Meta lança óculos Ray-Ban sem câmera e visor VR mais leve para 2027

Cinco vezes mais leve que o modelo anterior, mas ainda preso a um cabo
O novo visor VR da Meta reduz drasticamente o peso dos óculos, mas mantém o processamento em um módulo separado.
Mark

Por que a Meta decidiu remover a câmera dos novos óculos Ray-Ban? Parecia ser um componente central.

Mimi

A câmera foi sempre o ponto mais controverso. As pessoas se sentiam vigiadas. Sem ela, o dispositivo se torna menos invasivo — é só áudio e IA.

Luke

Mas o LED ainda pisca durante gravações. Isso significa que o áudio está sendo registrado o tempo todo? Ou apenas quando ativado?

Mimi

A fonte não deixa claro. Sabemos que há um LED que pisca e que a Meta reforçou a detecção de tentativas de cobrir essa luz.

Mark

E quanto ao visor VR? Cinco vezes mais leve é uma diferença enorme.

Mimi

É uma mudança de design fundamental. Em vez de um headset pesado, você tem óculos leves com um módulo de bateria separado conectado por cabo.

Luke

Três horas de bateria é bastante limitado. Você está preso a esse módulo de 300 gramas o tempo todo?

Mimi

Sim, o módulo fica separado — pode ser preso à cintura ou a uma bolsa. Mas você está ligado a ele por um cabo.

Mark

Qual é o público-alvo para um dispositivo assim? Parece caro e ainda com limitações.

Mimi

Desenvolvedores, entusiastas de VR, profissionais que precisam de um monitor portátil. A Meta está apostando que o preço cairá com o tempo.

Luke

US$ 1.299,99 é o preço de lançamento, certo? Não sabemos se será reduzido ou quando.

Mark

E a compatibilidade com Quest — isso significa que os aplicativos existentes funcionarão imediatamente?

Mimi

Teoricamente sim. A Meta diz que o visor será totalmente compatível com a biblioteca Quest, então não há necessidade de desenvolver software novo.

  • A Meta eliminou a câmera dos novos óculos Ray-Ban e reforçou os mecanismos que detectam tentativas de bloquear o LED indicador de gravação — uma resposta direta às críticas sobre vigilância e consentimento.
  • O novo visor VR pesa apenas 100 gramas, cinco vezes menos que o Quest 3, mas transfere o peso do processamento e da bateria para um módulo separado de 300 gramas conectado por cabo.
  • Com tela microOLED 5K, rastreamento ocular, gestos das mãos e compatibilidade com a biblioteca Quest, o visor mira tanto no trabalho quanto no entretenimento imersivo.
  • O preço de US$ 1.299,99 e o lançamento apenas em 2027 colocam o dispositivo fora do alcance imediato da maioria dos consumidores, enquanto os Ray-Ban Display já chegam ao Reino Unido, Canadá e Europa nos próximos meses.

Em sua conferência anual na Califórnia, a Meta apresentou dois dispositivos que revelam caminhos distintos para o futuro da tecnologia vestível: óculos inteligentes sem câmera, centrados em áudio e inteligência artificial, e um visor de realidade virtual de apenas 100 gramas, previsto para 2027. A ausência da câmera no modelo Ray-Ban Audio AI não é apenas uma escolha técnica — é uma resposta às tensões crescentes entre inovação e privacidade que acompanham essa geração de dispositivos. O visor ultraleve, por sua vez, aposta numa arquitetura modular para conciliar o desejo de conforto com as exigências de desempenho, sinalizando que a indústria ainda busca a forma definitiva para a computação que se usa no rosto.

A Meta usou sua conferência anual na Califórnia para apresentar dois dispositivos vestíveis que apontam em direções distintas: um par de óculos inteligentes sem câmera e um visor de realidade virtual radicalmente mais leve do que qualquer modelo anterior da empresa.

O Ray-Ban Meta Audio AI abre mão da câmera — componente que gerou controvérsias de privacidade desde os primeiros óculos inteligentes da marca — e concentra-se em microfones, alto-falantes e interação por voz com assistentes de IA. O LED indicador de gravação permanece, e a Meta reforçou os sistemas que detectam tentativas de bloqueá-lo, inclusive durante transmissões ao vivo, numa sinalização clara de que a empresa quer responder às críticas sobre transparência.

O novo visor VR representa uma mudança de filosofia ainda mais profunda. Com apenas 100 gramas, ele tem a aparência de óculos grandes em vez do formato volumoso dos headsets tradicionais. A tela microOLED 5K oferece alta resolução, e câmeras frontais permitem recursos de realidade aumentada. O trade-off com a portabilidade é resolvido por um módulo separado de 300 gramas — onde ficam o processador e a bateria —, conectado por cabo e preso à cintura ou a uma bolsa. A autonomia chega a três horas de uso contínuo.

O dispositivo será compatível com toda a biblioteca de aplicativos do Quest, permitirá espelhar telas de Mac e PC, e suportará rastreamento ocular, gestos das mãos, teclado virtual e controles de Xbox. O preço foi fixado em US$ 1.299,99, com lançamento previsto para 2027 na América do Norte, Europa e Ásia. Enquanto isso, os óculos Ray-Ban Display já iniciam expansão para Reino Unido, Canadá, França, Alemanha e Itália entre setembro e outubro — um sinal de que a Meta aposta no crescimento desse mercado, mesmo diante de preços elevados e adoção ainda tímida.

A Meta apresentou nesta quarta-feira dois novos dispositivos vestíveis durante sua conferência anual na Califórnia: óculos inteligentes Ray-Ban sem câmera e um visor de realidade virtual radicalmente mais compacto do que seus modelos anteriores. Os anúncios marcam um passo significativo na estratégia da empresa de expandir sua presença no mercado de tecnologia portátil, movendo-se em duas direções distintas — uma focada em áudio e inteligência artificial, outra em imersão visual.

O modelo Ray-Ban Meta Audio AI abandona completamente a câmera, um componente que gerou preocupações de privacidade desde o lançamento dos primeiros óculos inteligentes da Meta. Em seu lugar, o dispositivo concentra-se em microfones e alto-falantes, permitindo que usuários interajam com assistentes de IA através de comandos de voz. A empresa mantém, porém, um indicador visual — um LED que pisca durante gravações de áudio. A Meta reforçou os mecanismos de detecção que identificam tentativas de bloquear essa luz, inclusive quando o dispositivo está transmitindo ao vivo, uma resposta direta às críticas sobre transparência e consentimento.

O visor de realidade virtual representa uma mudança de filosofia de design ainda mais radical. Pesando apenas 100 gramas, o novo aparelho é cinco vezes mais leve que o Quest 3, o modelo anterior da empresa. Em vez da forma volumosa e pesada dos headsets tradicionais, o visor adota uma estrutura que se assemelha a óculos grandes, tornando-o potencialmente mais confortável para uso prolongado. A tela microOLED 5K oferece resolução significativa, enquanto câmeras frontais integradas permitem recursos de realidade aumentada e visualização do ambiente ao redor do usuário.

O trade-off entre portabilidade e desempenho é resolvido através de uma arquitetura modular. O processamento e a bateria ficam alojados em um módulo separado de 300 gramas, conectado aos óculos por um cabo. Essa configuração permite que o visor em si permaneça leve, enquanto o módulo pode ser preso à cintura ou a uma bolsa. A bateria oferece até três horas de uso contínuo, um avanço considerável em relação aos modelos anteriores, embora ainda modesto em comparação com dispositivos convencionais.

O novo visor será totalmente compatível com a biblioteca de aplicativos do Quest, eliminando a necessidade de desenvolver software exclusivo. Usuários poderão espelhar telas de computadores Mac e PC diretamente nos óculos, transformando o dispositivo em um monitor portátil para trabalho e entretenimento. O aparelho suporta rastreamento ocular preciso, comandos por gestos das mãos, um teclado virtual para entrada de texto, e é compatível tanto com controles do Quest quanto com joysticks de Xbox, oferecendo múltiplas opções de interação.

A Meta estabeleceu o preço do novo visor em US$ 1.299,99, com lançamento previsto para 2027 na América do Norte, Europa e Ásia. Simultaneamente, a empresa está expandindo a disponibilidade de seus óculos Ray-Ban Display, que agora chegarão ao Reino Unido e Canadá a partir de 23 de setembro, seguidos por França, Alemanha e Itália em 13 de outubro. Essa expansão geográfica sugere que a Meta vê o mercado de óculos inteligentes como um segmento em crescimento, apesar dos preços elevados e da adoção ainda limitada entre consumidores em geral.

A Meta reforçou o sistema que detecta tentativas de cobrir o LED indicador de gravação, inclusive durante transmissões ao vivo
— Meta
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