Em 1º de abril de 2026, a ilha de Santa Helena despediu-se de Jonathan, uma tartaruga gigante das Seychelles que viveu 193 anos — mais do que qualquer outro animal terrestre registrado pela história humana. Nascido em 1832, Jonathan atravessou impérios, guerras e revoluções tecnológicas com a serenidade silenciosa de quem pertence a uma escala de tempo que poucos seres conseguem habitar. Sua morte, confirmada com pesar pelo veterinário Joe Hollins, encerra não apenas uma vida extraordinária, mas um elo vivo entre o mundo que foi e o mundo que somos.
Morre Jonathan, tartaruga mais velha do mundo, aos 193 anos
Um gentil gigante que sobreviveu a impérios, guerras e gerações
Por que a morte de uma tartaruga merece tanta atenção? Há muitos animais no mundo.
Jonathan não era apenas um animal. Era o ser terrestre mais velho vivo — 193 anos. Ele nasceu em 1832. Testemunhou quase dois séculos de história humana.
Mas como sabemos que ele realmente nasceu em 1832? Quem registrou isso na época?
São estimativas baseadas em registros históricos de quando chegou a Santa Helena, em 1882, com cerca de 50 anos. Não temos um certidão de nascimento, é verdade.
E o veterinário, Joe Hollins — ele cuidava de Jonathan há quanto tempo?
Hollins não especifica quantos anos cuidou dele, apenas que foi "por muitos anos". Mas sua relação era claramente profunda — alimentava-o com bananas, observava-o se aquecer ao sol.
Então não sabemos exatamente quanto tempo Hollins passou com Jonathan. Apenas que foi significativo o suficiente para que a morte o afetasse profundamente.
Exato. O que sabemos com certeza é que Jonathan viveu em Santa Helena desde 1882 — 144 anos no mesmo lugar. Isso é verificável.
E ele era realmente o animal terrestre mais velho do mundo?
De acordo com o veterinário e os registros, sim. Nenhum outro animal terrestre vivo tinha idade comparável.
Mas "considerado" é a palavra-chave no texto original. Alguém poderia questionar isso?
Teoricamente, sim. Mas entre os animais documentados e vivos, Jonathan era o recordista reconhecido.
Il Polso
- Com 193 anos, Jonathan detinha um recorde que nenhum outro animal terrestre conhecido havia alcançado — e sua ausência deixa um vazio impossível de preencher.
- O veterinário Joe Hollins anunciou a morte nas redes sociais com palavras de luto genuíno, revelando que a relação entre homem e tartaruga ia muito além do dever profissional.
- Jonathan havia chegado a Santa Helena em 1882 com cerca de 50 anos e permaneceu na ilha por 144 anos, tornando-se parte inseparável da identidade local.
- A notícia repercutiu como a perda de uma testemunha insubstituível: um ser que existia antes da fotografia moderna, dos automóveis e das guerras mundiais, e que sobreviveu a tudo isso em silêncio.
- Santa Helena, pequena ilha no Atlântico Sul já marcada pela história de Napoleão, perde agora seu habitante mais antigo e um dos seus maiores símbolos de permanência.
Em 1º de abril de 2026, a ilha de Santa Helena despediu-se de Jonathan, uma tartaruga gigante das Seychelles que viveu 193 anos — mais do que qualquer outro animal terrestre registrado pela história humana. Nascido em 1832, Jonathan atravessou impérios, guerras e revoluções tecnológicas com a serenidade silenciosa de quem pertence a uma escala de tempo que poucos seres conseguem habitar. Sua morte, confirmada com pesar pelo veterinário Joe Hollins, encerra não apenas uma vida extraordinária, mas um elo vivo entre o mundo que foi e o mundo que somos.
Jonathan morreu em 1º de abril, pacificamente, na ilha de Santa Helena, no Atlântico Sul. Tinha 193 anos — mais do que qualquer outro animal terrestre de que se tem registro. Era uma tartaruga gigante das Seychelles, nascida em 1832, e sua vida atravessou quase dois séculos de história humana com uma presença serena e inabalável.
O veterinário Joe Hollins foi quem comunicou a morte, pelas redes sociais, com palavras carregadas de afeto. Havia cuidado de Jonathan por muitos anos — alimentando-o com bananas na mão, observando-o ao sol — e descreveu o fim como tranquilo. "Você fará mais falta do que as palavras podem expressar", escreveu.
Jonathan nasceu nas Seychelles e chegou a Santa Helena por volta de 1882, com aproximadamente 50 anos. Ficou na ilha pelos 144 anos seguintes, enquanto o mundo ao seu redor se transformava completamente: impérios caíram, guerras vieram e foram, e tecnologias inimagináveis redefiniram a civilização. Ele continuava ali, simplesmente existindo.
O que sua morte carrega de mais profundo não é apenas o número de anos vividos, mas o que eles representam. Jonathan era um elo vivo com um tempo que nenhum ser humano vivo pode alcançar pela memória. Com sua partida, Santa Helena perde seu habitante mais antigo — e o mundo perde uma testemunha silenciosa de tudo que já fomos.
Jonathan morreu na quarta-feira, 1º de abril, na ilha de Santa Helena, no Atlântico Sul. Tinha 193 anos. Era uma tartaruga gigante das Seychelles, e durante quase dois séculos de vida testemunhou a passagem de impérios, guerras e gerações inteiras de seres humanos — mais tempo do que qualquer outro animal terrestre que se tem registro.
O veterinário Joe Hollins confirmou a morte pelas redes sociais, descrevendo o fim como pacífico. "É com o coração partido que compartilho que nosso querido Jonathan faleceu hoje pacificamente", escreveu. A notícia carregava o peso de uma perda pessoal: Hollins havia cuidado de Jonathan por muitos anos, alimentando-o com bananas na mão, observando-o se aquecer ao sol, aprendendo com sua presença silenciosa.
Os registros indicam que Jonathan nasceu em 1832, nas Seychelles, um arquipélago no oceano Índico. Permaneceu lá até 1882, quando chegou a Santa Helena com aproximadamente 50 anos de idade. Permaneceu na ilha por 144 anos — praticamente toda a sua vida adulta e avançada. Naquele século e meio, o mundo ao seu redor mudou radicalmente. Guerras vieram e foram. Impérios caíram. Tecnologias que Jonathan nunca compreenderia transformaram a civilização humana. E ele continuava ali, comendo, respirando, existindo.
O que torna a morte de Jonathan notável não é apenas a duração de sua vida, mas o que ela representa. Um animal que viveu quase 200 anos é um testemunho vivo — ou era — de uma escala de tempo que a maioria dos humanos não consegue verdadeiramente imaginar. Nascido quando a fotografia era uma novidade, Jonathan viu a invenção do automóvel, do avião, da televisão, da internet. Viu a abolição da escravatura em muitos lugares, guerras mundiais, revoluções tecnológicas. E permaneceu, simplesmente, uma tartaruga em uma ilha.
Joe Hollins, em suas palavras de despedida, capturou algo essencial sobre o que Jonathan significava para quem o conheceu. Não era apenas um animal sob seus cuidados. Era um companheiro, um recordista vivo, um gentil gigante que sobreviveu a tudo. "Você fará mais falta do que as palavras podem expressar", escreveu o veterinário. Agora, a era de Jonathan terminou. Santa Helena perdeu seu habitante mais antigo.
Citazioni salienti
É com o coração partido que compartilho que nosso querido Jonathan faleceu hoje pacificamente. Esse gentil gigante sobreviveu a impérios, guerras e gerações de seres humanos.— Joe Hollins, veterinário de Jonathan
Como seu veterinário por muitos anos foi uma honra cuidar dele, alimentá-lo com bananas na mão, vê-lo se aquecer ao sol e me maravilhar com sua sabedoria silenciosa.— Joe Hollins