Em Belo Horizonte, um pai de 21 anos foi preso em flagrante após agredir com tapas e socos a própria filha de cinco meses, deixando marcas visíveis no rosto da criança. O episódio, ocorrido no bairro Europa em Venda Nova, revela não apenas um ato de violência brutal contra um ser indefeso, mas também o padrão silencioso de uma violência doméstica que já havia sido denunciada e ainda aguardava resposta institucional. A história nos lembra que a proteção dos mais vulneráveis depende tanto da coragem de quem denuncia quanto da velocidade com que as estruturas de amparo respondem.
Homem é preso em BH por agredir filha de 5 meses com tapas e socos
Vendo o rosto inchar, um olho não abrir, presa em casa
Por que a mãe não conseguiu sair de casa para levar a filha ao médico?
O pai impediu fisicamente. Ela estava presa ali, vendo o rosto da filha inchar, um olho não abrindo, e não podia sair. Só quando conseguiu chegar à casa da avó é que a polícia foi acionada.
A mãe tinha 19 anos. Ela denunciou ele antes?
Sim. Ela já havia feito denúncia por violência doméstica e estava esperando uma medida protetiva. Mas isso não a protegeu naquele sábado.
O que o levou a agredir uma criança de cinco meses?
Não há resposta para isso no registro. Ele estava na cama com a filha quando começou. Ninguém sabe por quê.
E quando tentou entrar à força na casa da avó?
Ele usou uma moto, tentou atropelar o tio da criança que estava na porta. Era como se estivesse em pânico, querendo recuperar o controle da situação.
Qual era o estado da criança quando chegou ao hospital?
Rosto inchado, um olho que não abria. Uma bebê de cinco meses que precisava de atendimento de emergência por causa do pai.
Il Polso
- Uma bebê de cinco meses teve o rosto agredido com tapas e socos pelo próprio pai, desenvolvendo inchaço e ficando com um olho fechado — sinais visíveis de violência grave em um corpo que mal começou a existir.
- A mãe, de apenas 19 anos, tentou proteger a filha com as próprias mãos, mas foi impedida de buscar atendimento médico, transformando o lar em uma armadilha sem saída.
- Ao fugir para a casa da avó materna, a situação escalou: o suspeito apareceu, tentou arrombar a porta com uma motocicleta e chegou a tentar atropelar o tio da criança.
- A polícia chegou a tempo de deter o homem antes que forçasse a entrada, prendendo-o pelos crimes de ameaça e lesão corporal.
- A bebê foi atendida em emergência e transferida para o Hospital Odilon Behrens, enquanto o caso segue na Delegacia de Atendimento à Mulher — onde a mãe já havia registrado denúncia anterior e aguardava medida protetiva que não chegou a tempo.
Em Belo Horizonte, um pai de 21 anos foi preso em flagrante após agredir com tapas e socos a própria filha de cinco meses, deixando marcas visíveis no rosto da criança. O episódio, ocorrido no bairro Europa em Venda Nova, revela não apenas um ato de violência brutal contra um ser indefeso, mas também o padrão silencioso de uma violência doméstica que já havia sido denunciada e ainda aguardava resposta institucional. A história nos lembra que a proteção dos mais vulneráveis depende tanto da coragem de quem denuncia quanto da velocidade com que as estruturas de amparo respondem.
No sábado, 22 de agosto, no bairro Europa, em Venda Nova, Belo Horizonte, uma bebê de cinco meses foi agredida com tapas e socos pelo próprio pai. A mãe, de 19 anos, estava presente e tentou proteger a filha com a mão, pedindo que ele parasse. Ele não parou — desferiu um soco no rosto da menina, que começou a chorar intensamente.
Ao perceber o rosto da filha inchando e um dos olhos fechados, a mãe tentou buscar atendimento médico, mas o pai a impediu. Sem alternativa, ela correu com a bebê para a casa da avó materna, que imediatamente acionou a polícia.
O suspeito apareceu no local e tentou entrar à força, usando uma motocicleta como instrumento de intimidação — chegando a tentar atropelar o tio da criança, que bloqueava a entrada. As viaturas chegaram antes que conseguisse forçar a passagem, e ele foi detido ao tentar fugir, preso pelos crimes de ameaça e lesão corporal.
A bebê foi levada à UPA de Venda Nova e depois transferida para o Hospital Odilon Behrens. A mãe revelou aos policiais que já havia denunciado o homem por violência doméstica e aguardava uma medida protetiva — que ainda não havia chegado. O caso segue em investigação na Delegacia de Plantão de Atendimento à Mulher.
Uma criança de cinco meses foi agredida com tapas e socos pelo próprio pai dentro de casa, no bairro Europa, em Venda Nova, Belo Horizonte, no sábado 22 de agosto. O homem, de 21 anos, foi preso em flagrante após a avó materna da bebê acionar a polícia. O que começou como um momento entre pai e filha na cama transformou-se em violência que deixaria marcas visíveis no rosto da menina.
A mãe da criança, com apenas 19 anos, estava presente quando as agressões começaram. Ela viu o primeiro tapa e tentou se colocar entre o pai e a filha, protegendo o rosto da bebê com a mão. Pediu que parasse. Ele continuou e desferiu um soco no rosto da menina, que começou a chorar intensamente. A mãe conseguiu pegar a filha e sair do quarto, mas enfrentou um obstáculo que a deixaria ainda mais desesperada: o pai não a deixaria levar a criança ao médico.
Enquanto monitorava a filha em casa, a mãe viu o rosto inchar e um dos olhos não abrir mais. Sem conseguir sair para buscar ajuda médica, ela correu para a casa da avó da bebê. Foi ali que a avó, ao ouvir o relato, chamou a polícia. O que aconteceu em seguida mostrou a escalada da situação: o suspeito apareceu no local e tentou entrar à força na casa, usando uma motocicleta. Chegou a tentar atropelar o tio da criança, que estava na porta impedindo sua entrada.
As viaturas da polícia chegaram antes que conseguisse forçar a entrada. Mesmo assim, o homem tentou fugir, mas foi detido. Ele foi preso pelos crimes de ameaça e lesão corporal. A bebê foi levada primeiro à UPA de Venda Nova e depois transferida para o Hospital Odilon Behrens, onde recebeu atendimento médico.
O caso não surgiu do nada. A mãe revelou aos policiais que já havia denunciado o homem por violência doméstica anteriormente e estava aguardando uma medida protetiva contra ele. O suspeito foi encaminhado à Delegacia de Plantão de Atendimento à Mulher, onde o caso segue em investigação.
Citazioni salienti
A mãe contou aos policiais que o pai estava com a filha na cama quando teria começado as agressões— Relato à polícia
A mãe conseguiu pegar a filha e sair do quarto, mas foi impedida pelo suspeito de levar a criança ao médico— Depoimento da mãe