Na 24ª rodada do Brasileirão, o Coritiba derrotou o Corinthians numa noite em que o futebol revelou mais do que um simples resultado: revelou uma equipe que encontrou identidade. JP Chermont, lateral discreto no cotidiano, tornou-se o fio condutor da vitória com duas assistências que nasceram da disciplina tática e da precisão técnica. Pedro Rocha e Paulo Roberto converteram as oportunidades com a frieza de quem confia no coletivo, e o Coritiba segue sua jornada no campeonato com a convicção de quem sabe o que quer construir.
JP Chermont brilha com assistências na vitória do Coritiba sobre o Corinthians
Duas assistências precisas em jogadas ensaiadas, uma em escanteio e outra em cruzamento perfeito
Por que JP Chermont se destacou tanto nesta partida? Ele é sempre assim?
Chermont teve uma noite completa. Defendeu bem contra Carrillo, mas o que o elevou foi a precisão no ataque — duas assistências em jogadas ensaiadas, não foi acaso. O Coritiba trabalhou para explorar o lado esquerdo, e ele estava posicionado para executar.
As duas assistências vieram de situações diferentes, certo?
Exatamente. A primeira foi de um escanteio, uma jogada que a comissão técnica preparou. A segunda foi um cruzamento simples, mas perfeito — o tipo de coisa que parece fácil quando está bem feita.
Pedro Rocha e Paulo Roberto marcaram. Como foi o desempenho deles?
Rocha mostrou qualidade técnica no gol — dominou, se livrou do marcador, bateu com força. Paulo Roberto foi mais direto, um cabeceio limpo. Ambos aproveitaram bem, mas a diferença é que Rocha teve que trabalhar mais pela bola.
E a defesa? O Corinthians ofereceu perigo?
Não muito. Pedro Morisco teve uma noite tranquila. A zaga, com Cóser e Jacy, ganhou as disputas aéreas com facilidade. O Corinthians tentou explorar isso, mas não conseguiu criar situações reais de perigo.
Qual foi o papel do técnico Fernando Seabra nesta vitória?
Seabra foi inteligente. Viu que o lado esquerdo era o caminho e organizou o time para explorar isso — Josué, Breno Lopes, Bruno Melo, Chermont. Vinicius Rovaris, o auxiliar, também merece crédito pelas bolas paradas. Não foi improviso, foi planejamento.
Isso significa que o Coritiba está em um bom momento?
Tudo indica que sim. Você vê uma defesa sólida, um meio-campo organizado, e um ataque que consegue executar o que foi planejado. Contra um grande como o Corinthians, isso conta muito.
Il Polso
- JP Chermont transformou uma partida de alto risco em palco pessoal, distribuindo duas assistências decisivas que definiram o placar.
- A defesa corintiana, incapaz de conter as jogadas ensaiadas do Coritiba, abriu espaço para gols que pareciam inevitáveis após cada avanço pelo lado esquerdo.
- Pedro Rocha e Paulo Roberto aproveitaram com precisão cirúrgica, o segundo marcando pela segunda vez contra um grande paulista com a camisa alviverde.
- A zaga e o meio-campo coritibanos funcionaram como muralha, sufocando as tentativas do Corinthians e mantendo a solidez que tem marcado o time na competição.
- A vitória consolida o Coritiba entre os times em melhor forma do Brasileirão, com organização tática e execução coletiva que apontam para um segundo turno promissor.
Na 24ª rodada do Brasileirão, o Coritiba derrotou o Corinthians numa noite em que o futebol revelou mais do que um simples resultado: revelou uma equipe que encontrou identidade. JP Chermont, lateral discreto no cotidiano, tornou-se o fio condutor da vitória com duas assistências que nasceram da disciplina tática e da precisão técnica. Pedro Rocha e Paulo Roberto converteram as oportunidades com a frieza de quem confia no coletivo, e o Coritiba segue sua jornada no campeonato com a convicção de quem sabe o que quer construir.
O Coritiba venceu o Corinthians pela 24ª rodada do Brasileirão numa noite que pertenceu, acima de tudo, a JP Chermont. O lateral foi decisivo em duas frentes: na defesa, controlou Carrillo com segurança nos duelos individuais; no ataque, assinou duas assistências que valeram o resultado. A primeira saiu de uma jogada ensaiada em escanteio pelo lado esquerdo, encontrando Pedro Rocha livre para dominar, se livrar do marcador e finalizar com força. A segunda foi um cruzamento impecável que Paulo Roberto converteu de cabeça, sem chance para o goleiro.
Rocha e Paulo Roberto, autores dos gols, também se destacaram. O primeiro mostrou frieza técnica na abertura do placar; o segundo marcou pela segunda vez contra um grande de São Paulo com a camisa coritibana, repetindo o feito diante do Palmeiras. A defesa do Coritiba funcionou como bloco coeso: Pedro Morisco teve noite tranquila no gol, enquanto Tiago Cóser e o capitão Jacy formaram dupla sólida na zaga, dominando as disputas aéreas e terrestres.
No meio-campo, Thiago Santos e Sebastián Gómez trouxeram experiência e eficiência nos desarmes, com Josué orquestrando o jogo pelos pés — arriscando chutes de fora e buscando lançamentos longos. No ataque, Breno Lopes abriu corredores pelo lado esquerdo e Lavega foi incansável na pressão alta pelo direito.
O técnico Fernando Seabra insistiu na exploração do flanco esquerdo, posicionando Josué, Breno Lopes e Bruno Melo de forma coordenada. Os gols foram fruto direto dessa organização, com crédito especial ao auxiliar Vinicius Rovaris pelo trabalho nas bolas paradas. O Coritiba segue em boa fase no Brasileirão, combinando solidez defensiva, criatividade ofensiva e precisão tática.
O Coritiba saiu do confronto contra o Corinthians pela 24ª rodada do Brasileirão com uma vitória que revelou muito sobre seu momento na competição. A noite pertenceu especialmente a JP Chermont, o lateral que transformou sua participação em duas assistências precisas e uma atuação que mereceu nota 8.5 da redação.
Chermont trabalhou em duas frentes durante a partida. Na defesa, enfrentou Carrillo nos duelos um contra um com segurança e disciplina. No ataque, porém, foi onde deixou sua marca mais profunda. A primeira assistência veio de uma jogada ensaiada pelo lado esquerdo, originária de um escanteio, que encontrou Pedro Rocha livre para dominar no peito, se livrar do marcador e finalizar com força. A segunda foi um cruzamento impecável que Paulo Roberto aproveitou com um cabeceio sem margem para defesa.
Pedro Rocha e Paulo Roberto, os autores dos gols, também mereceram destaque. Rocha mostrou frieza e qualidade técnica no lance da abertura do placar, enquanto Paulo Roberto marcava pela segunda vez contra um grande de São Paulo pelo Coritiba — havia feito o mesmo contra o Palmeiras. Ambos aproveitaram bem as oportunidades que a defesa corintiana ofereceu.
A defesa coritiba funcionou como uma unidade coesa. Pedro Morisco no gol teve uma noite tranquila, com poucos sustos, mostrando frieza quando o Corinthians tentou explorar o jogo aéreo ou chutes de longe. Na zaga, Tiago Cóser e Jacy formaram uma dupla sólida. Cóser ganhou praticamente todas as disputas pelas bolas altas, enquanto Jacy, capitão do time, liderou com combatividade tanto nas jogadas baixas quanto nas aéreas, nunca desistindo das disputas.
O setor de meio-campo manteve a organização e a segurança. Thiago Santos utilizou bem sua experiência ao lado de Sebastián Gómez, chegando inteiro nas disputas e conseguindo desarmes importantes. Josué, o camisa 10, foi o responsável por orquestrar o jogo pelos pés do Coritiba, arriscando chutes de fora da área e buscando lançamentos longos, além de auxiliar na saída de bola. Quando Vitor Tissi entrou no lugar de Thiago Santos, manteve o nível de atuação no setor.
No ataque, além de Rocha e Paulo Roberto, o Coritiba contou com participações coletivas bem estruturadas. Breno Lopes foi importante na abertura do corredor pelo lado esquerdo, frequentemente caindo para o centro e arrastando a marcação. Lavega, pelo lado direito, foi muito participativo, recuperando bolas na pressão alta e colaborando também na defesa.
O trabalho tático da comissão técnica, liderada por Fernando Seabra, foi fundamental. Seabra insistiu para que o time explorasse o lado esquerdo do ataque, posicionando Josué com Breno Lopes e Bruno Melo de forma coordenada. Os gols foram fruto dessa organização, com o auxiliar Vinicius Rovaris recebendo crédito especial pelo posicionamento nas bolas paradas. A vitória reforça o bom momento do Coritiba no Brasileirão, mostrando uma equipe que combina solidez defensiva com criatividade ofensiva e execução tática precisa.
Citazioni salienti
Na marcação esteve bem nos duelos um contra um diante de Carrillo. No ataque, foi o autor das assistências para os gols de Pedro Rocha e Paulo Roberto— Avaliação da redação sobre JP Chermont
Paulo Roberto marcou pela segunda vez contra um grande de São Paulo pelo Coritiba, após ter feito o mesmo contra o Palmeiras— Análise da atuação do atacante