Na tarde de uma terça-feira de junho, em Visconde do Rio Branco, uma violência súbita e sem aparente razão varreu ruas, casas e estabelecimentos, ceifando quatro vidas em poucas horas. Um homem de 31 anos, armado com uma faca e movido por uma fúria que ele mesmo anunciava em voz alta, transformou uma cidade comum em palco de uma tragédia que toca questões antigas sobre a fragilidade da paz cotidiana. Ele morreu em confronto com a polícia, deixando para trás quatro famílias destroçadas, duas crianças órfãs de mãe e perguntas que a investigação ainda tentará responder.
Homem mata quatro pessoas a facadas em MG e morre em confronto com PM
Hoje o mundo é meu, dizia enquanto matava
Como um homem consegue cometer tantos crimes em tão pouco tempo sem ser detido antes?
A sequência foi rápida — começou na casa dele, depois invadiu outras residências, roubou, atacou pessoas na rua. Tudo aconteceu na mesma tarde. A polícia foi acionada e o localizou conduzindo a motocicleta roubada.
Mas quanto tempo levou do primeiro crime até a abordagem? A fonte não especifica. Sabemos que foi tudo na "tarde de terça-feira", mas não temos a cronologia exata.
As frases que ele dizia — "Hoje o mundo é meu" — sugerem algo sobre seu estado mental naquele momento?
Testemunhas registraram essas falas, e ele também disse coisas sobre "três ou quatro para a vala", como se estivesse contando as mortes. Mas não há informação sobre avaliação psicológica ou histórico de saúde mental.
Exatamente. Temos o que as testemunhas ouviram, mas nada sobre diagnóstico, medicação, internações anteriores ou qualquer contexto que explicasse o comportamento. É importante não preencher essa lacuna com suposições.
As crianças que estavam na casa — elas viram o que aconteceu?
Ele as retirou da residência antes de matar a esposa, então não presenciaram aquele crime específico. Mas duas crianças estavam na casa que ele invadiu depois, quando matou o vizinho. Elas conseguiram escapar pela janela.
A fonte diz que as crianças "ficaram sob os cuidados da irmã da mulher assassinada", mas não há detalhes sobre o que elas viram, se receberam atendimento psicológico ou como estão. Isso é um vazio importante na história.
Il Polso
- Em poucas horas, quatro homicídios se espalharam por diferentes bairros da cidade, criando um rastro de pânico que fez moradores fugirem pelas janelas e se trancarem em casas alheias.
- O agressor anunciava seus crimes em voz alta — 'Hoje o mundo é meu' — como se a violência fosse um ritual público, o que amplificou o terror entre as testemunhas.
- Entre os ataques, ele praticou roubos em um supermercado e em um posto de combustíveis, demonstrando uma escalada metódica que desconcertou quem tentava compreender sua lógica.
- A Polícia Militar localizou o suspeito em fuga de motocicleta e, após confronto em que ele avançou armado contra os agentes, ele foi baleado e morreu no hospital.
- Duas crianças que viviam com o casal foram entregues à família da mãe assassinada, enquanto a Polícia Civil assume a investigação para reconstruir a sequência dos eventos.
Na tarde de uma terça-feira de junho, em Visconde do Rio Branco, uma violência súbita e sem aparente razão varreu ruas, casas e estabelecimentos, ceifando quatro vidas em poucas horas. Um homem de 31 anos, armado com uma faca e movido por uma fúria que ele mesmo anunciava em voz alta, transformou uma cidade comum em palco de uma tragédia que toca questões antigas sobre a fragilidade da paz cotidiana. Ele morreu em confronto com a polícia, deixando para trás quatro famílias destroçadas, duas crianças órfãs de mãe e perguntas que a investigação ainda tentará responder.
Na tarde de 23 de junho, um homem de 31 anos iniciou uma sequência de ataques em Visconde do Rio Branco, na Zona da Mata mineira, que resultaria em quatro mortes em poucas horas. Tudo começou em sua própria casa, na Avenida Presidente Arthur da Silva, onde ele esfaqueou a esposa após uma discussão. Antes do crime, retirou as duas crianças que viviam com o casal da residência. Em seguida, discutiu com um vizinho, roubou sua motocicleta e saiu pela cidade com uma faca.
O segundo homicídio ocorreu no Bairro Formiga, quando o suspeito arrombou a porta de uma residência e matou um morador de 31 anos a facadas. A companheira da vítima relatou à polícia que, ao ouvir gritos na rua, viu o homem se aproximar com um facão ensanguentado. Enquanto ela e os três filhos tentavam escapar pela janela, o marido ficou para ajudá-los — e foi morto pelo invasor.
Entre os homicídios, o agressor praticou dois roubos: cerca de 600 reais de um supermercado no Bairro Santo Antônio e 200 reais de um frentista em um posto de combustíveis. O terceiro homem morto tinha 46 anos e foi atacado em uma obra na Rua Heitor Villa-Lobos. O quarto ataque aconteceu em um bar no Bairro Pito Aceso: câmeras de segurança registraram o momento em que o suspeito, após ser advertido por um homem de 55 anos por andar sem capacete, retornou de moto e o esfaqueou sem qualquer discussão adicional. A testemunha que acompanhava a vítima conseguiu fugir para uma casa próxima.
Durante toda a sequência, testemunhas ouviram o agressor dizer frases como 'Hoje o mundo é meu' e 'Liga para a polícia que já deve ter uns três ou quatro para a vala'. A perseguição terminou na região da Coab, quando policiais militares o localizaram na motocicleta roubada. Ao ser abordado, ele avançou contra os agentes com o facão e foi baleado. Socorrido a um hospital, não resistiu.
A perícia da Polícia Civil esteve em todos os locais dos crimes. As duas crianças foram entregues à irmã da mulher assassinada. O caso segue sob investigação.
Na tarde de terça-feira, 23 de junho, um homem de 31 anos desencadeou uma sequência de ataques que deixaria quatro pessoas mortas em Visconde do Rio Branco, na Zona da Mata mineira. O primeiro crime ocorreu em sua própria casa, na Avenida Presidente Arthur da Silva, onde ele esfaqueou a esposa após uma discussão. Antes de matá-la, ele retirou as duas crianças que viviam com o casal da residência. Depois, discutiu com um vizinho, roubou sua motocicleta e saiu pela cidade armado com uma faca.
O segundo homicídio aconteceu na Rua Cristiano Ferraz, no Bairro Formiga. O suspeito arrombou a porta de uma casa e entrou em luta corporal com um morador de 31 anos, matando-o a facadas. A companheira da vítima, que estava em casa com o marido e três filhos, relatou à polícia que ouviu gritos na rua e, ao verificar, viu o homem se aproximando com um facão ensanguentado. Enquanto a família tentava escapar pela janela, o pai permaneceu para ajudar a mulher e as crianças — e foi atacado e morto pelo invasor.
Entre os homicídios, o suspeito praticou dois roubos. Em um supermercado no Bairro Santo Antônio, levou cerca de 600 reais do caixa. Depois, roubou 200 reais de um frentista em um posto de combustíveis. Ninguém foi ferido nessas ações. O terceiro homem a morrer foi esfaqueado em uma obra na Rua Heitor Villa-Lobos — tinha 46 anos. Pouco depois, o suspeito foi até um bar na Rua São José, no Bairro Pito Aceso, e atacou um homem de 55 anos sem qualquer discussão aparente. Câmeras de segurança registraram o momento do ataque. Uma testemunha que acompanhava a vítima contou que o agressor havia passado de motocicleta sem capacete, foi avisado pelo homem, retornou, parou a moto e o atacou. Ela conseguiu fugir para uma residência próxima e, quando voltou, encontrou a vítima morta.
Durante toda a sequência de crimes, testemunhas relataram que o suspeito dizia frases como "Hoje o mundo é meu" e "Liga para a polícia que já deve ter uns três ou quatro para a vala". Ele também tentou acessar uma instituição de acolhimento para idosos, mas desistiu antes de entrar. Uma testemunha afirmou ter sido alvo de uma tentativa de ataque na calçada, conseguindo escapar.
A perseguição terminou na região da Coab, quando policiais militares localizaram o suspeito conduzindo a motocicleta roubada. Houve acompanhamento até o Bairro Santa Clara. Ao ser abordado, o homem reagiu e avançou contra os policiais armado com o facão. Os militares efetuaram disparos para conter a agressão. O suspeito foi socorrido para um hospital da cidade, mas morreu no local.
A perícia da Polícia Civil esteve em todos os locais dos crimes. A motocicleta roubada foi recuperada e removida para um pátio credenciado. As duas crianças que estavam na residência do casal foram entregues aos cuidados da irmã da mulher assassinada. O caso segue sob investigação da Polícia Civil de Visconde do Rio Branco.
Citazioni salienti
Hoje o mundo é meu— Frase dita pelo suspeito durante os crimes, conforme testemunhas
Liga para a polícia que já deve ter uns três ou quatro para a vala— Outra frase registrada por testemunhas durante a sequência de ataques