Entre a ficção científica e a engenharia aplicada, o vídeo de Hunter Kowald pilotando um drone hoverboard de oito hélices pelas ruas americanas em abril de 2021 capturou algo que a humanidade há muito imagina: o voo pessoal cotidiano. Desenvolvido pela Omni Hoverboards — empresa com recordes no Guinness desde 2015 — o veículo de fibra de carbono representa não apenas uma façanha técnica, mas um lembrete de que os limites entre o possível e o imaginado continuam a se dissolver.
Homem é visto em drone “hoverboard” em cidade dos EUA
Um homem voando pela rua em alta velocidade sobre oito hélices
Por que esse vídeo de um homem em um drone hoverboard chamou tanta atenção?
Porque combina duas coisas que as pessoas adoram: tecnologia futurista e a realização de um sonho que vinha dos filmes. Ver alguém realmente voando em uma prancha, na rua, é diferente de ver um protótipo em um laboratório.
Mas é importante notar que isso não é novo. A Omni Hoverboards existe desde 2015. O que mudou foi o vídeo viralizar, não a tecnologia em si.
Quanto custa um desses hoverboards?
Os mais baratos saem por dez mil dólares. Os mais avançados, como o de Kowald, chegam a vinte mil. Estamos falando de mais de cinquenta mil reais na versão mais acessível.
E é importante dizer que não há loja oficial. Você precisa negociar diretamente com a empresa. Isso limita bastante quem consegue comprar.
Como Kowald garante que o equipamento é seguro?
Ele desenhou o sistema com redundância. Se dois motores falharem, o hoverboard ainda consegue pousar com segurança. As hélices podem girar em velocidades supersônicas para compensar perdas de potência.
Isso é o que ele diz. Não temos informações independentes verificando essas afirmações de segurança. Sabemos que ele testou, mas os detalhes técnicos completos não foram divulgados.
Qual é o próximo passo para Kowald?
Ele está desenvolvendo mais unidades e abriu um formulário para interessados em comprar ou investir. Parece estar buscando financiamento para expandir.
Sim, mas ele não divulgou preços nem cronograma. Pode ser que esteja apenas testando o interesse do mercado antes de tomar uma decisão real sobre produção em massa.
The Pulse
- Um vídeo viral transformou uma rua americana comum no cenário de um futuro que parecia distante: um homem voando sobre uma plataforma com oito hélices em alta velocidade.
- O hoverboard de Kowald carrega até 227 quilos, voa por mais de 20 minutos e mantém controle mesmo com falha em dois motores — especificações que desafiam o ceticismo.
- O preço elevado — entre US$ 10 mil e US$ 20 mil — e a ausência de lojas físicas mantêm o veículo restrito a um nicho seleto, criando tensão entre inovação e acessibilidade.
- Kowald abriu um formulário para compradores e investidores, sinalizando que a fase de protótipo pode estar cedendo lugar a uma produção mais ampla.
- A Omni Hoverboards, reconhecida pelo Guinness como pioneira das pranchas elétricas, posiciona o projeto não como curiosidade, mas como veículo com futuro comercial real.
Entre a ficção científica e a engenharia aplicada, o vídeo de Hunter Kowald pilotando um drone hoverboard de oito hélices pelas ruas americanas em abril de 2021 capturou algo que a humanidade há muito imagina: o voo pessoal cotidiano. Desenvolvido pela Omni Hoverboards — empresa com recordes no Guinness desde 2015 — o veículo de fibra de carbono representa não apenas uma façanha técnica, mas um lembrete de que os limites entre o possível e o imaginado continuam a se dissolver.
Em abril de 2021, um vídeo compartilhado no Twitter mostrou Hunter Kowald pilotando um drone hoverboard gigante por uma avenida americana — capacete na cabeça, equilíbrio preciso sobre uma plataforma de oito hélices. A legenda dizia que ele estava "vivendo em 2030", e a internet concordou rapidamente.
Kowald é engenheiro da Omni Hoverboards, empresa que comercializa esses veículos desde 2015 e detém o reconhecimento do Guinness como criadora da primeira prancha elétrica do mundo. O fundador da empresa, Catalin Alexandru Duru, também tem seu próprio recorde: em 2015, voou mais de 275 metros em um hoverboard, o voo mais longo já registrado nesse tipo de veículo.
O equipamento pilotado por Kowald é construído em fibra de carbono personalizada, com hélices voltadas para o solo e controle remoto operado pelo próprio piloto. Suporta até 227 quilos de carga útil, oferece mais de 20 minutos de autonomia e mantém pouso controlado mesmo diante da falha de dois motores ou de um dos cinco sistemas de energia — segurança projetada para uso real, não apenas para demonstrações.
Os modelos da Omni custam entre US$ 10 mil e US$ 20 mil, sem lojas físicas: quem quiser comprar precisa contatar a empresa diretamente. Kowald não revelou o preço exato do seu modelo, mas abriu um formulário para interessados em adquirir ou investir no projeto — um sinal de que a produção pode estar prestes a escalar. Por ora, o hoverboard permanece um veículo de nicho, mas a fronteira entre protótipo e produto parece cada vez mais tênue.
Um vídeo postado no Twitter em abril de 2021 mostrou algo que parecia saído de um filme de ficção científica: um homem pilotando um drone gigante pela rua, em alta velocidade, usando capacete e mantendo o equilíbrio sobre uma plataforma com oito hélices. A imagem foi compartilhada pela conta Buitengebieden com a legenda "este homem está vivendo em 2030", e logo ganhou atenção na internet. O piloto era Hunter Kowald, um engenheiro que havia desenvolvido sua própria versão de um hoverboard — aquele veículo voador que muitos associam ao filme "De Volta para o Futuro II", de 1989, ou ao disco voador do Duende Verde nos filmes do Homem Aranha.
O hoverboard de Kowald não é um protótipo isolado. Ele foi desenvolvido pela empresa Omni Hoverboards, que desde 2015 comercializa esses veículos e é reconhecida pelo Guinness como criadora da primeira prancha elétrica do mundo. A empresa frequentemente testa seus produtos em locais públicos, principalmente no interior dos Estados Unidos. O fundador da Omni, Catalin Alexandru Duru, também possui um recorde no Guinness: em 2015, ele voou mais de 275 metros em um de seus hoverboards, estabelecendo o voo mais longo já realizado em um veículo desse tipo.
O custo desses equipamentos é substancial. Os modelos mais acessíveis custam cerca de dez mil dólares, o equivalente a mais de cinquenta e quatro mil reais na época. Versões mais sofisticadas chegam a vinte mil dólares, ou pouco mais de cem mil reais. Não há lojas oficiais para compra; os interessados precisam entrar em contato diretamente com a empresa.
O hoverboard de Kowald possui especificações impressionantes. Sua estrutura é feita de fibra de carbono personalizada, com hélices apontadas para o solo e um sistema de controle remoto operado pelo piloto. O equipamento consegue carregar uma carga útil de até duzentos e vinte e sete quilos, com peso total de trezentos e quarenta quilos — o suficiente para transportar uma pessoa com segurança. O tempo de voo ultrapassa vinte minutos, oferecendo autonomia considerável para deslocamentos.
A segurança foi uma prioridade no design. Kowald garantiu que o hoverboard consegue pousar de forma controlada mesmo que dois dos motores falhem ou um dos cinco sistemas de energia apresente problemas. Em caso de emergência, a rotação das hélices pode atingir velocidades supersônicas, compensando a perda de potência em outros componentes. O equipamento também conta com iluminação de navegação conforme os padrões da Administração Federal de Aviação americana, e todos os componentes foram fabricados sob medida em nível industrial.
Apesar do sucesso do vídeo, Kowald mantém detalhes sobre preço e disponibilidade em sigilo. Ele anunciou nas redes sociais que está desenvolvendo mais unidades do hoverboard e abriu um formulário para pessoas interessadas em comprar ou investir no projeto. Essa abertura para investimento sugere que o engenheiro pode estar buscando financiamento para expandir a produção e, eventualmente, tornar o veículo mais acessível ao mercado. Por enquanto, o hoverboard permanece um equipamento de nicho, acessível apenas a quem tem recursos significativos e disposição para entrar em contato direto com o desenvolvedor.
Notable Quotes
Em uma emergência, a rotação da hélice é capaz de quebrar a velocidade do som e se manter supersônica, para compensar as forças perdidas— Hunter Kowald, engenheiro desenvolvedor do hoverboard