Na música pop brasileira, a inteligência artificial deixou de ser horizonte distante para tornar-se parte silenciosa do cotidiano criativo. Produtores, compositores e engenheiros de som já incorporaram ferramentas algorítmicas às suas rotinas, acelerando processos e expandindo possibilidades — muitas vezes sem que o ouvinte perceba. Essa transformação, rápida e quase imperceptível, coloca a indústria fonográfica nacional diante de perguntas antigas com urgência nova: o que é autoria, e quem merece ser chamado de criador?
IA é comum em músicas de artistas pop nacionais, afirmam profissionais
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