No México, onde a guerra entre cartéis transformou regiões inteiras em zonas de silêncio forçado, jornalistas continuam a exercer seu ofício sabendo que a informação pode custar a própria vida. Desde o ano 2000, apenas no estado de Veracruz, 34 profissionais foram assassinados — e 2026 já acumula sete mortes, entre elas a da jornalista Roxana Guzmán, sequestrada e morta. É a história de pessoas que escolhem a presença onde outros escolhem a ausência, sustentando o direito público à verdade diante de uma violência que não distingue câmera de arma.
México: jornalistas enfrentam sequestros, ameaças e assassinatos na cobertura de conflitos
Sete jornalistas assassinados no México em 2026; jornalista Roxana Guzmán sequestrada e morta; jornalista Oscar Merino Ruiz baleado no rosto com paralisia facial resultante; 34 jornalistas assassinados em Veracruz desde 2000; famílias de desaparecidos sofrem com a violência.
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