Na sexta-feira, 9 de outubro, morreu Juarez Pontes, o homem que o Brasil conheceu como Juarez da Tekpix — um rosto que, nos anos 2000, entrou em milhões de lares pelo intervalo comercial e ficou. Seu bordão 'vamos falar de coisa boa?' era menos um slogan do que uma promessa de leveza, e ele a cumpria com a convicção de quem havia chegado às câmeras pelo mérito da própria presença. Como tantos ícones da televisão comercial, sua trajetória carregava tanto a luminosidade do reconhecimento quanto as sombras do que vem depois da fama. Ele deixa um filho e uma frase que ainda ressoa em quem cresceu
Morre Juarez da Tekpix, ícone de propagandas dos anos 2000
vamos falar de coisa boa? — a frase que o definiu
Por que Juarez da Tekpix importa agora, se a marca desapareceu há tanto tempo?
Porque ele é um marcador de época. Para quem cresceu nos anos 2000, aquele bordão "vamos falar de coisa boa?" é tão real quanto qualquer memória de infância. Ele era a voz da publicidade brasileira em um momento específico.
Mas precisamos ser claros: a fonte não diz quando a Tekpix fechou, nem quanto tempo Juarez trabalhou lá. Sabemos que ele ficou famoso "no começo dos anos 2000", mas não temos datas precisas.
E depois que a empresa acabou, ele simplesmente desapareceu?
Não. Ele continuou na publicidade, mas de forma menos visível. Até 2024, quando apareceu na RedeTV!. Isso mostra que ele tentou se manter relevante.
Verdade, mas há um vazio de quase duas décadas aí. Não sabemos o que ele fez entre o fim da Tekpix e 2024. A reportagem não cobre isso.
A acusação de assédio muda como vemos a história dele?
Muda completamente. De repente, o ícone publicitário tem uma sombra. Não é mais só nostalgia.
E a reportagem não oferece detalhes sobre a acusação. Sabemos que uma funcionária de uma lanchonete o acusou, mas não sabemos o que exatamente aconteceu, se houve investigação, nada disso. É um fato importante deixado em aberto.
Der Puls
- A morte de Juarez Pontes, confirmada por familiares, encerra a história de um dos rostos mais reconhecíveis da publicidade televisiva brasileira dos anos 2000.
- Seu bordão 'vamos falar de coisa boa?' tornou-se tão inseparável de sua identidade que o próprio nome da marca virou parte do seu nome.
- Após o fim da Tekpix, Juarez lutou para se manter relevante em um mercado publicitário que consome e descarta com velocidade implacável.
- Em 2024, uma acusação de assédio por parte de uma funcionária da RedeTV! encerrou abruptamente sua última fase como apresentador do quadro Palpite do Milhão.
- A família destacou sua perseverança e criatividade, mas a causa da morte não foi divulgada — e Juarez deixa um filho de 23 anos, Rudson Matos.
Na sexta-feira, 9 de outubro, morreu Juarez Pontes, o homem que o Brasil conheceu como Juarez da Tekpix — um rosto que, nos anos 2000, entrou em milhões de lares pelo intervalo comercial e ficou. Seu bordão 'vamos falar de coisa boa?' era menos um slogan do que uma promessa de leveza, e ele a cumpria com a convicção de quem havia chegado às câmeras pelo mérito da própria presença. Como tantos ícones da televisão comercial, sua trajetória carregava tanto a luminosidade do reconhecimento quanto as sombras do que vem depois da fama. Ele deixa um filho e uma frase que ainda ressoa em quem cresceu assistindo.
Juarez Pontes morreu na sexta-feira, 9 de outubro. A confirmação veio de familiares, e com ela encerrou-se a trajetória do homem que o Brasil inteiro chamava de Juarez da Tekpix — o rosto da filmadora que se dizia a mais vendida do país e que, nos anos 2000, aparecia nos intervalos comerciais com uma frase simples e eficaz: "vamos falar de coisa boa?"
Ele não chegou às câmeras pela porta da frente. Começou na área de vendas por telefone, mas sua presença chamou atenção dos gestores da Tecnomania, empresa que comercializava a Tekpix. Havia nele algo que a câmera confirmaria: uma qualidade de parecer confiável, acessível, vivo. E assim ele se tornou o rosto da marca por anos.
Quando a Tekpix encerrou suas operações, Juarez não desapareceu — continuou buscando espaço em um meio que é, por natureza, efêmero. Em 2024, chegou à RedeTV! como apresentador do quadro Palpite do Milhão, um programa que sorteava um milhão de reais para telespectadores. Mas em dezembro daquele mesmo ano foi demitido após uma funcionária de uma lanchonete na sede da emissora o acusar de assédio.
A família publicou uma nota destacando sua perseverança, criatividade e determinação. A causa da morte não foi informada. Juarez deixa um filho, Rudson Matos, de 23 anos, e um bordão que ainda ressoa na memória de quem cresceu assistindo televisão no Brasil dos anos 2000.
Juarez Pontes morreu na sexta-feira, 9 de outubro. A notícia chegou através de familiares que confirmaram o falecimento do homem que, durante duas décadas, foi sinônimo de uma marca e de um bordão que atravessou gerações de telespectadores brasileiros.
Ele ficou conhecido como Juarez da Tekpix, o rosto da filmadora que se apresentava como a mais vendida do Brasil. Nos anos 2000, quando a televisão ainda era o centro da vida doméstica, Juarez aparecia nos intervalos comerciais e nas inserções de programas com uma frase que se tornou inseparável de sua identidade: "vamos falar de coisa boa?". Era assim que ele introduzia os anúncios da Tekpix, sempre com o mesmo tom, a mesma energia, a mesma convicção de quem acreditava naquilo que vendia.
Sua trajetória na empresa começou longe das câmeras. Juarez trabalhou na área de vendas por telefone, mas seu desempenho chamou atenção dos gestores. Não demorou para que o reconhecessem algo que a câmera depois confirmaria: ele tinha presença. Tinha aquela qualidade indefinível que faz uma pessoa parecer confiável, acessível, viva. A Tekpix, comercializada pela Tecnomania, o colocou na frente das câmeras, e ele se tornou o rosto da marca durante anos.
Quando a Tekpix encerrou suas operações, Juarez não desapareceu. Continuou trabalhando no mercado publicitário, buscando manter-se relevante em um meio que é, por natureza, efêmero. Em 2024, chegou à RedeTV! como apresentador do quadro Palpite do Milhão, um programa que sorteava um milhão de reais para telespectadores inscritos em um programa de assinaturas. Era um trabalho que o mantinha na televisão, ainda que em um formato diferente daquele que o havia tornado famoso.
Em dezembro de 2024, porém, essa fase terminou abruptamente. Juarez foi demitido após uma funcionária de uma lanchonete localizada na sede da emissora o acusar de assédio. A acusação marcou o fim de sua passagem pela RedeTV! e reabriu questões sobre sua trajetória que até então haviam permanecido fora do foco público.
A família divulgou uma nota de pesar destacando sua perseverança, criatividade e determinação. Mencionaram como ele havia conquistado seu espaço na televisão e transformado um simples bordão em sua marca registrada. A causa da morte não foi informada. Juarez deixa um filho, Rudson Matos, de 23 anos. Seu legado permanece preso àquele momento específico da televisão brasileira, quando um homem e uma filmadora se tornaram uma coisa só na memória coletiva.
Bemerkenswerte Zitate
Sua trajetória foi marcada pela perseverança, criatividade e determinação. Com seu jeito único, conquistou seu espaço na televisão e transformou seu bordão em sua marca registrada.— Nota de pesar da família