Mansão de dono da Marabraz vai a leilão por R$ 72 milhões em SP

A mansão segue para leilão por sentença judicial
Nasser Fares, dono da Marabraz, tem sua propriedade em Alphaville penhorada após ação movida por Silvio Torres Soares.
Mark

Por que a mansão de um executivo tão proeminente vai parar em leilão? Isso é comum?

Mimi

Não é comum para esse nível de patrimônio, mas acontece quando há uma sentença judicial. Silvio Torres Soares venceu uma ação contra Nasser Fares, e a penhora é o mecanismo que força o cumprimento.

Luke

Mas a gente não sabe o tamanho da dívida, certo? Pode ser que o imóvel valha muito mais do que o que Fares deve.

Mimi

Exatamente. A avaliação é R$ 72,83 milhões, mas a dívida pode ser uma fração disso. Se for, o dinheiro que sobrar volta para Fares.

Mark

E quem pode comprar? Precisa ser alguém muito rico?

Mimi

Teoricamente qualquer um pode participar do leilão eletrônico. Mas na prática, um imóvel desse preço atrai investidores institucionais, pessoas muito abastadas, talvez empresas.

Luke

A comissão de 5% é um detalhe importante que muda o cálculo final. Não é pouco dinheiro.

Mimi

Verdade. Quem der o maior lance ainda precisa somar R$ 3,6 milhões em comissão ao preço final.

Mark

E se ninguém oferecer o valor de avaliação? O que acontece?

Luke

Aí entra em segunda praça, geralmente com condições mais flexíveis. Mas os detalhes disso não estão no material que temos.

Mimi

O que sabemos é que o leilão acontece entre 6 e 9 de outubro, totalmente online, pelo portal Bayit. É um processo transparente e regulado.

  • Uma sentença judicial transformou a mansão mais valiosa de um CEO em garantia de dívida, expondo a fragilidade do patrimônio diante da Justiça.
  • Com 2.640 m² construídos — incluindo uma piscina de 143 m² — o imóvel em Alphaville representa um dos leilões residenciais de maior valor do estado de São Paulo.
  • O leilão eletrônico, aberto ao público pelo portal Bayit entre 6 e 9 de outubro de 2026, democratiza o acesso a um bem que poucos poderiam imaginar disputar.
  • Além do lance vencedor, o arrematante deverá arcar com uma comissão de 5% ao leiloeiro — o que pode representar mais de R$ 3,6 milhões em custos adicionais.
  • Os detalhes do conflito entre Nasser Fares e Silvio Torres Soares permanecem fora do alcance público, deixando o processo judicial envolto em silêncio.

Em algum momento entre o sucesso empresarial e a sala de um tribunal, o destino de uma mansão foi selado. A propriedade de Nasser Fares, presidente da rede Marabraz, avaliada em R$ 72,83 milhões e situada no exclusivo condomínio Tamboré Residencial 2, em Alphaville, será leiloada eletronicamente em outubro de 2026 para cumprir uma sentença judicial movida por Silvio Torres Soares. O que a lei determina, o leilão executa — e um imóvel que um dia simbolizou prosperidade torna-se, agora, moeda de acerto de contas.

A mansão de Nasser Fares, presidente executivo da Marabraz, está a caminho do leilão. O imóvel fica dentro do condomínio Tamboré Residencial 2, em Alphaville, na região metropolitana de São Paulo, e foi avaliado em R$ 72,83 milhões — um valor que reflete tanto a extensão da propriedade quanto a raridade do endereço.

A casa soma 2.640 metros quadrados de área construída, sendo quase 2.500 metros quadrados de residência e pouco mais de 143 metros quadrados de piscina. O padrão é o de grandes executivos brasileiros — e o tamanho do imóvel torna o leilão um evento fora do comum.

A origem do processo está em uma ação judicial movida por Silvio Torres Soares contra Fares. Com sentença favorável em mãos, Soares obteve a penhora da mansão como forma de garantir o cumprimento da decisão. Os detalhes da disputa — o valor envolvido e a natureza do conflito — não foram tornados públicos.

O leilão ocorrerá de forma totalmente eletrônica pelo portal Bayit, com lances aceitos entre as 14h de 6 de outubro e as 14h de 9 de outubro de 2026. Qualquer interessado poderá participar remotamente. Ao valor do lance, o arrematante deverá somar uma comissão de 5% ao leiloeiro — pagável à vista ou parcelada —, o que eleva consideravelmente o custo final da aquisição.

A mansão de Nasser Fares, dono e presidente executivo da Marabraz, segue para leilão. O imóvel está situado em Alphaville, dentro do condomínio Tamboré Residencial 2, em Santana de Parnaíba, na região metropolitana de São Paulo. A avaliação chega a R$ 72,83 milhões — um número que reflete não apenas o tamanho da propriedade, mas também sua localização em um dos endereços mais procurados do estado.

A casa ocupa 2.640,04 metros quadrados de área construída. Desse total, 2.496,94 metros quadrados correspondem à residência propriamente dita, enquanto 143,10 metros quadrados formam a piscina. Trata-se de um imóvel de grande porte, típico do padrão de vida dos executivos de empresas de médio e grande porte no Brasil.

O caminho até o leilão começou em uma sala de tribunal. Silvio Torres Soares moveu uma ação contra Nasser Fares e conseguiu uma sentença favorável. Para garantir o cumprimento dessa decisão judicial, a mansão foi penhorada — isto é, bloqueada e destinada à venda forçada para satisfazer a dívida. Não há detalhes públicos sobre o valor da disputa ou a natureza exata do conflito, apenas que a justiça determinou que o imóvel fosse convertido em dinheiro.

O leilão acontecerá de forma totalmente eletrônica, através do portal Bayit. A primeira praça — o período inicial de ofertas — começa às 14h de segunda-feira, 6 de outubro de 2026, no horário de Brasília, e se encerra às 14h de quinta-feira, 9 de outubro do mesmo ano. Qualquer pessoa interessada poderá participar remotamente, fazendo lances pela internet durante esse intervalo de três dias.

Quem arrematar o imóvel não pagará apenas o valor do lance. Há uma comissão de 5% devida ao leiloeiro, que pode ser quitada à vista ou parcelada. Isso significa que um comprador que ofereça R$ 72 milhões, por exemplo, terá de desembolsar aproximadamente R$ 3,6 milhões adicionais em comissão — um custo significativo que precisa ser considerado no cálculo final do investimento. A venda de uma propriedade desse porte marca um ponto de inflexão na vida de quem a possuía, e o processo judicial que a levou ao leilão permanece, por enquanto, fora do conhecimento público.

O comprador terá de pagar 5% de comissão ao leiloeiro, à vista ou parcelado
— Informação do processo de leilão
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