando nas redes sociais, continuarão sendo compartilhados, continuarão gerando aquele sorriso de reconhecimento. Mas o homem que estava ali, vendendo câmeras com aquela energia particular, se foi. E com ele vai uma peça daquela televisão dos anos 2000 que marcou gerações — não porque fosse grande cinema, mas porque era onipresente, porque entrava nas casas das pessoas todos os dias, porque criava uma linguagem comum que todos compreendiam.

Vamos falar de coisa boa?
— Juarez, em seus comerciais da Tekpix
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