Lula participa de entrevista da Globo nesta quinta; saiba onde assistir

A entrevista ganha espaço próprio, sem a fragmentação do telejornal
Pela primeira vez, a Globo transmite entrevistas com candidatos presidenciais fora do Jornal Nacional.
Mark

Por que a Globo decidiu tirar essas entrevistas do Jornal Nacional? Parece uma mudança importante.

Mimi

É. O Jornal Nacional é fragmentado — você tem dois minutos aqui, três ali, entre outras notícias. Isso não dá espaço para uma conversa real. Agora, com a entrevista em horário próprio, o candidato tem tempo de verdade para explicar uma proposta, e o jornalista tem tempo de verdade para questionar.

Mark

E isso muda o que o eleitor vê?

Mimi

Muda completamente. Antes, você via um trecho editado, pronto. Agora você vê a conversa inteira, ao vivo. Não há corte, não há seleção do que mostrar. É mais transparente, mas também mais exigente — o candidato não pode se esconder em uma frase de efeito.

Mark

A ordem das entrevistas foi por sorteio. Lula é o quarto. Isso importa?

Mimi

Importa psicologicamente. Os primeiros candidatos estabelecem o tom, criam expectativas. Lula vem depois de três outros, então o público já tem referência de como essas conversas funcionam. Mas também significa que ele não é o destaque da semana — é parte de um processo.

Mark

E depois que a entrevista vai ao ar, o que acontece?

Mimi

A GloboNews faz análise imediata. Mas também fica disponível para rever, compartilhar, discutir. A entrevista não termina quando termina — ela continua circulando, sendo interpretada, sendo usada na campanha.

Mark

Então a transmissão é só o começo.

Mimi

Exatamente. É o começo de uma conversa que vai ecoar por dias.

  • A entrevista de Lula à TV Globo inaugura, na prática, um novo formato eleitoral: pela primeira vez, os candidatos presidenciais ganham espaço próprio fora do Jornal Nacional.
  • A transmissão simultânea em TV aberta, GloboNews e g1 — com conteúdo disponível depois no Globoplay — revela a pressão sobre as emissoras para alcançar eleitores em múltiplas telas.
  • A série segue uma ordem definida por sorteio com representantes dos partidos, o que torna o processo mais transparente e reduz disputas sobre privilégios de agenda.
  • Logo após cada entrevista, a GloboNews aciona a Central das Eleições para análise em tempo real, tornando visível o trabalho de interpretação jornalística que normalmente ocorre nos bastidores.
  • Com Flávio Bolsonaro e Augusto Cury ainda por vir, a semana se consolida como o principal palco televisivo da corrida presidencial de 2026 até agora.

Na noite desta quinta-feira, Luiz Inácio Lula da Silva senta diante das câmeras da TV Globo num momento que diz algo sobre como as democracias constroem seus rituais de escrutínio público. Pela primeira vez, a emissora retira as entrevistas com candidatos presidenciais do Jornal Nacional e lhes concede espaço próprio — um gesto que amplia o tempo dedicado ao debate de ideias e reflete a multiplicação das plataformas por onde o eleitor hoje busca se informar. É a quarta conversa de uma série com seis candidatos, ordenada por sorteio, que tenta oferecer ao país um espelho plural de suas escolhas para 2026.

Lula chega aos estúdios da Globo no Rio de Janeiro nesta quinta-feira à noite para uma entrevista que começa às 21h05, logo após o Jornal Nacional. Conduzida pelos jornalistas Renata Vasconcellos e César Tralli, a conversa marca uma mudança concreta no jornalismo eleitoral da emissora: é a primeira vez que candidatos ao Palácio do Planalto são entrevistados fora do telejornal, em espaço próprio e com tempo dedicado.

A transmissão acontece simultaneamente na TV Globo aberta, na GloboNews e no g1. Após o ao vivo, o conteúdo ficará disponível no Globoplay e no g1 — um arranjo que reflete como a cobertura eleitoral se expandiu para além da televisão tradicional, oferecendo ao público múltiplas formas de acompanhar a campanha.

Lula é o quarto de seis candidatos a passar pela série organizada com base na pesquisa Quaest de 14 de agosto. Antes dele, foram entrevistados Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Renan Santos. Depois virão Flávio Bolsonaro, na sexta, e Augusto Cury, no sábado. A ordem foi definida por sorteio com representantes dos partidos presentes.

Ao deslocar as entrevistas para fora do Jornal Nacional, a Globo cria condições para conversas mais longas e aprofundadas sobre propostas. Imediatamente após cada entrevista, a GloboNews entra no ar com a Central das Eleições para análise e repercussão em tempo real — tornando visível o processo de interpretação jornalística. A semana se estrutura, assim, como o principal palco televisivo da corrida presidencial de 2026.

Luiz Inácio Lula da Silva entra nos estúdios da Globo no Rio de Janeiro nesta quinta-feira à noite para uma conversa que marca um ponto de inflexão na cobertura eleitoral da emissora. Começando às 21h05, logo após o Jornal Nacional, a entrevista com o candidato petista à Presidência será conduzida pelos jornalistas Renata Vasconcellos e César Tralli — e pela primeira vez, as conversas da Globo com candidatos ao Palácio do Planalto saem do telejornal e ganham espaço próprio na programação.

A transmissão será simultânea em três plataformas: a TV Globo aberta, o canal GloboNews e o site do g1. Depois que a entrevista ao vivo terminar, o conteúdo completo ficará disponível no Globoplay e no g1 para quem quiser assistir depois. É um arranjo que reflete como a cobertura eleitoral se expandiu além da televisão tradicional, oferecendo ao público múltiplas portas de entrada para acompanhar a campanha.

Lula é o quarto candidato a passar pela série de entrevistas que a Globo organizou com os seis nomes mais bem posicionados na pesquisa de intenção de voto divulgada pela Quaest em 14 de agosto. Romeu Zema, do Novo, foi entrevistado na segunda-feira. Ronaldo Caiado, do PSD, na terça. Renan Santos, da Missão, na quarta. Depois de Lula, virão Flávio Bolsonaro, do PL, na sexta-feira, e Augusto Cury, do Avante, no sábado. A ordem foi definida por sorteio, com representantes dos partidos presentes.

O formato representa uma mudança significativa em como a emissora estrutura seu jornalismo eleitoral. Ao deslocar as entrevistas para fora do Jornal Nacional — historicamente o espaço onde candidatos eram ouvidos — a Globo cria um tempo dedicado, sem a fragmentação que caracteriza um telejornal. Isso permite conversas mais longas e aprofundadas sobre propostas e posições dos candidatos.

Imediatamente após cada entrevista, a GloboNews entra no ar com a Central das Eleições, um espaço para análise e repercussão das declarações e propostas apresentadas. É um mecanismo que torna visível o processo de interpretação jornalística — os comentaristas e analistas trabalham em tempo real para contextualizar o que foi dito.

Durante toda a semana de entrevistas, Ana Paula Araújo e Hélter Duarte apresentam o Jornal Nacional dos estúdios da emissora no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro, mantendo a cobertura eleitoral como fio condutor da programação. A campanha presidencial de 2026 está estruturada, neste momento, em torno desses encontros entre jornalistas e candidatos — e a forma como são transmitidos, repetidos, analisados e compartilhados molda como o eleitor brasileiro acessa informação sobre quem quer governar o país.

Esta é a primeira vez que as entrevistas da Globo com candidatos ao Palácio do Planalto são exibidas após o Jornal Nacional, e não dentro do telejornal
— Globo
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