Em Juiz de Fora, Minas Gerais, uma menina de seis anos perdeu a vida na madrugada de sexta-feira, 10 de abril, após apresentar sinais compatíveis com intoxicação grave — possivelmente por raticida. Sua mãe, de 34 anos, luta pela vida no mesmo hospital. A tragédia, que começou com sintomas súbitos numa tarde comum, agora repousa nas mãos da Polícia Civil, que busca entender como o veneno — se veneno houve — chegou até aquela casa.
Menina de 6 anos morre com suspeita de envenenamento em Juiz de Fora; mãe segue grave
Chocolate apresentava partículas semelhantes a chumbinho, raticida altamente tóxico
Como uma criança de seis anos e sua mãe chegam a apresentar os mesmos sintomas de intoxicação ao mesmo tempo?
Provavelmente ingeriram algo contaminado juntas. Os sintomas começaram na mesma tarde — salivação intensa — o que sugere exposição simultânea a uma substância tóxica.
E por que o chocolate despertou suspeita específica?
Porque apresentava partículas visíveis que lembravam "chumbinho", um raticida clandestino extremamente tóxico. Era o detalhe mais concreto que os familiares conseguiram identificar.
Mas o perito não confirmou nada nos exames?
Não. Analisou os itens e não encontrou indícios suspeitos. É por isso que a investigação continua — há uma morte, há sintomas claros de intoxicação, mas a confirmação química ainda não chegou.
A mãe pode sobreviver?
Está em estado grave, intubada. Os médicos conseguiram reanimá-la quando sofreu parada cardiorrespiratória, diferente da filha. Mas seu prognóstico depende de como seu corpo responde nos próximos dias.
O que mais preocupa neste caso?
A incerteza. Não sabem ainda o quê, como ou por quê. Uma criança morreu, uma mãe luta pela vida, e a polícia está procurando respostas em chocolate e biscoitos.
Der Puls
- Uma criança de seis anos chegou ao hospital já em parada cardiorrespiratória na quinta-feira e não resistiu, morrendo poucas horas depois na madrugada de sexta.
- A mãe também entrou em colapso, precisou ser intubada e permanece em estado grave — dois corpos atingidos pelos mesmos sintomas, na mesma casa, no mesmo momento.
- Partículas suspeitas encontradas em um chocolate da residência levantaram a hipótese de 'chumbinho', raticida clandestino de alta toxicidade e difícil rastreamento.
- A polícia recolheu alimentos, restos de refeição e materiais da casa, mas a perícia ainda não confirmou a presença de qualquer substância tóxica nos itens analisados.
- Um inquérito foi instaurado e a investigação segue aberta, sem resposta oficial sobre o que, de fato, tirou a vida da menina e derrubou sua mãe.
Em Juiz de Fora, Minas Gerais, uma menina de seis anos perdeu a vida na madrugada de sexta-feira, 10 de abril, após apresentar sinais compatíveis com intoxicação grave — possivelmente por raticida. Sua mãe, de 34 anos, luta pela vida no mesmo hospital. A tragédia, que começou com sintomas súbitos numa tarde comum, agora repousa nas mãos da Polícia Civil, que busca entender como o veneno — se veneno houve — chegou até aquela casa.
Uma menina de seis anos morreu na madrugada de sexta-feira, 10 de abril, no Hospital Maternidade Therezinha de Jesus, em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira. Sua mãe, de 34 anos, permanece internada em estado grave no mesmo hospital, também com sinais de intoxicação.
Tudo começou na tarde de quinta-feira, quando mãe e filha passaram a apresentar sintomas semelhantes — salivação intensa e sinais de mal-estar agudo. Foram levadas a uma unidade de saúde regional, onde a criança chegou já em parada cardiorrespiratória. Reanimada, foi transferida para o HMTJ, mas não resistiu. A mãe também piorou rapidamente, sofreu parada cardiorrespiratória e precisou ser intubada.
Um tio da menina, morador do andar inferior da mesma residência, prestou os primeiros socorros e as conduziu ao hospital. Ele também auxiliou a polícia, indicando alimentos abertos na casa — chocolate, biscoito e iogurte. O chocolate chamou atenção: apresentava partículas semelhantes ao 'chumbinho', raticida clandestino conhecido pela alta toxicidade.
A polícia recolheu os alimentos, restos de macarrão e outros materiais suspeitos para análise. A panela usada no preparo da refeição foi examinada e não apresentou vestígios de contaminação. Um perito analisou os itens coletados, mas até o momento nenhuma substância tóxica foi confirmada oficialmente.
A Polícia Civil instaurou inquérito e a investigação segue em andamento. O que causou a morte da criança e o estado crítico da mãe permanece sem resposta — a suspeita de envenenamento guia o caso, mas a verdade ainda aguarda confirmação.
Uma menina de seis anos morreu na madrugada de sexta-feira, 10 de abril, no Hospital Maternidade Therezinha de Jesus, em Juiz de Fora, na região da Zona da Mata mineira. A causa suspeita é envenenamento. Sua mãe, de 34 anos, permanece internada no mesmo hospital em estado grave, também com sinais de intoxicação.
Tudo começou na tarde de quinta-feira, quando ambas começaram a apresentar sintomas semelhantes: salivação intensa e outros sinais de mal-estar. Foram levadas inicialmente para a Unidade Regional Leste. A criança chegou ao local já em parada cardiorrespiratória. A equipe conseguiu reanimá-la, mas seu quadro era crítico. Ela foi transferida para o HMTJ, onde faleceu poucas horas depois. A mãe também piorou rapidamente. Seu estado se agravou a ponto de sofrer parada cardiorrespiratória e necessitar de intubação para continuar respirando.
Os profissionais de saúde que as atenderam reconheceram nos sintomas de ambas os sinais compatíveis com intoxicação. Essa suspeita levou a polícia a investigar o que as duas poderiam ter ingerido. Um tio da menina, que mora no andar inferior da mesma residência, foi quem prestou os primeiros socorros e as levou até a unidade de saúde. Ele também ajudou a polícia, recolhendo alimentos que estavam abertos na casa: chocolate, biscoito e iogurte. O chocolate chamou atenção porque apresentava partículas que se assemelhavam a "chumbinho", um raticida clandestino conhecido por sua alta toxicidade.
A polícia recolheu vários itens para análise. Além dos alimentos abertos, foram levados um prato com restos de macarrão e um material considerado suspeito. A panela usada no preparo do macarrão foi examinada, mas não apresentava vestígios de contaminação, segundo o registro policial. Um perito analisou os itens coletados, mas até o momento não encontrou indícios suspeitos confirmados nos exames realizados.
A Polícia Civil instaurou um inquérito e segue investigando o caso. Os exames dos alimentos e materiais recolhidos continuam em andamento, e a perícia ainda não confirmou a presença de qualquer substância tóxica nos itens analisados. O que causou a morte da criança e o estado grave da mãe permanece sem confirmação oficial, embora a suspeita de envenenamento seja o fio condutor da investigação.
Bemerkenswerte Zitate
O chocolate apresentava partículas semelhantes a chumbinho, um tipo de raticida clandestino e altamente tóxico— Relato de familiar à polícia