Em um momento em que a fronteira entre o humano e o automatizado se torna cada vez mais tênue, o Itaú deu um passo concreto ao delegar à inteligência artificial a execução de transações Pix em nome de seus clientes. A iniciativa revela uma tensão profunda do nosso tempo: a busca por conveniência e personalização de um lado, e as perguntas ainda sem resposta sobre confiança, privacidade e controle do outro. O banco age dentro de uma corrida competitiva maior, onde a tecnologia deixou de ser diferencial para se tornar condição de sobrevivência.