Em Niterói, uma ultrapassagem imprudente transformou-se em tentativa de homicídio quando Janderson Apolinário Roza do Amaral, após colidir com o carro de um motorista de aplicativo, passou a agredi-lo com socos, capacete e quase o atingiu com um paralelepípedo. A intervenção de uma policial civil que passava pelo local impediu o desfecho fatal — lembrando que a linha entre o conflito cotidiano e a tragédia irreversível pode ser atravessada em segundos. O episódio revela não apenas a brutalidade que pode emergir do trânsito, mas também o peso de um histórico criminal que inclui violência domést
Homem é preso em flagrante por tentativa de homicídio em Niterói
pegou um paralelepípedo para arremessar contra a cabeça
Por que uma discussão de trânsito escalou para uma tentativa de homicídio?
Parece que começou com uma manobra imprudente e uma ultrapassagem irregular. Quando Janderson socou o vidro do carro, João desceu para confrontar, e aí a situação saiu completamente do controle. O que poderia ter sido apenas uma discussão virou agressão com armas improvisadas.
O paralelepípedo foi o que transformou isso em tentativa de homicídio?
Exatamente. Socos e capacete já são graves, mas quando ele pegou o paralelepípedo para arremessar contra a cabeça de João, aquilo tinha potencial letal. A policial que estava próxima viu o risco e agiu rápido.
Como uma policial civil estava exatamente ali naquele momento?
A reportagem não explica isso, mas ela estava próxima ao local. Sorte de João, porque sem essa intervenção, o resultado poderia ter sido muito diferente.
E quanto ao histórico de Janderson?
Ele tinha antecedentes por violência doméstica, tráfico de drogas e um inquérito por estupro de vulnerável. Não é alguém sem histórico de comportamento violento. Isso provavelmente vai pesar na audiência de custódia.
O que acontece agora?
Ele vai para a audiência de custódia, onde um juiz decide se fica preso ou não. Mas com esse histórico e a gravidade da acusação, é provável que fique detido enquanto o processo avança.
El Pulso
- Uma ultrapassagem irregular na Avenida Feliciano Sodré desencadeou uma sequência de violência que quase custou a vida de um motorista de aplicativo.
- Janderson usou os próprios punhos, o capacete e chegou a erguer um paralelepípedo com intenção de arremessá-lo contra a cabeça da vítima.
- Uma policial civil que estava próxima ao local sacou a arma e rendeu o agressor no momento em que o ataque poderia ter se tornado letal.
- O suspeito foi preso em flagrante com apoio da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí, e será levado a audiência de custódia.
- Investigadores revelaram que Janderson acumula antecedentes por lesão corporal grave, violência doméstica, tráfico de drogas e um inquérito aberto por estupro de vulnerável.
Em Niterói, uma ultrapassagem imprudente transformou-se em tentativa de homicídio quando Janderson Apolinário Roza do Amaral, após colidir com o carro de um motorista de aplicativo, passou a agredi-lo com socos, capacete e quase o atingiu com um paralelepípedo. A intervenção de uma policial civil que passava pelo local impediu o desfecho fatal — lembrando que a linha entre o conflito cotidiano e a tragédia irreversível pode ser atravessada em segundos. O episódio revela não apenas a brutalidade que pode emergir do trânsito, mas também o peso de um histórico criminal que inclui violência doméstica, tráfico e estupro de vulnerável.
Na tarde de terça-feira, 4 de agosto, a Avenida Feliciano Sodré, em Niterói, foi palco de uma violência que começou com uma ultrapassagem e quase terminou em homicídio. Janderson Apolinário Roza do Amaral conduzia uma motocicleta de forma imprudente quando realizou uma manobra irregular, socou o vidro do carro de João — motorista de aplicativo — e caiu da moto, derrubando também sua passageira.
Ao invés de recuar, Janderson partiu para cima de João assim que este desceu do veículo. Os golpes vieram em sequência: socos, depois o capacete usado como arma, repetidamente. Ferido e sem condições de se defender, João permaneceu no local enquanto a agressão continuava.
O momento mais crítico chegou quando Janderson recolheu um paralelepípedo do chão e se preparou para arremessá-lo contra a cabeça da vítima. Foi então que uma policial civil que passava pelo local interveio, sacou a arma e rendeu o suspeito antes que o golpe fosse desferido. Com reforço de agentes da Delegacia de Homicídios, Janderson foi conduzido preso em flagrante.
Na delegacia, o histórico do suspeito revelou um padrão de violência: anotações por lesão corporal grave e vias de fato em contexto de violência doméstica, envolvimento com tráfico de drogas e um inquérito aberto por estupro de vulnerável. O estado de saúde de João não foi divulgado. Janderson aguarda audiência de custódia, onde um juiz decidirá sobre sua permanência na prisão.
Uma discussão de trânsito em Niterói terminou em violência brutal na terça-feira, dia 4 de agosto, quando um homem foi preso em flagrante acusado de tentar matar um motorista de aplicativo. Janderson Apolinário Roza do Amaral conduzia uma motocicleta de forma imprudente pela Avenida Feliciano Sodré quando realizou uma ultrapassagem irregular e socou o vidro do carro de João, um motorista de aplicativo que estava na via. O impacto foi tão forte que Janderson caiu da moto, derrubando também a passageira que transportava.
O que começou como um desentendimento no trânsito escalou rapidamente para agressão física. João desceu do veículo para confrontar o motociclista, mas foi imediatamente atacado. Janderson desferiu diversos socos contra ele e usou o próprio capacete como arma, golpeando o motorista repetidamente. Ferido e incapaz de se defender, João permaneceu no local enquanto seu agressor continuava a atacá-lo.
O momento crítico chegou quando Janderson pegou um paralelepípedo do chão com a intenção de arremessá-lo contra a cabeça de João. A ação teria potencial letal, mas uma policial civil que estava próxima ao local interviu. Ela sacou sua arma e rendeu Janderson, impedindo que o ataque final fosse consumado. Com apoio de outros agentes da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí, a policial conduziu o suspeito em flagrante.
O estado de saúde de João não foi divulgado pelas autoridades. O que se sabe é que ele sofreu múltiplas agressões e permaneceu no local durante toda a ação policial.
Na delegacia, investigadores descobriram que Janderson não era um criminoso ocasional. Seus antecedentes incluem anotações por vias de fato e lesão corporal grave em contexto de violência doméstica, além de envolvimento com tráfico de drogas. Há também um inquérito aberto contra ele por estupro de vulnerável. Após as formalidades legais, ele será encaminhado a uma audiência de custódia, onde um juiz decidirá sobre sua permanência na prisão.
O DIA tentou contato com a defesa de Janderson, mas não obteve resposta até o fechamento da reportagem. A investigação prossegue, e o caso agora segue o rito processual para determinar se ele será mantido preso ou liberado sob outras condições.
Citas Notables
Janderson socou o vidro do carro, caiu, derrubou a passageira, e depois atacou o motorista com socos, capacete e tentou arremessar um paralelepípedo contra sua cabeça— Relato da polícia