Na noite de um sábado que já carregava o peso do luto, uma família que retornava do velório do avô encontrou nova tragédia na escuridão de uma rodovia paranaense. André Felipe Dziecinny, dez anos, morreu após o carro em que viajava com os pais atingir dois cavalos na PR-456, em Santa Maria do Oeste — um trecho sem acostamento que deixou homens e animais à mercê do fluxo de veículos. O acidente nos lembra que a infraestrutura das estradas não é apenas questão técnica, mas condição de sobrevivência.
Menino de 10 anos morre após carro atropelar cavalos no Paraná
Menino de dez anos morreu no hospital após acidente envolvendo dois cavalos
Como uma criança acaba em um acidente assim, voltando de um velório?
André estava no carro com os pais, saindo de Guarapuava depois do velório do avô. Na rodovia PR-456, em Santa Maria do Oeste, o carro atropelou dois cavalos que estavam na pista.
Dois cavalos soltos na pista? Quem estava conduzindo os animais?
Um homem de 33 anos. Ele sofreu ferimentos moderados. Os cavalos morreram no local.
E os pais de André? Como ficaram?
O pai teve ferimentos leves. A mãe ficou com ferimentos moderados e está internada no Hospital Regional de Ivaiporã.
André foi levado vivo para o hospital?
Sim, em estado grave. Mas morreu lá.
Há algo sobre o local do acidente que explique por que foi tão grave?
A polícia rodoviária informou que o quilômetro 18 + 700 da PR-456 não tem acostamento. Isso significa que os cavalos estavam completamente expostos ao fluxo de carros.
Exatamente. Sem uma área de segurança, o impacto foi inevitável.
Isso vai mudar algo na rodovia?
A investigação pode apontar para melhorias, mas ainda não há confirmação de ações concretas.
Il Polso
- Uma família enlutada voltava de um velório quando o carro colidiu com dois cavalos na pista escura da PR-456, transformando o luto em catástrofe.
- André Felipe, de dez anos, foi levado ao hospital em estado grave e não sobreviveu; a mãe e o condutor dos cavalos seguem internados com ferimentos moderados.
- A ausência de acostamento no quilômetro 18+700 da rodovia expôs cavalos e pedestres diretamente ao fluxo de veículos, agravando as consequências do impacto.
- A Polícia Rodoviária investiga o caso e pode recomendar melhorias urgentes na sinalização e infraestrutura do trecho onde a tragédia ocorreu.
Na noite de um sábado que já carregava o peso do luto, uma família que retornava do velório do avô encontrou nova tragédia na escuridão de uma rodovia paranaense. André Felipe Dziecinny, dez anos, morreu após o carro em que viajava com os pais atingir dois cavalos na PR-456, em Santa Maria do Oeste — um trecho sem acostamento que deixou homens e animais à mercê do fluxo de veículos. O acidente nos lembra que a infraestrutura das estradas não é apenas questão técnica, mas condição de sobrevivência.
André Felipe Dziecinny tinha dez anos e voltava com os pais do velório do avô materno em Guarapuava quando o carro da família colidiu com dois cavalos que estavam na pista da PR-456, em Santa Maria do Oeste, no Paraná. Era a noite de sábado, 13 de junho, e o trecho da rodovia onde o acidente aconteceu não possui acostamento — uma ausência que deixou os animais sem nenhuma área de segurança diante do fluxo de veículos.
O pai de André, que conduzia o carro, saiu com ferimentos leves. A mãe do menino e o homem de 33 anos que guiava os cavalos sofreram ferimentos moderados e permanecem internados no Hospital Regional de Ivaiporã. Os dois animais morreram no local. André foi socorrido em estado grave, mas não resistiu.
A investigação conduzida pela Polícia Rodoviária aponta para o quilômetro 18+700 da PR-456 como um ponto crítico de risco. O caso levanta perguntas sobre as condições de segurança do trecho e sobre a responsabilidade do poder público em garantir infraestrutura adequada nas rodovias — para que tragédias como a de André não se repitam.
André Felipe Dziecinny tinha dez anos quando morreu no hospital na noite de sábado, 13 de junho, após um acidente de trânsito em Santa Maria do Oeste, na região central do Paraná. O menino estava no carro com os pais, voltando do velório do avô materno em Guarapuava, quando o veículo atropelou dois cavalos que estavam na pista da rodovia PR-456.
O condutor dos cavalos, um homem de 33 anos, sofreu ferimentos moderados. O pai de André, que dirigia o carro, teve ferimentos leves. A mãe do menino saiu do acidente com ferimentos moderados. André foi levado ao hospital em estado grave, mas não resistiu.
A mãe de André e o homem que conduzia os cavalos permanecem internados no Hospital Regional de Ivaiporã. Os dois animais morreram no local do acidente. A Polícia Militar foi acionada e registrou os detalhes do ocorrido.
O Batalhão de Polícia Rodoviária apontou uma característica importante do local: o quilômetro 18 + 700 da PR-456, onde o acidente aconteceu, não possui acostamento. Essa ausência de infraestrutura pode ter contribuído para a gravidade do impacto, deixando os cavalos expostos ao fluxo de veículos sem uma área de segurança.
O acidente levanta questões sobre as condições de segurança da rodovia e a necessidade de melhorias na sinalização e infraestrutura do trecho onde André morreu. A investigação da Polícia Rodoviária pode apontar para medidas preventivas que evitem tragédias semelhantes no futuro.
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O quilômetro 18 + 700 da PR-456, onde o acidente aconteceu, não tem acostamento— Batalhão de Polícia Rodoviária