Inter vence Corinthians na estreia de Eduardo Baptista e respira na luta contra rebaixamento

Quando o Inter era mais pressionado, ampliou o placar
O time colorado marcou seu segundo gol no momento em que o Corinthians dominava a partida, invertendo o jogo com uma ação rápida.
Mark

Como um técnico novo consegue construir confiança em uma situação tão desesperada? Baptista teve apenas 90 minutos.

Mimi

Exatamente. Ele não precisava de um jogo perfeito — precisava de um resultado. O Inter sofreu, levou três bolas na trave, mas manteve a vitória. Isso é o que importa quando você está perto do rebaixamento.

Luke

Mas quanto dessa vitória foi mérito tático e quanto foi sorte? Três bolas na trave é muita sorte. Depay livre na cara do gol, Yuri Alberto duas vezes... o Corinthians criou mais.

Mimi

Verdade. Mas o Inter também criou — Vitinho aos 45 segundos, Thiago Maia aos 28. E no final, quando mais pressionado, conseguiu roubar a bola e marcar com Alan Patrick.

Mark

Então a vitória foi mais sobre resistência do que sobre qualidade?

Mimi

Sim. Baptista montou um time recuado, cedeu espaços, mas não cedeu gols até o momento certo. Isso é inteligência tática, não sorte.

Luke

Mas será que isso funciona contra o Grêmio? O Gre-Nal é um jogo diferente. Pressão diferente, dinâmica diferente.

Mimi

Verdade. Este foi um teste. O próximo será a prova real.

  • Vitinho marcou aos 45 segundos do primeiro tempo, o gol mais rápido do Brasileirão, sinalizando que o Inter chegou ao jogo com intenção ofensiva clara.
  • O Corinthians respondeu com pressão crescente e acertou três bolas na trave, deixando o Inter à beira do empate por várias vezes ao longo da partida.
  • No segundo tempo, o Inter recuou taticamente e sobreviveu a uma série de defesas decisivas de Anthoni e intervenções providenciais de Bruno Gomes.
  • Alan Patrick ampliou o placar aos 33 minutos após roubo de bola de Villagra, mas André diminuiu logo em seguida, mantendo a tensão até o apito final.
  • Com a vitória, Eduardo Baptista já mira o Gre-Nal de domingo na Arena — um clássico que pode consolidar a recuperação ou expor as fragilidades que o jogo deixou à mostra.

No Beira-Rio, Eduardo Baptista iniciou sua jornada à frente do Internacional com a urgência que o momento exigia: uma vitória por 2 a 1 sobre o Corinthians que afastou, ao menos por ora, o espectro do rebaixamento. O jogo revelou um time capaz de resistir sob pressão intensa, ainda que nem sempre com elegância — qualidade rara, mas essencial, quando a sobrevivência está em jogo. A vitória não encerra a crise, mas abre uma janela de esperança antes do Gre-Nal que se aproxima.

Eduardo Baptista estreou no comando do Inter em um Beira-Rio carregado de urgência. Diante de um Corinthians igualmente desesperado por pontos, o time colorado precisava vencer — e venceu, por 2 a 1, em uma partida que ofereceu alívio real na luta contra o rebaixamento do Campeonato Brasileiro.

O Inter surpreendeu logo de saída. Aos 45 segundos, uma jogada rápida envolvendo Thiago Maia, Alerrandro e Alan Patrick terminou com Vitinho marcando o gol mais rápido do Brasileirão até então. A vantagem, porém, não trouxe tranquilidade. O Corinthians avançou em busca do empate e, ainda no primeiro tempo, acertou duas traves em sequência — uma finalização de Matheuzinho e outra de Yuri Alberto —, enquanto o goleiro Anthoni se desdobrava para manter o placar.

No segundo tempo, o Inter recuou ainda mais e o Corinthians dominou territorialmente. Depay chegou a finalizar livre na cara do gol, mas acertou a trave pela terceira vez na partida. Anthoni fez defesas decisivas e Bruno Gomes apareceu no momento certo para evitar o gol dentro da pequena área. O time paulista pressionava, mas o Inter resistia.

A definição veio aos 33 minutos: Villagra roubou a bola na saída do Corinthians, Bruno Henrique serviu e Alan Patrick marcou o segundo. André diminuiu de cabeça um minuto depois, levando emoção até o apito final. O placar de 2 a 1 se manteve diante de 27.566 torcedores.

Baptista não terá tempo para respirar. O Gre-Nal deste domingo na Arena já se aproxima — e com ele, a chance de consolidar uma recuperação que ainda está longe de ser garantida.

Eduardo Baptista estreou no comando do Inter em circunstâncias que exigiam resultado imediato. No Beira-Rio, diante de um Corinthians igualmente desesperado por pontos, o time colorado conseguiu o que precisava: uma vitória por 2 a 1 que oferecia alívio real na luta contra o rebaixamento do Campeonato Brasileiro. O jogo não foi tranquilo — longe disso. Mas a vitória, conquistada sob pressão constante, sinalizava que talvez houvesse caminho adiante.

O Inter abriu o placar com uma velocidade que surpreendeu. Aos 45 segundos, Thiago Maia iniciou uma jogada rápida que envolveu Alerrandro e Alan Patrick, terminando com Vitinho marcando. Era o gol mais rápido do Brasileirão até aquele momento, um sinal de que o time colorado tinha intenção de atacar. Mas a tranquilidade não durou. O Corinthians, precisando tanto quanto o Inter de uma vitória, começou a avançar em busca do empate, enquanto os donos da casa apostavam em contra-ataques para ampliar a vantagem.

A pressão paulista cresceu conforme o primeiro tempo avançava. Aos 28 minutos, Alerrandro encontrou Thiago Maia, que chutou forte mas esbarrou na defesa de Hugo Souza. Dez minutos depois, Matheuzinho arriscou no canto e Anthoni desviou a bola para a trave. No minuto seguinte, Yuri Alberto recebeu na meia-lua e finalizou novamente no poste. O goleiro colorado tocou na bola antes dela acertar a trave, evitando o empate por pouco. O Corinthians criava oportunidades reais, e o Inter sobrevivia mais pela sorte do que pela segurança.

No segundo tempo, o quadro se inverteu taticamente. O Inter voltou ainda mais recuado, cedendo espaços para o Corinthians pressionar ainda mais. Aos 13 minutos, Depay recebeu livre na cara do gol e finalizou na trave — a terceira do time paulista na partida. O Corinthians seguiu criando perigo. Aos 22 minutos, Bruno Gomes apareceu no momento certo para impedir a finalização de Depay dentro da pequena área. Dois minutos depois, Anthoni fez grande defesa e evitou o gol de Yuri Alberto. O time paulista estava dominando, mas o Inter continuava vivo.

Quando a pressão atingiu seu pico, o Inter ampliou o placar. Aos 33 minutos, o time pressionou a saída de bola do Corinthians, Villagra roubou a posse, Bruno Henrique serviu e Alan Patrick marcou o gol da vitória no Beira-Rio. O resultado parecia definido, mas André diminuiu aos 34 minutos de cabeça, levando emoção até o apito final. O placar permaneceu 2 a 1 para o Inter.

A vitória oferecia respiro imediato na classificação, mas Baptista não teria tempo para descansar. Ele já se preparava para o Gre-Nal deste domingo na Arena, o clássico que poderia consolidar a recuperação ou expor as fragilidades que o jogo contra o Corinthians havia deixado à mostra. O público de 27.566 torcedores, com 24.784 pagantes, havia visto um Inter que sofreu mas resistiu — nem sempre a forma mais bonita de vencer, mas a que importa quando o rebaixamento está à espreita.

Se era a esperança que o Inter precisava, Eduardo Baptista começou a construí-la
— Contexto da estreia do técnico
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