iPhone 12 Pro e Max ficam atrás de Xiaomi e Huawei em teste de câmera

Quarto lugar em um ranking de câmeras premium não é fracasso
O iPhone 12 Pro Max apresentou desempenho respeitável no teste do DxOMark, apesar de não alcançar o pódio.
Mark

Por que o DxOMark é considerado a referência para esses testes de câmera?

Mimi

Porque eles usam um protocolo muito específico — analisam milhares de fotos e horas de vídeo em condições controladas e variadas. Não é só opinião; é engenharia medindo performance real.

Luke

Mas quem define o que é "melhor" em uma câmera? O DxOMark prioriza certas métricas. Outro laboratório poderia chegar a conclusões diferentes?

Mark

Entendi. E por que o iPhone 12 Pro Max ficou em quarto lugar se é um celular tão caro?

Mimi

Principalmente pela falta de zoom longo e pela faixa dinâmica limitada. Xiaomi e Huawei investiram mais nessas áreas específicas.

Luke

Mas o texto diz que o Pro Max tem avanços em relação aos modelos anteriores. Então melhorou, só que não o suficiente para vencer?

Mark

Quais foram os pontos fortes do iPhone 12 Pro Max no teste?

Mimi

Foco automático preciso, cores boas em vídeo, balanço de branco estável em ambientes com pouca luz. E o sistema de estabilização ótica do sensor é considerado superior ao que a maioria dos concorrentes oferece.

Luke

Isso é importante notar — não é que o iPhone perdeu em tudo. Perdeu em categorias específicas, mas venceu em outras. A posição no ranking é uma síntese.

Mark

Os consumidores brasileiros vão se importar com esse resultado do DxOMark?

Mimi

Depende. Quem compra um Pro Max por R$ 10.999 provavelmente quer o melhor em tudo. Esse resultado pode decepcionar quem prioriza fotografia.

Luke

Mas também — a maioria das pessoas não faz testes de laboratório. Tiram fotos do dia a dia. O resultado do DxOMark é técnico, mas não diz tudo sobre a experiência real.

  • O iPhone 12 Pro Max, carro-chefe da Apple, ficou de fora do pódio do DxOMark, perdendo para rivais chineses em um ranking que o mundo tecnológico acompanha de perto.
  • Faixa dinâmica limitada, ruído em condições adversas, artefatos 'fantasmagóricos' e a ausência de zoom longo expõem vulnerabilidades reais frente à concorrência premium.
  • Apesar das críticas, o aparelho brilhou em foco automático, estabilização óptica do sensor e balanço de branco — qualidades que a Apple defende como diferenciais genuínos.
  • Os modelos chegaram ao Brasil em 20 de novembro com preços entre R$ 9.999 e R$ 10.999, carregando o chip A14 Bionic, Ceramic Shield e MagSafe como argumentos além da câmera.
  • O veredicto do mercado ainda está aberto: a Apple avança em relação a si mesma, mas a corrida fotográfica mobile nunca esteve tão acirrada.

No eterno duelo entre gigantes tecnológicos, a Apple viu seus mais sofisticados iPhones — o 12 Pro e o Pro Max — ocuparem a quarta e quinta posições no rigoroso ranking fotográfico do DxOMark, cedendo o pódio a aparelhos da Xiaomi e da Huawei. O resultado não apaga os avanços reais que os novos modelos representam em relação aos seus antecessores, mas revela que a excelência fotográfica móvel é hoje um campo disputado por muitas mãos. Há uma lição silenciosa aqui: liderar em inovação não garante, necessariamente, liderar em cada métrica — e o consumidor é quem ganha com essa disputa.

O iPhone 12 Pro Max, o modelo mais ambicioso da Apple, não conseguiu chegar ao topo do ranking de câmeras do DxOMark. Tanto ele quanto o iPhone 12 Pro terminaram em quarto e quinto lugar respectivamente, superados por aparelhos da Xiaomi e da Huawei. As pontuações foram sólidas — o Pro Max alcançou 130 pontos —, mas insuficientes para o pódio.

O protocolo do DxOMark é exigente: mais de três mil fotografias analisadas e mais de duas horas e meia de vídeo avaliadas em condições variadas de luz e ambiente. Nesse crivo, os pontos fracos do Pro Max ficaram evidentes — faixa dinâmica limitada, ruído perceptível, artefatos visuais descritos como efeitos fantasmagóricos, cores pouco naturais em cenas HDR e desempenho fraco em vídeos com pouca iluminação. A ausência de zoom longo, recurso já comum entre concorrentes premium, também pesou negativamente.

O aparelho, porém, não saiu sem méritos. O foco automático e a exposição foram considerados precisos, a renderização de cores em vídeo agradou na maioria das situações e o sistema de estabilização óptica do sensor — tecnologia superior à estabilização apenas da lente — recebeu elogios específicos do DxOMark. Em comparação com os modelos anteriores da própria Apple, os avanços em qualidade de imagem, foco e fidelidade de cores são inegáveis.

Os dois modelos chegaram ao Brasil em 20 de novembro, com preços sugeridos de R$ 9.999 e R$ 10.999. Além da câmera, trazem o processador A14 Bionic, o vidro cerâmico Ceramic Shield e o sistema magnético MagSafe. O conjunto posiciona os iPhones como opções relevantes no segmento premium — mesmo que, no campo fotográfico puro, a disputa ainda pertença a outros.

O iPhone 12 Pro Max, o smartphone mais robusto do catálogo da Apple, não conseguiu ocupar um dos três primeiros lugares no ranking de câmeras do DxOMark. Os dois modelos Pro da empresa — o regular e o Max — terminaram em quarto e quinto lugar na lista, ficando atrás de aparelhos da Xiaomi e Huawei. Apesar dessa posição intermediária, ambos apresentaram desempenho respeitável e acumularam pontuações sólidas na avaliação.

O teste de câmera conduzido pelo DxOMark segue um protocolo rigoroso. Engenheiros analisam mais de três mil fotografias capturadas por cada dispositivo, além de avaliar mais de duas horas e meia de gravação em vídeo. As condições de teste variam — luminosidade natural e controlada, ambientes internos e externos, cenários de laboratório específico — para cobrir o espectro real de uso. O iPhone 12 Pro Max recebeu uma pontuação geral de 130 nessa classificação.

Os pontos fracos do Pro Max foram significativos na comparação com concorrentes premium. O aparelho sofre com faixa dinâmica limitada nas fotos, ruído perceptível em certas condições, artefatos visuais que o DxOMark descreveu como efeitos fantasmagóricos, reprodução de cor pouco natural em cenas HDR, instabilidade de exposição e desempenho fraco em vídeos com pouca iluminação. A ausência de zoom longo — um recurso comum em outros celulares de ponta — também foi apontada como uma limitação que pode desagradar consumidores que exigem maior alcance fotográfico.

Mas o aparelho não saiu de mãos vazias. O foco automático e a exposição se mostraram precisos. A renderização de cores em vídeo foi considerada boa na maioria das situações. O balanço de branco permaneceu estável em ambientes internos e com pouca luz. O DxOMark elogiou especialmente o sistema de estabilização ótica do sensor de imagem — uma tecnologia superior à estabilização apenas da lente, que é o padrão em smartphones premium.

Em relação aos modelos anteriores, o iPhone 12 Pro e Pro Max representam avanços consideráveis. Os especialistas destacaram melhorias em qualidade geral de imagem, precisão do foco automático e fidelidade de cores. Essas otimizações refletem a evolução contínua do sistema fotográfico da Apple, mesmo que o resultado final não tenha alcançado o topo do ranking.

Os dois modelos chegaram ao Brasil em 20 de novembro com preços sugeridos de R$ 9.999 para o Pro e R$ 10.999 para o Pro Max. Ambos trazem o processador A14 Bionic, que a Apple promete ser 50% mais potente que os concorrentes, além do Ceramic Shield — um vidro cerâmico para maior resistência — e o MagSafe, tecnologia de magnetismo que permite anexar carregadores, acessórios e capas de forma prática. Apesar da câmera não ter conquistado o primeiro lugar, o conjunto de especificações e inovações posiciona os aparelhos como opções relevantes no segmento premium, ainda que com ressalvas em relação ao desempenho fotográfico puro.

O sistema de estabilização ótica do sensor de imagem no Pro Max é uma tecnologia superior à estabilização apenas da lente
— DxOMark
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