A Apple redefiniu em 2025 o conceito de acessibilidade dentro do seu próprio ecossistema, apresentando o iPhone 16e — um aparelho que herda o espírito democrático do SE, mas o veste com as ambições tecnológicas dos modelos de ponta. Com tela OLED, chip A18 e inteligência artificial integrada, o novo modelo apaga a fronteira entre o acessível e o premium, ainda que o preço inicial de R$ 5.799 convide a uma reflexão sobre o que, afinal, significa ser econômico.
iPhone 16e: o novo smartphone acessível da Apple para 2025
Design que finalmente conversa com os modelos atuais
Por que a Apple decidiu descontinuar o SE agora? Parecia estar funcionando bem como porta de entrada.
O SE tinha um design que já não conversava com o resto da linha — bordas mais grossas, notch maior, aquele botão de biometria. Consumidores queriam algo que parecesse moderno, e a Apple ouviu isso.
Mas o preço subiu quase 40% em relação ao SE 3. Isso ainda é "acessível"?
É uma redefinição do termo. O 16e custa menos que um iPhone 16 completo, mas oferece especificações muito próximas. Para quem quer o design e a performance atuais, é mais barato.
E os recursos de IA? Todos os iPhones têm agora?
Sim, a Apple garantiu que todas as ferramentas de IA disponíveis no 16 também rodam no 16e. É um diferencial importante.
Quanto desses recursos realmente funciona bem no Brasil? A Apple não detalhou limitações regionais.
Boa pergunta. A documentação que temos foca nas especificações técnicas, não nas restrições de mercado.
E a câmera única traseira? Isso é uma limitação real?
É uma escolha. Uma lente de 48 megapixels é bastante versátil para a maioria dos usos. Não é o mesmo que ter zoom óptico, mas funciona.
A bateria promete 12 horas adicionais — adicionais a quê, exatamente? Ao SE 3? Porque ninguém sabe qual era a autonomia real do SE 3.
Sim, é uma comparação que só faz sentido se você conhece o modelo anterior. Para quem está vindo de outro celular, é apenas um número.
Qual é o público-alvo real aqui?
Pessoas que querem um iPhone com design atual e performance sólida, mas não querem pagar o preço cheio do 16. E brasileiros que tinham o SE e agora precisam decidir se o salto de preço vale a pena.
Il Polso
- A Apple aposentou silenciosamente o iPhone SE e o iPhone 14, abrindo espaço para um modelo que recusa ser tratado como segunda linha.
- O salto de preço em relação ao SE 3 — de R$ 4.199 para R$ 5.799 — provoca tensão entre a promessa de acessibilidade e a realidade do bolso do consumidor brasileiro.
- O chip A18 com 8 GB de RAM coloca o 16e no mesmo patamar de IA que os iPhones premium, dissolvendo uma barreira que antes separava as linhas.
- A estreia do chip de conectividade C1, inteiramente desenvolvido pela Apple, marca um passo estratégico rumo à independência tecnológica da empresa.
- As pré-vendas no Brasil começam em 28 de fevereiro, mas a data de chegada às lojas físicas ainda permanece indefinida, mantendo o consumidor em compasso de espera.
A Apple redefiniu em 2025 o conceito de acessibilidade dentro do seu próprio ecossistema, apresentando o iPhone 16e — um aparelho que herda o espírito democrático do SE, mas o veste com as ambições tecnológicas dos modelos de ponta. Com tela OLED, chip A18 e inteligência artificial integrada, o novo modelo apaga a fronteira entre o acessível e o premium, ainda que o preço inicial de R$ 5.799 convide a uma reflexão sobre o que, afinal, significa ser econômico.
A Apple abriu 2025 redefinindo o que chama de smartphone acessível. O iPhone 16e chega para substituir o SE e o iPhone 14, trazendo um design alinhado aos modelos atuais da marca — tela OLED XDR de 6,1 polegadas com notch, bordas ultrafinas e Face ID no lugar do antigo botão de biometria. O Botão de Ação customizável, já familiar nos modelos recentes, também está presente.
Por dentro, o aparelho roda o chip A18 com oito gigabytes de RAM, o mesmo que equipa o iPhone 16. Isso garante acesso completo às ferramentas de inteligência artificial da Apple — edição de imagens, assistência de texto e outros recursos antes restritos aos modelos premium. O 16e também marca a estreia do chip de conectividade C1, o primeiro desse tipo inteiramente projetado e fabricado pela própria empresa.
Na câmera, são 48 megapixels na traseira com abertura f/1.6 e 12 megapixels na frontal, com gravação em 4K a 60 quadros por segundo. A bateria entrega até 12 horas a mais de autonomia do que o SE anterior, e o carregamento é via USB-C.
Os preços, porém, contam uma história mais complexa. A versão de entrada, com 128 GB, custa R$ 5.799 — um salto considerável em relação aos R$ 4.199 do SE 3 quando chegou ao Brasil em 2022. As versões de 256 GB e 512 GB saem por R$ 6.599 e R$ 8.099, respectivamente. O lançamento nos Estados Unidos e o início das pré-vendas no Brasil estão marcados para 28 de fevereiro, com data de chegada às lojas físicas ainda a ser confirmada.
A Apple entrou em 2025 com um movimento que redefine o que a empresa chama de smartphone acessível. O iPhone 16e chega para ocupar o espaço deixado pelo iPhone SE e pelo iPhone 14, trazendo um design que finalmente conversa com os modelos atuais da marca e uma potência que não pede desculpas.
O que mais salta aos olhos é a tela. Onde o SE oferecia um display menor e mais datado, o 16e traz 6,1 polegadas de OLED XDR com notch na parte superior e bordas ultrafinas — características que o aproximam visualmente do iPhone 16 de verdade. A Apple eliminou o botão de biometria que marcava o SE, apostando integralmente no Face ID para desbloqueio. O Botão de Ação, aquele controle customizável que virou padrão nos modelos recentes, também está presente.
Por dentro, o 16e recebe o chip A18 com oito gigabytes de RAM — o mesmo processador que equipa as variantes do iPhone 16. Isso significa que o celular consegue rodar todos os recursos de inteligência artificial que a Apple vem promovendo: ferramentas para editar e gerar imagens, assistência de texto e outras funcionalidades que antes eram exclusivas dos modelos premium. O chip de conectividade C1 faz sua estreia neste modelo, e há um detalhe importante: é o primeiro chip desse tipo totalmente desenvolvido e fabricado pela própria Apple.
A câmera traseira é única — 48 megapixels com abertura f/1.6 — enquanto a frontal oferece 12 megapixels. O dispositivo captura vídeo em 4K a 60 quadros por segundo e suporta som espacial, um recurso pensado para quem usa fones com tecnologia surround como os AirPods. A bateria promete até 12 horas adicionais de autonomia em relação ao SE anterior, e o carregamento acontece via USB-C, seguindo o padrão que a Apple consolidou nos últimos lançamentos.
Os preços, porém, contam uma história diferente. A versão com 128 gigabytes sai por R$ 5.799, a de 256 gigabytes por R$ 6.599 e a de 512 gigabytes por R$ 8.099. Para colocar em perspectiva: quando o SE de terceira geração chegou ao Brasil em 2022, a entrada custava R$ 4.199 com 64 gigabytes. O salto é expressivo, especialmente considerando que estamos falando de um modelo que a Apple posiciona como econômico.
O lançamento nos Estados Unidos está marcado para 28 de fevereiro, mesma data em que as pré-vendas começam no Brasil. A Apple ainda não confirmou quando o celular efetivamente chegará às prateleiras brasileiras, mas quem se interessar poderá reservar em breve. O 16e representa uma aposta clara: oferecer design e performance modernos a um preço menor que o iPhone 16 completo, mesmo que isso signifique cobrar significativamente mais do que cobrava pelo seu antecessor econômico.
Citazioni salienti
Os principais recursos de IA disponíveis no iPhone 16 também estarão presentes no 16e, incluindo ferramentas inteligentes de texto, geração e edição de imagens— Apple