Em sabatina televisionada durante a campanha eleitoral, o presidente Lula escolheu a negação como resposta ao crescimento da dívida pública brasileira, que atingiu 81,9% do PIB — dez pontos percentuais acima do início de seu terceiro mandato. Ao desviar a pergunta com comparações internacionais e críticas à jornalista, Lula revelou uma distância entre seu discurso e o esforço de credibilidade que seus próprios ministros econômicos tentam construir junto ao mercado. Quando um líder recusa reconhecer a urgência de um problema matemático, a solução se torna mais cara para todos.
Lula nega problema da dívida pública em sabatina e enfraquece credibilidade
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