Iza, Dennis DJ e Filho do Piseiro animam segunda noite do Sou Manaus 2026

Estou muito feliz de voltar e levar o Amazonas para novos espaços
Filho do Piseiro refletiu sobre sua carreira e o significado de retornar a Manaus para o festival.
Mark

Por que um festival como esse importa para Manaus? Parece ser só um fim de semana de shows.

Mimi

Não é só shows. É sobre reafirmar a identidade cultural da cidade. Você vê Carrapicho tocando "Tic-Tic-Tac" — uma música que conquistou o mundo — e Filho do Piseiro falando sobre levar o Amazonas para os palcos nacionais. É sobre dizer que a cultura daqui tem peso.

Luke

Mas quantas pessoas realmente compareceram? O texto não diz. Sabemos que Laryssa e Ingrid estavam lá, e Socorro Viana comeu tacacá, mas não temos números de público.

Mimi

É verdade. O que temos é o depoimento de quem estava lá, a energia das apresentações, a diversidade de espaços — Palco Malcher, Alfândega, Coreto, Arena Urbana.

Mark

E Filho do Piseiro mencionou que um DVD foi importante para sua carreira. Isso é recente?

Mimi

O texto não especifica quando foi lançado. Ele só diz que depois do DVD vieram 40 shows no São João e depois uma série de compromissos nacionais. Mas não temos a data.

Luke

Exatamente. E quando ele diz "tenho uma palavra para esse momento", ele está falando de voltar a Manaus, ou de estar no festival em geral? O contexto sugere que é sobre voltar, mas não é completamente claro.

Mimi

Provavelmente sobre voltar. Ele passou a noite inteira falando sobre a importância de levar Manaus para fora, e depois disse que estar no Sou Manaus era uma das formas de fazer isso. Parece ser um momento de reconexão.

Mark

E Aline Barros no Palco Alfândega — ela é gospel, certo?

Mimi

Sim. Ela levou sucessos de sua trajetória na música gospel e reuniu o público em louvor. Era um espaço diferente do Palco Malcher — mais voltado para apresentações religiosas.

Luke

Mas o texto não diz se havia separação clara entre os públicos ou se as pessoas circulavam entre os palcos. Sabemos que havia múltiplos espaços, mas não sabemos como o público se movimentava.

Mimi

Boa observação. O que sabemos é que havia programação em vários pontos — Coreto, Mangueirão, Casa da Cultura Urbana, Arena Urbana — e que o festival vai até segunda-feira.

  • O Centro Histórico de Manaus foi tomado por uma multidão que buscava não apenas entretenimento, mas pertencimento — e o festival entregou os dois.
  • Iza conduziu o público por uma jornada que misturou seus próprios sucessos com reggae de Bob Marley e clássicos de Tim Maia, criando uma ponte entre influências e identidades.
  • Dennis DJ transformou o palco em pista de dança com funk e eletrônico, enquanto Filho do Piseiro emocionou ao falar sobre o que significa voltar à terra natal depois de conquistar o Brasil.
  • Além dos dois palcos principais, o festival pulsa em espaços como o Coreto, a Casa da Cultura Urbana e a Arena Urbana, com batalhas de MCs, atrações indígenas e gastronomia típica.
  • O evento segue até segunda-feira, ainda com tempo para quem quiser se juntar à celebração espalhada pelo Centro Histórico.

No coração histórico de Manaus, o Festival Sou Manaus Passo a Paço 2026 reuniu, em sua segunda noite, vozes e ritmos que atravessam gerações — de Iza a Aline Barros, do funk eletrônico de Dennis DJ ao piseiro nordestino com raízes amazônicas. Mais do que um evento musical, o festival revelou o desejo de uma cidade de se reconhecer e de se projetar para o mundo, celebrando sua diversidade cultural em múltiplos palcos e espaços vivos. Há algo de profundo quando uma comunidade dança junta sob o céu de sua própria história.

No sábado à noite, o Centro Histórico de Manaus se transformou em um mosaico de ritmos e identidades. A segunda noite do Festival Sou Manaus Passo a Paço 2026 reuniu grandes nomes da música brasileira, mas o que ficou foi a sensação de uma cidade celebrando a si mesma em toda a sua diversidade.

No Palco Malcher, o Carrapicho abriu os trabalhos com suas toadas amazônicas — e "Tic-Tic-Tac", o hit que levou o Amazonas ao mundo, fez o público cantar junto. Iza chegou depois como uma das atrações mais esperadas, passeando por seus sucessos como "Fé" e "Dona de Mim", mas também mergulhando no reggae de Bob Marley e nas músicas de Tim Maia, como quem convida o público a conhecer as vozes que a formaram. Dennis DJ assumiu o palco em seguida e não deixou ninguém parado, misturando funk e eletrônico numa apresentação que virou pista de dança. Filho do Piseiro encerrou a noite voltando à sua terra natal — e antes de cantar, falou com emoção sobre o que significa levar o Amazonas e Manaus para os novos espaços que conquistou no cenário nacional.

No Palco Alfândega, o clima foi outro: Aline Barros reuniu o público em um momento de louvor gospel, com Padre João Carlos e outros artistas completando a programação. E o festival não se resumia a esses dois palcos — no Coreto, na Casa da Cultura Urbana e na Arena Urbana, artistas locais, atrações indígenas, batalhas de MCs e manifestações da cultura urbana aconteciam simultaneamente, enquanto o Espaço da Gastronomia oferecia tacacá e pratos típicos para quem precisava de uma pausa.

Entre o público, histórias simples e verdadeiras: uma presidente de associação de idosos aprovando o caldo e o movimento, duas jovens que vieram especialmente para ver Dennis DJ e Iza e já estavam encantadas com a atmosfera. O festival segue até segunda-feira, espalhado por diferentes pontos do Centro Histórico — uma celebração que ainda tem tempo de receber mais gente.

No sábado à noite, o Centro Histórico de Manaus virou palco de uma celebração que misturou ritmos, gerações e identidades. A segunda noite do Festival Sou Manaus Passo a Paço 2026 trouxe Iza, Dennis DJ, Filho do Piseiro e Aline Barros como atrações principais, mas o que realmente marcou foi a diversidade: diferentes estilos musicais e manifestações culturais espalhadas por vários espaços da região central, cada um com sua própria energia.

No Palco Malcher, o coração do festival, a noite começou com Rodrigo Raniely, seguido por uma performance de dança antes do Carrapicho subir ao palco. O grupo amazonense trouxe as toadas que marcaram sua trajetória, com destaque para "Tic-Tic-Tac", aquele sucesso que fez a música amazonense ganhar projeção internacional e que, naquela noite, fez o público dançar e cantar junto.

Iza chegou como uma das atrações mais esperadas. Seu show foi um passeio por suas próprias histórias — "Fé", "Dona de Mim" e "Gueto" vieram carregados de energia. Mas ela não ficou só em seus sucessos. Dedicou uma sequência ao reggae, interpretando "Vamos Fugir" e "I Wanna Love Ya", de Bob Marley, e depois mergulhou nas músicas de Tim Maia. Era como se estivesse conversando com outras vozes que a influenciaram, trazendo o público junto nessa jornada.

Depois de Iza, Dennis DJ transformou o palco em uma pista de dança. Funk e música eletrônica se misturaram, e o público não parou de se mover durante toda a apresentação. Filho do Piseiro encerrou a programação do Palco Malcher, voltando à sua terra natal. Antes de cantar, ele falou sobre o peso daquele momento. Um DVD tinha sido crucial para sua carreira — depois dele, vieram 40 shows só no São João, depois programas nacionais, TV, podcasts. Mas o que realmente importava para ele era levar o Amazonas e Manaus para esses novos espaços que conquistou. "Tenho uma palavra para esse momento: estou muito feliz", disse.

No Palco Alfândega, a programação tomou outro rumo. Padre João Carlos abriu a noite, seguido por Mia Lohanny e Ministério Tochas. Aline Barros foi um dos destaques, levando sucessos de sua trajetória na música gospel e reunindo o público em um momento de louvor. Israel Salazar encerrou a programação do espaço.

Mas o festival não era só esses dois palcos. Havia apresentações no Coreto, no Mangueirão, na Casa da Cultura Urbana e na Arena Urbana — artistas locais, atrações indígenas, música eletrônica, dança, batalhas de MCs, manifestações da cultura urbana. No Espaço da Gastronomia, o público aproveitava para experimentar pratos típicos. Socorro Viana, presidente da Associação dos Idosos da Glória, parou para tomar caldo e tacacá e aprovou: "Estou gostando de tudo um pouco. Bastante coisa pra fazer."

Laryssa Batista, de 22 anos, e sua amiga Ingrid Melo tinham vindo especificamente para ver Dennis DJ e Iza. Recém-chegadas, já estavam aprovando o clima. "A gente está gostando da vibe daqui", disse Laryssa. O festival segue até segunda-feira, com programação espalhada por diferentes pontos do Centro Histórico — ainda há tempo para quem quiser entrar nessa celebração.

A gente veio pra ver o Dennis DJ e a Iza. A gente está gostando da vibe daqui
— Laryssa Batista, 22 anos, frequentadora do festival
O DVD foi muito importante para a minha carreira. Depois do DVD, tive uma sequência muito grande de shows. Só no São João foram 40 shows
— Filho do Piseiro
A pauta sempre foi mostrar a nossa cultura, mostrando o Amazonas, a nossa Manaus. Tenho uma palavra para esse momento: estou muito feliz
— Filho do Piseiro
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