iPhone 16 supera iPhone 15 Pro em novo teste de benchmark vazado

O iPhone 16 consegue abrir vantagem sobre o modelo Pro do ano anterior
Novo vazamento de benchmark mostra que o chip A18 supera o A17 Pro em 18% em ambas as métricas de desempenho.
Mark

Esses números de benchmark realmente significam que o iPhone 16 é melhor que o 15 Pro em uso real?

Mimi

Não necessariamente. Benchmark é uma medida muito específica — mostra o potencial bruto do chip em condições controladas. Na vida real, a experiência depende de muitos outros fatores: otimização do software, gerenciamento de bateria, como o iOS 18 foi ajustado para esse hardware.

Luke

E vale notar que estamos falando de um vazamento, não de um teste oficial. Esses números vêm de um banco de dados, não de um laboratório independente. Precisamos ser cautelosos.

Mark

Entendi. Mas por que a Apple colocaria 8 GB de RAM se não fosse para algo importante?

Mimi

A Apple Intelligence é o grande ponto. Esses recursos de IA exigem muita memória para rodar localmente no dispositivo. Sem os 8 GB, o iPhone 16 não conseguiria acessar esses recursos.

Luke

Embora, tecnicamente, ainda não saibamos se o vazamento é do iPhone 16 ou do 16 Plus. A identificação "iPhone 17,2" não é conclusiva.

Mark

Então por que publicar esses números agora se não são confirmados?

Mimi

Porque eles apontam uma tendência. Se forem reais, mudam a conversa — um iPhone base superando um Pro do ano anterior é significativo para o consumidor.

Luke

Mas é um "se". O primeiro vazamento mostrou números bem piores. Esse segundo pode estar mais próximo da realidade, ou pode ser de um protótipo diferente. Precisamos de mais dados.

Mark

E quanto aos problemas de refrigeração que mencionaram?

Mimi

Foram um problema real no iPhone 15 Pro. Se a Apple resolveu isso, o desempenho nesses testes pode ser mais sustentável em uso real.

Luke

Mas não temos confirmação de que foram resolvidos. É uma promessa, não um fato comprovado ainda.

  • Números vazados no Geekbench mostram que o iPhone 16 supera o topo de linha do ano anterior em desempenho, invertendo a hierarquia esperada entre modelos básicos e Pro.
  • A diferença de 18% sobre o A17 Pro em single-core e multi-core é grande o suficiente para mudar a decisão de compra de quem prioriza performance pura.
  • Os 8 GB de RAM não são apenas um número: sem eles, a Apple Intelligence — aposta central da empresa para este ciclo — simplesmente não funciona.
  • A incerteza persiste: o vazamento não confirma se o resultado pertence ao iPhone 16 base ou ao Plus, e os problemas de calor da geração anterior ainda precisam ser oficialmente descartados.
  • Com pré-venda marcada para 24 de setembro no Brasil a partir de R$ 7.799, o iPhone 16 se posiciona como a entrada mais poderosa — e potencialmente mais inteligente — que a Apple já ofereceu.

A cada geração, a Apple promete mais — e desta vez, os números que escaparam antes do lançamento oficial sugerem que a promessa pode estar sendo cumprida. O chip A18 do iPhone 16, segundo testes vazados no Geekbench, supera o processador do iPhone 15 Pro em cerca de 18%, enquanto os 8 GB de RAM abrem as portas para a inteligência artificial da empresa. É o movimento silencioso da tecnologia redefinindo o que significa 'modelo básico' — e, com ele, as escolhas que os consumidores terão de fazer em setembro.

Um vazamento de benchmark circulou esta semana com números mais animadores do que os que haviam aparecido anteriormente: o chip A18 do iPhone 16 supera o A17 Pro — presente nos modelos iPhone 15 Pro e Pro Max — com uma margem considerável, alinhando-se ao que a Apple havia prometido publicamente. O registro foi encontrado no banco de dados do Geekbench 6 sob a identificação 'iPhone 17,2', embora ainda não seja possível determinar com certeza se pertence ao modelo base ou ao Plus.

Rodando iOS 18, o dispositivo alcançou 3.409 pontos em single-core e 8.492 em multi-core — uma evolução expressiva em relação ao vazamento anterior, que havia registrado 3.114 e 6.666 pontos. Frente ao A16 Bionic do iPhone 15 padrão, os ganhos chegam a 40% e 35% respectivamente. Mais revelador ainda: o iPhone 16 supera o iPhone 15 Pro em 18% nas duas métricas, o que pode tornar o modelo básico deste ano uma escolha mais atraente para quem busca desempenho máximo — desde que a Apple tenha resolvido os problemas de dissipação térmica que marcaram a geração anterior.

O processador opera a 4,04 GHz e o aparelho conta com 8 GB de RAM, aumento que já havia sido antecipado pelo MacRumors. Essa memória extra é essencial para a Apple Intelligence, a suíte de inteligência artificial que a empresa coloca no centro de sua estratégia para este ciclo.

No Brasil, o iPhone 16 entra em pré-venda no dia 24 de setembro. Os preços começam em R$ 7.799 para o modelo base e chegam a R$ 12.499 para o Pro Max. Além do novo chip, o aparelho traz câmeras aprimoradas, design refinado e um botão dedicado à fotografia.

Um novo vazamento de testes de desempenho do iPhone 16 começou a circular esta semana, e desta vez os números parecem mais promissores do que o que havia aparecido semanas antes. O chip A18 que equipará o novo celular da Apple consegue superar o A17 Pro — aquele que está nos iPhone 15 Pro e 15 Pro Max — com uma margem considerável, alinhando-se melhor com o que a empresa havia anunciado publicamente. Os dados também confirmam o que outras investigações já apontavam: frequências de processador mais altas e mais memória RAM disponível.

O registro foi encontrado no banco de dados do Geekbench 6 sob a identificação "iPhone 17,2", diferente do primeiro vazamento que trazia "iPhone 17,3". Ainda não é possível determinar com precisão se o novo teste pertence ao modelo base ou à versão Plus, então será preciso aguardar confirmações adicionais. Mesmo assim, o resultado desta vez se aproxima muito mais daquilo que a Apple prometeu.

Rodando o iOS 18, o dispositivo alcançou 3.409 pontos em single-core e 8.492 pontos em multi-core — uma melhora significativa em relação ao primeiro vazamento, que havia registrado 3.114 e 6.666 pontos respectivamente. Comparado ao A16 Bionic do iPhone 15 padrão, esses números representam ganhos de 40% em single-core e 35% em multi-core, um salto geracional considerável. Mais interessante ainda é que o iPhone 16 consegue abrir vantagem sobre o processador do modelo Pro do ano anterior.

O iPhone 15 Pro, topo de linha de 2023, marca em média 2.896 pontos com um núcleo e 7.192 pontos com a CPU completa. O novo vazamento mostra que o iPhone 16 consegue superar essas marcas em 18% em ambos os casos — uma diferença que pode ser relevante para quem busca máximo desempenho. Se esses números se confirmarem, os modelos mais simples deste ano podem se tornar uma opção mais atraente para usuários que priorizam performance, desde que a Apple tenha realmente resolvido os problemas de dissipação térmica que afetaram a geração anterior.

O registro também reforça detalhes técnicos adicionais. O processador atinge frequências de 4,04 GHz, e o dispositivo conta com 8 GB de RAM — um aumento de memória que investigações do portal MacRumors já haviam indicado. Esse ganho de RAM é particularmente importante porque a Apple Intelligence, a suíte de recursos de inteligência artificial que a empresa está promovendo, exige uma quantidade significativa de memória para funcionar adequadamente.

O iPhone 16 chega ao mercado brasileiro em pré-venda no dia 24 de setembro. Os preços sugeridos começam em R$ 7.799 para o modelo base e R$ 9.499 para o Plus, enquanto as variantes Pro e Pro Max custam R$ 10.499 e R$ 12.499 respectivamente. Além do novo processador, o celular traz um visual refinado, câmeras melhoradas e um botão dedicado para fotografia, além do acesso à Apple Intelligence.

Os números agora indicam que o chip A18 consegue superar por uma boa margem o A17 Pro empregado nos iPhone 15 Pro e 15 Pro Max
— Dados de benchmark vazados
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