Numa terça-feira carregada de tensão institucional, a ministra do Ambiente Maria da Graça Carvalho compareceu perante o parlamento para responder a uma das perguntas mais antigas da vida pública: até onde vai a independência das instituições quando o poder político se sente contrariado? Negando qualquer pressão sobre o ICNF e distanciando-se das palavras inflamadas do ministro da Agricultura, Carvalho tentou reafirmar a separação entre tutela política e decisão técnica — numa altura em que essa fronteira parece cada vez mais disputada.
Ministra nega pressões sobre entidades ambientais em audição parlamentar
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